SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

terça-feira, 30 de abril de 2013

É HOJE:


EXTRAIDO DO RAPNACIONAL.COM.BR


Dexter representou bonito no programa Altas Horas, assista os vídeos

Postado por em 30 de abril de 2013 ás 3:57 Dexter foi um dos convidados especiais que participou do programa Altas Horas no último sábado (27).
Dexter representou cantando duas músicas em uma versão acompanhado da banda Oitavo Anjo, Gregory e Nego Jam.
A platéia e os convidados do programa cantaram junto e aplaudiram bastante a apresentação das músicas”Oitavo Anjo” e “Como vai Seu Mundo” .
Nos do Portal RAP NACIONAL gostamos muito e deixamos aqui os parabéns ao rapper pela ótima apresentação.

Contrate e leve a apresentação de Dexter para sua cidade: 11 3294 9757 – Boia Fria Produções


CONVITE:


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PURA INTELIGÊNCIA...


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CORUJA:


CONVITE:


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STYLE:


ABRINDO OS TRABALHOS...


POR ICE BLUE:

"A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência."
ICE BLUE

A HISTÓRIA DO HIP HOP: 9EXTRAIDO DO FACE DO LEO DO REALIDADE CRUEL)

VEJAM AQUI DA ONDE SURGIU O HIP HOP DA ONDE VEIO DE VERDADE QUEM FOI O PROTAGONISTA DE TUDO ISSU !!!!!!
COMENTEM SEJA BEM VINDO PRA QUEM NAO CONHEÇA ESSA HISTÓRIA !!!!!!!!!!!!!
Clive Campbell (16 de abril de 1955), também conhecido como Kool Herc e DJ Kool Herc, é um DJ jamaicano, o qual é criador da cultura hip hop em Nova Iorque. Sua reprodução de discos de funk, especialmente James Brown, foi uma alternativa paralela tanto para a cultura das gangues violentas do Bronx como para para a popularidade emergente da música disco durante a década de 1970. Em resposta a reação dos dançarinos do país, Campbell começou a isolar a parte instrumental do disco - o "break" - e mudar de um break para outro constantemente.
Usando dois turntables dos toca-discos dos aparelhos dos DJs, o estilo de Campbell levou ao uso de duas cópias do mesmo registro para prorrogar o break. Este breakbeat, que usava hard funk, rock, e percussões latinas, formou a base da música hip hop. As comunicações e exortações de Kool Herc levaram os dançarinos a procurarem um acompanhamento sincopado e com rimas faladas, que hoje é conhecido como rap. É creditado como o inventor dos termos b-boy e b-girl para os dançarinos de breakdance. O estilo de Campbell foi rapidamente utilizado por artistas como Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash.
Frente do prédio 1520 Sedgwick Avenue, onde Herc tocou em suas primeiras festas.
Clive foi o primeiro dos seis filhos de Keith e Nettie Campbell, tendo nascido em Kingston, Jamaica, no dia 16 de abril de 1955. Enquantro crescia, ouvia nas festas do bairro o barulho dos populares sistemas de sons, conhecidos como dancehalls.1 Mudou-se para Bronx, Nova Iorque em novembro de 1967. A criação da Cross Bronx Expressway por Robert Moses (concluída em 1963, mas a construção adicional continuou até 1972) tinha retirado milhares de habitantes do Bronx, principalmente das comunidades deslocadas da área principal, e levou ao uma "fuga branca" de pessoas de pele clara por serem desvalorizadas na região.2 Muitos proprietários de terra recorreram a incêndios, a fim de recuperar o dinheiro através de apólices de seguros. Uma nova cultura violenta de gangues de rua surgiu em 1968, e se espalhou crescentemente por todo o Bronx em 1973.3
Campbell frequentou o Alfred E. Smith Career e o Technical Education High School no Bronx, onde sua altura, estatura e o comportamento na quadra levaram a seus companheiros o apelidarem de "Hércules". Ele começou a fazer grafite com um crew chamado Ex-Vandals, onde usou pela primeira vez o nome de Kool Herc.4 Herc tentou convencer seu pai a comprar uma cópia de "Sex Machine", canção de James Brown, a qual posteriormente seria alvo de uma das suas primeiras mixagens.5 Ele e sua irmã, Cindy, começaram a organizar festas de escola no 1520 Sedgwick Avenue, edifício da propriedade de sua família.6 Seu primeiro sistema de som consistia em dois toca-discos e um amplificador de guitarra.5 Com a afiliação dos clubes com a presença das gangues de rua, os DJs começavam a tocar discos cada vez mais antigos e com aspirações diferentes, e os comerciais de rádio solicitavam o restauro da comunidade antes do surgimento das gangues. Neste tempo, Herc já começava a realizar festas para um público preparado, ou seja, quem não participava de gangues !!!!!!!!!!!!

