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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

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Personalidades do Ano

Publicado por: Polly
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O que dizer sobre Tati Neves? Essa pessoa tão especial que conheço há pouco tempo e já considero pacas. Tati dispensa palavras, mas direi apenas que meu pedido ao papai Noel foi que essa notícia virasse realidade...
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EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO:

Governo atualiza “lista suja” da escravidão e insere herdeiro do Bertin

Leonardo Sakamoto
João Bertin Filho, de família que já foi uma das grandes no setor de frigoríficos do Brasil, é incluído na atualização do cadastro mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. A pecuária bovina é o setor com mais inclusões. A matéria é de Daniel Santini, Igor Ojeda e Stefano Wrobleski, da Repórter Brasil:
A família Bertin já foi uma das de maior destaque do ramo de frigoríficos do mundo. Com uma estratégia agressiva de exportações, o grupo ficou entre os principais do país na última década. Vendendo carne para Europa desde 1984, a família conquistou diferentes mercados em todo planeta. A empresa foi fundada em 1977 por Henrique Bertin, filho do pecuarista João Bertin, e passou a ser controlada por seus cinco irmãos depois de sua morte, em 1981. Após o ápice, marcado pela aquisição da indústria de laticínios Vigor no final da última década, veio o declínio nos últimos anos. Os irmãos até hoje estão entre os mais ricos do país e figuram na lista de bilionários da revista “Forbes”. Diversificaram atividades, apostando em empreendimentos em áreas como energia e infraestrutura, mas já não têm mais tanto poder.
Carne encontrada pela fiscalização em acampamento em que viviam os trabalhadores da fazenda de João Bertin Filho era armazenada em varais e estava podre, segundo a fiscalização (Fotos: Divulgação/MTE)
Desde que a rede de frigoríficos dos Bertin foi incorporada pelo grupo JBS-Friboi, considerado o maior produtor de carne do planeta, os irmãos Bertin perderam controle dos rumos do negócio. A aproximação entre os dois grupos começou no final da última década e foi consolidada em 2013, com a aprovação da negociação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O processo foi marcado por discordâncias e reclamações dos irmãos, que chegaram a acionar a Justiça para tentar reverter o resultado. No final, os irmãos tornaram-se acionistas da rede de frigoríficos, mas sem poder de voto para influenciar nos rumos da empresa. A redução de poder dos Bertin se consolida com a inclusão, nesta segunda-feira, dia 30, de João Bertin Filho, o irmão que leva o nome do patriarca da família, no cadastro de empregadores flagrados com trabalho escravo no Brasil, a chamada “lista suja”. Ele foi considerado responsável pela exploração de sete pessoas na fazenda em que cria gado e extrai madeira no Mato Grosso.
A inserção de Bertin acontece em um contexto marcado pela grande quantidade de pecuaristas flagrados explorando escravos no Brasil. Na atualização divulgada na virada do ano, mais uma vez o setor lidera entre as atividades com maior número de inclusões, com 45 ocorrências dos 110 novos casos. A relação, mantida pela Portaria Interministerial nº 2/2011 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SPR/PR), é atualizada todo semestre. O setor também esteve em destaque em julho de 2013 e em dezembro de 2012, ano em que a pecuária concentrou também os flagrantes de escravidão.
Com a atualização, assim como os demais empregadores inseridos, o empresário fica impedido de obter financiamentos de bancos públicos e também de fazer transações comerciais com as empresas signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. A reportagem tentou ouvir Bertin, mas não obteve um posicionamento até a publicação desta reportagem.
Não é a primeira vez que o nome Bertin é envolvido em denúncias de trabalho escravo. Em 2009, 12 pedreiros foram libertados na construção de um pedágio em obra da Rodovias do Tietê S/A, empresa que tem os Bertin entre os proprietários. No mesmo ano, bois pertencentes ao grupo foram encontrados em terra onde 28 pessoas foram resgatadas. Até agora, porém, nenhum integrante da família havia sido responsabilizado diretamente pela situação a que trabalhadores acabaram submetidos.