EXTRAIDO DO BLOG - TE DOU UM DADO:

Focadíssima

Publicado por: Polly
Se não tá fácil pra você, imagina pro estagiário do Ego que tem que fazer plantão no fim-de-semana.
neymar.jpg Segundona Braba
Escreve cabunda mesmo que tá beleza, gente.
(Valeu, Sebá)

MATARAM O MARACANÃ...TEXTO DE LÚCIO DE CASTRO


Mataram meu Maracanã. Podem chamar de Estádio Justo Veríssimo

Tem mais de um ano. Falava aqui dos vendilhões do templo. Para ser mais exato, em 2 de março de 2012. “Os vedilhões do templo – como querem acabar com o carnaval carioca” tratava também do Maracanã. Escrevi outros tantos textos sobre o fim do Maracanã. O sábado que passou foi o dia de enfim passar da teoria para a prática, confirmar tais expectativas.

Minto. Não era necessário confirmar tais expectativas. O fim do templo onde cultuávamos nossos deuses, o sagrado e o profano se misturavam na geral e arquibancada e tanto reis quanto plebeus estavam juntos já havia se confirmado. Na arquitetura do novo estádio que destruiu o antigo e muito mais do que isso: no papel, oficialmente, como no estudo de viabilidade econômica para o futuro administrador, curiosamente feito pela IMX, de Eike Batista, onde qualquer máscara vai abaixo, ao expressar “mudança do perfil do público”. Está lá no tal estudo, acima de qualquer discussão teórica. A constatação da elitização daquele que foi símbolo da mistura de classes na cidade não é passível de argumentação. Está no papel. É oficial.

Com muito penar percorri caminhos de uma vida toda no último sábado, quando o Maracanã seria reinaugurado”. Sabia que ia rever a velha namorada, ainda que ela não fosse mais a mesma. Mas amores são assim, é possível passar por cima de tudo. No fundo, ainda guardava a ilusão que aquela história de amor entre nós podia voltar. Como se o tempo voltasse...Pensava no momento em que sairia do túnel tantas vezes atravessado e daria de cara com aquele monumento. Encontrei tanta gente no caminho. Segurei o passo. Encontrar a velha namorada exige solenidade. Tinha que ser sozinho. Os versos de Vinícius não saiam da cabeça. Ia dar o último passo no túnel e o Maracanã seria como nas palavras do poetinha, a “me entreabrir a porta como uma velha amante”.

Bobagem, sabia tanto que a “velha amante”, a namorada dos melhores anos de nossas vidas não estava mais ali. Mas amantes são assim mesmo, só materializam ao constatar que acabou e se descobre a amada nos braços de outro.

Me desprovi de todos os conceitos anteriores. Se já era sabido que o sentido do velho Maracanã tinha ido abaixo com sua elitização, ao menos talvez fosse possível, com todas as ressalvas, constatar que realmente o novo estádio é bonito, moderno. Tudo o que se diz dos novos estádios por aí: ainda que matem tradições, histórias, são belos, funcionais, modernos.

Entrei com esse sentimento, tentando me desarmar de minhas ideias sobre o tema o mais possível. E aqui deixo meu relato do que vi, deixando para trás até mesmo a convicção de que nada desculparia tal mudança: o Maracanã acabou. Mataram o Maracanã. Se essa ideia de beleza do novo, moderno, apesar dos pesares, vale para outros, não vale para o Maracanã.

Pois obviamente o que fazia o belo, o impressionante do Maracanã era exatamente sua exuberância. Era ser monumental. Majestoso. Algo impressionante. Se sentir pequeno diante de tal obra. A epifania que era cruzar aquele túnel e se sentir tão pequeno. E ser abraçado pelo canto daquela gente. Epifania sim, sem medo de exagerar ou blasfemar. Algo que só se sente diante da força das águas das cataratas do iguaçu ou como chegar no último degrau de Machu Picchu. Ou do sol morrendo atrás dos Dois Irmãos. Poucas coisas podiam ser iguais aquele momento. Exagero? Quantos e quantos vindos de fora se exatasiaram com tal visão? Quantos craques tremeram ao deixar o túnel e cegar-se com a majestade do Maracanã? Quantos deram tanto de sua vida para um dia viver aquilo, seja no gramado ou na arquibancada...

Acabou. Quem viveu isso vai constatar e ver o mesmo. Acabou. Quando se chega ao fim do túnel, o Maracanã não está mais ali. Um estádio acanhado, bonitinho como outro qualquer. Bonitinho mas ordinário. Como será que deixou-se fazer isso? Quem cometeu essa boçalidade? “A força da grana que ergue e destrói coisas belas”. O Maracanã não era um estádio qualquer. Transformar o Maracanã numa “arena” (eles merecem mesmo esse nome ridículo) e achar que ficou mais bonito do que era, é destruir Machu Picchu, é achar que se pode deixar o pôr do sol mais bonito.

Talvez o argumento valesse para qualquer outro estádio. “Mudou tudo, elitizou-se, mas é preciso reconhecer que está mais bonito”. Não, no Maracanã não vale. Ora, será que não é tão óbvio saber que a beleza do Maracanã era aquilo tudo. Era seu aspecto monumental. Vejam que não estou falando de coisas imateriais, ainda que não se possa separar a beleza do Maracanã do grito da geral, da gente misturada. Estou falando sobre a boçalidade de destruir algo monumental, diferente de tudo para deixá-lo igual a outros tantos.

Pois eles conseguiram. O Maracanã agora é igual a outros tantos. Não chamem aquilo lá de Maracanã, por favor. Chamarei de Estádio Justo Veríssimo, aquele personagem do Chico Anísio que defendia a morte dos pobres, “quero que pobre se exploda”, dizia ele. È esse o novo espírito do monstrengo moderno que conceberam. Inócuo, um dragão que não cospe mais. Mataram o meu Maracanã, amor de toda uma vida.

Nesse momento, só me ocorre a frase do Dr Ulisses ao promulgar a constituição de 1988. “Tenho ódio e nojo à ditadura”. Pois como cidadão, carioca, brasileiro, traços indissolúveis de minha identidade, tenho ódio e nojo de quem fez isso com o Maracanã. Como jornalista, ainda que não acredite que uma profissão possa estar separada da cidadania, tenho apenas que contar essa história. Como fizeram isso? Quem fez isso?

Como fizeram isso com o Maracanã? Ele agora é mais um. Uma arena. Igualzinha a todas as outras. Não era. Era diferente de tudo. Mataram o amor de toda uma vida dos cariocas e dos brasileiros. Presidenta, você estava lá aplaudindo isso. Governador, você assina isso e responderá por todas as suas gerações. Todas as noites, até seu último dia, você vai ouvir o Gerdau, geraldino histórico do Maracanã gritando no seu ouvido, como fazia na geral: “Pra frente, chuta....!!!”. Todos os seus ouvirão. Não adianta botar o guardanapo na cabeça. O Gerdau estará lá. “Pra frente, chuta”...

Trataremos desse funeral com os rituais com que os povos conseguem superar seus dramas. Nenhum lugar, nenhuma cidade do mundo amou tanto um estádio como o Rio amou o Maracanã. Vivia no seu imaginário. Nenhuma cidade tinha em seus cantos um estádio. Como fizeram isso? É essa a modernidade? Lamento por alguns do bem que vejo ouvir o canto da sereia.

Trataremos desse funeral. Não sei como ainda. Mas esse povo sempre soube se reinventar. Sempre que a vida foi negada por aqui, em São Sebastião do Rio de Janeiro. Metáfora de um Brasil. E o Maracanã era a metáfora maior disso tudo. Acabou. Não sei como terá de ressurgir. Assim sempre foi a gente daqui. Lembrei-me de “Os Bestializados – O Rio de Janeiro e a República que não foi”, trabalho maior de José Murilo de Carvalho. Que nos dá conta de nossa história. De como fizemos e nos reinventamos em ginga, samba, futebol, capoeira e vida quando tudo era negado. Mais uma vez estamos diante disso, como lá atrás. De alguma forma nos reinventaremos. Ainda que agora seja tão difícil aceitar uma das maiores violências já cometidas contra a população do Rio, do Brasil. E contra a história. Mataram o Maracanã.

PATRICIA MARX


QUE MERDA!!!!!

'Menos democracia é melhor para organizar a Copa do Mundo', diz Valcke

Secretário-geral da Fifa vê que centralização do poder seria melhor para entidade


LANCEPRESS! - 24/04/2013 - 19:49 Zurique (SUI)
Jérôme Valcke (Foto: Nelson Almeida/AFP)
O secretário-geral da Fifa deu uma declaração nesta quarta-feira que deixaria orgulhoso muito general brasileiro da época da ditadura. Na visão de Jérôme Valcke, um país menos democrático facilita a organização da Copa do Mundo.
- Eu vou dizer algo que é louco, mas menos democracia às vezes é melhor para organizar a Copa do Mundo. Quando você tem um chefe de estado forte, que pode decidir, como talvez Vladimir Putin na Rússia em 2018, é mais fácil para nós, organizadores, do que em um país como a Alemanha, onde você tem que negociar em várias esferas. A principal dificuldade que temos é quando entramos em um país com estrutura política dividida, como é no Brasil, com três níveis, federal, estadual e municipal - disse o dirigente francês, segundo as agências internacionais.
A complicação a qual Valcke se referiu tem a ver com a aprovação da Lei Geral da Copa, que demorou a ser aprovada por ter como conteúdo pontos que passam por cima de regras mais antigas da legislação brasileira, como a proibição da venda e consumo de bebidas alcoólicas nos estádios.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, concordou com seu subordinado. Ele não se esquivou de dar sua declaração sobre o assunto, inclusive disse ter ficado aliviado pelo que encontrou na Copa-1978, organizada e vencida por uma Argentina que vivia sob ferrenha ditadura.
- Foi um tipo de reconciliação do público, do povo da Argentina, com o sistema político, militar na época. Eu não sei o que poderia ter acontecido se eles tivessem perdido a final para a Holanda. O jogo e o mundo mudaram, este era o meu sentimento na época - afirmou Blatter.
A defesa da falta de democracia entra na lista das declarações polêmicas de Valcke, que já tinha dito que o Brasil merecia um "chute no traseiro" por causa da lentidão nos preparativos para o Mundial.

MIDIA PODRE


LETRAS DE RAP - SABOTAGE - UM BOM LUGAR


EXTRAIDO DO FACE - EU SOU MEIGA, PORRA:

"Quando me entrego, me atiro. Mas quando recuo, não volto mais!"

EXTRAIDO DO MORRI DE SUNGA BRANCA²:

Escala de Ódio: A nova novela das sete, Sangue Bom


Finalmente chegou aquele momento que a gente espera a cada estréia de uma nova novela: odiar os personagens!

Depois daquela desgraça de "Guerra dos Sexos" , parece que vem novela boa por aí. Ignorem o fato do elenco e do logo parecerem uma nova temporada de Malhação e vamos conhecer melhor quem é quem em "Sangue Bom".

Quem é: Marco Pigossi
Personagem: Bento


O que vai fazer: 
Bom caráter, carismático, trabalhador, sua meta é ter uma vida digna e ser feliz sem abrir mão de sua essênciazzzzzzzzzzzzROINCzzzzzzzzzzzz

Por que vamos odiar: 
Vai sofrer a novela toda, ser humilhado porque é humilde e terminar a trama com a mocinha porque o amor supera tudo blablabla já vimos isso.

Escala de 1 a 4 Glorinhas:

Quem é: Sophie Charlotte
Personagem: Amora Campana


O que vai fazer:
Feminina, linda e sexy, é uma das mais conhecidas it-girls do país e fonte de inspiração para muitas garotas brasileiras.

Por que vamos odiar:
1) Não vamos saber lidar com o recalque de Sophie ser namorada do Malvino Salvador na vida real e vamos odiar muito ela por isso. 2) Com essa cara de quem pega 3 lotações pra ir no trabalho, fica difícil acreditar que Amora é uma it-girl. Helena Bordon chora sangue!

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Fernanda Vasconcellos
Personagem: Malu


O que vai fazer:
Íntegra e carinhosa, destoa do mundo das celebridades no qual vivem sua mãe e irmã de criação Amora. Faz pós graduação e cuida da ONG Toca do Saci. É bonita, porém simples e despojada. Apaixonada por Maurício, noivo de sua irmã.

Por que vamos odiar:
Já deu pra perceber que ninguém acorda cedo pra trabalhar e viver a vida nessa novela, né? Todo mundo tem bom coração e é ativista social. Essa biscatona vai roubar o noivo da irmã, qual a chance da gente querer furar o olho dela com um garfo enquanto janta às 7 da noite?

Escala de 1 a 5 ex-namorado André Marques:

Quem é: Jayme Matarazzo
Personagem: Maurício


O que vai fazer:
Noivo de Amora. Bem educado, gentil e simpático, é um adorável playboy que sabe aproveitar o que a vida tem de melhor. Apaixonado e fiel, namora Amora desde os tempos de colégio.

Por que vamos odiar:
Acho que não vou odiar não, vou me solidarizar com o coitado que vai levar chifre da noiva com o Pigossi.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo
Personagem: Giane


O que vai fazer:
Não tem vaidade, fala errado, é fanática pelo Corinthians e adora jogar futebol. Tem raiva de Amora e vai se tornar mais feminina para tentar conquistar Bento.

Por que vamos odiar:
Vai ser a moleca sapeca da novela, bicho grilo que vai se transformar em mulherão pra roubar o macho da rival. Mesmo vestida de mecânica, a Emília continua linda, acho que erraram na escolha da "Betty, a feia".

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Humberto Carrão
Personagem: Fabinho


O que vai fazer: 
Desde pequeno sentia inveja do carisma de Bento. Agressivo e impulsivo, sonha em ser rico e ter poder, e acredita que o mundo lhe deve alguma coisa blablabla Paola Bracho te despreza blablabla

Por que vamos odiar:
Depois de tanta gente pura e generosa, finalmente um vilão. Achei fraco, esse ódio todo do moço parece ser resolvido facilmente com uns 20 centímetros de coisa boa. Parece vilão de Bambuluá.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Giulia Gam
Personagem: Bárbara Ellen


O que vai fazer: 
Atriz decadente e canastrona que se acha uma grande diva. Bárbara deu o golpe do baú no cineasta Plínio, com quem teve Malu, sua única filha biológica. Dona de um enorme senso midiático, ela adotou Amora, Luz, Kevin e Dorothy para se manter na mídia.

Por que vamos odiar:
Odiar? Já estou amando esta mistura de Vera Fisher atriz decadente com Angelina Jolie e Daniela Albuquerque.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Herson Capri
Personagem: Plínio Campana


O que vai fazer:
Equilibrado, culto e reservado, é muito firme em seus valores. Ótimo pai, tenta proteger sua filha Malu das loucuras de Bárbara.

Por que vamos odiar:
Vai preencher a cota de pai exemplar da novela, mas é descartável para a trama.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Qualé a música, Ellen?
Personagem: Brunetty
 

O que vai fazer: 
Considerada a “Mulher Mangaba”, Brunetty é a cantora de funk mais popular do país.

Por que vamos odiar:
Já amo Brunetty Fracarolli por motivos óbvios. 1) ela é uma mulher fruta. 2) o nome dela é Brunetty. 3) Ellen Roche já namorou o Cigano Igor, guerreira.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Ex da Thais Fersoza
Personagem: Atual da Paola Oliveira


O que vai fazer:
Bronco, atraente, que emana virilidade por todos os poros blablabla deixou a Thais Fersoza durante a lua de mel pra ficar com a Paola Oliveira blablabla o típico galã de subúrbio.

Por que vamos odiar:
Deixou a Thais Fersoza durante a lua de mel pra ficar com a Paola Oliveira.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Magda
Personagem: Cala a boca, Magda


O que vai fazer:
Mal-educada, inadequada e cafona, é melhor amiga de Bárbara, a quem conheceu na infância. Não tem noção do ridículo e faz de tudo para reconquistar o marido.

Por que vamos odiar:
Ela é mal-educada, inadequada e cafona.... eu já estou amando essa versão da Christina Rocha.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Pega a Cléo Pires
Personagem: Rômulo Neto


O que vai fazer:
Belo e envolvente, do tipo que seduz, enlaça e mói a presa, Tito é um predador. Vaidoso e blasé, ele conquista por esporte. Praticamente vai ser ele mesmo na novela.

Por que vamos odiar:
Se o talento de Rômulo para atuação for proporcional ao tamanho da jeba que ele mostrou na webcam, será um GRANDE ator brasileiro.


Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Ingrid Guimarães
Personagem: Atriz engraçada


O que vai fazer:
Alegre e positiva, é noiva de Vitinho. Mas o fiasco de sua cerimônia de casamento a desequilibra.

Por que vamos odiar:
Amor sem beijinho, Ingrid Guimarães sem Heloísa Périssé, sou eu assim sem você...

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Malu Mader
Personagem: Rosemere


O que vai fazer:
Franca e direta, trabalha como garçonete no Cantai. Quando jovem, decidiu fazer programa para poder pagar a faculdade. Mas se apaixonou pelo seu primeiro cliente - Perácio - e engravidou, tendo criado Filipinho sozinha. Bruna Surfistinha curtiu isso.

Por que vamos odiar:
Malu Mader com essa cara de quem come aveia com iogurte natural no café da manhã fazendo papel de garçonete? Não estou convencido e já estou odiando.

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

Quem é: Deborah Evelyn
Personagem: Estátua de praça


O que vai fazer:
Irene vive como artista de rua, sob o pseudônimo de Rosa. Apesar de muito bonita, Irene é triste e angustiada, pois carrega consigo um grande segredo.

Por que vamos odiar:
Isso que dá ser ex-mulher do diretor da novela, ele se vinga do valor da pensão colocando a coitada debaixo do sol pintada de figurante do filme Avatar.  

Escala de 1 a 5 Glorinhas:

TENSO!