O flagrante - Bertin Filho foi incluído na “lista suja” da escravidão por conta de fiscalização realizada entre 15 e 24 de agosto de 2012 pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel Regional na fazenda Alta Floresta, no Mato Grosso. Na ocasião, a equipe multidisciplinar composta por procuradores do Trabalho e pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil do Estado flagrou a submissão de sete pessoas a condições análogas a de escravos onde Bertin Filho cria aproximadamente 18 mil cabeças de gado e gerencia cerca de 35 mil hectares para extração de madeira, segundo informações da fiscalização. A operação foi capitaneada pelo auditor fiscal Rafael Augusto Vido da Silva e, assim como os demais incluídos nessa atualização, Bertin teve chance de apresentar recursos e se defender no decorrer de um processo administrativo no MTE antes de ser incluído no cadastro.De acordo com fotos, vídeos e depoimentos reunidos pela fiscalização, sete pessoas viveram por meses trabalhando na extração de madeira para expansão dos pastos  isolados na mata no interior da fazenda de Bertin, sem receber salários, submetidos a condições degradantes e sem ter como deixar o local. Em um acampamento improvisado localizado a 15 km da sede da fazenda e a 114 km da cidade mais próxima, Nova Bandeirante (MT), os trabalhadores viveram em barracos de lona acampados dentro da mata, sem registro e sequer água potável. De acordo com a fiscalização, o grupo comia comida estragada – na ocasião do flagrante, pedaços de carne podre foram encontrados pendurados em um varal improvisado – e não tinha sequer papel, utilizando folhas da mata para higiene pessoal.
Todos, conforme investigação conduzida pela equipe, foram aliciados com propostas fraudulentas de emprego segundo as quais receberiam R$ 2 mil por mês. Ao responsabilizar o empresário, os fiscais indicaram que ele seria o “único a se aproveitar” da situação, e destacaram a gravidade do fato de nenhum dos empregados ter recebido salários no período.
“A retenção salarial, além do óbvio, possui para esses trabalhadores um efeito ainda mais perverso: o cerceamento de liberdade, pois num primeiro momento não desejam ir embora sem receber os altos salários, e, posteriormente, quando já não suportam mais as condições em que se encontram e adoecem, não possuem meios sequer para deixar o local isolado em que se encontram”, registra a fiscalização.
A equipe aponta descaso com a saúde e a segurança dos trabalhadores e cita o caso de um trabalhador que, ao se acidentar com um facão na limpeza da mata, ficou mais de 40 dias com uma ferida aberta na perna por falta de acesso a remédios ou tratamento.
Pecuária lidera inclusões - Além de Bertin, outros pecuaristas de destaque entram na mais recente atualização. É o caso da família Lopes, grupo de pecuaristas com forte influência regional no Estado do Amazonas. Donos do frigorífico Frisam/Agropam, o  patriarca José Lopes e seu herdeiro, José Lopes Filho, entram na lista suja em função de dois flagrantes diferentes. Conectados a alguns dos principais políticos do Estado, eles têm entre seus acionistas a Companhia de Desenvolvimento do Estado do Amazonas (Ciama), empresa do Governo do Estado, parceria que tem sido questionada na Assembleia Legislativa desde que a exploração de escravos foi denunciada.
Ao todo, 60 pessoas foram resgatadas nas fazendas dos Lopes, sendo 34 na do pai e 26 na do filho. Entre os que foram encontrados em situação degradante nas duas operações do Grupo Especial de Fiscalização Móvel estavam seis adolescentes, sendo cinco nas terras do pai e um nas do filho. Ambas as fiscalizações foram coordenadas por Benedito de Lima e Silva Filho e contaram com a participação do Ministério Público do Trabalho e de agentes da Polícia Federal. Os fiscais relatam que, com as notícias da chegada da equipe na região, os empregados foram orientados a se esconder ou ir embora para não serem resgatados. A reportagem tentou ouvir os Lopes, entrando em contato com a sede da fazenda, mas foi informada de que a família estava em Manaus (AM) e não poderia ser encontrada.
Não é a única fazenda de gado na Amazônia nessa atualização. Entra na lista também Aparecido Albergoni, que, apesar de ter espaço reservado para pouso de helicópteros em seu latifúndio em Lábrea, no Amazonas, tinha 14 trabalhadores que, sem alternativas, utilizavam embalagens vazias de agrotóxico para armazenar água. A maioria dos incluídos foi flagrado em áreas de desmatamento e abertura de fronteira agrícola, ficando o Pará como estado com maior número de inserções.
As inclusões, aliás, mais uma vez reforçam a associação entre exploração de trabalho escravo e devastação do meio ambiente. Dos 110 incluídos, 13 estão também na relação de infratores ambientais com áreas embargadas pelo Ibama (clique aqui para consultar o sistema do Ibamaou aqui para baixar um arquivo em excel com todos os 13 incluídos). José Lopes, sozinho, tem 15 áreas registradas, um conjunto que inclui destruição de áreas especiais de preservação. Assim como na última atualização, praticamente um em cada dez inseridos está também na relação do Ibama. Por conta de danos ao meio ambiente (e também por exploração de trabalho escravo e invasão de terras indígenas), o Ministério Público Federal chegou a processar em 2013 frigoríficos que compram de produtores flagrados com irregularidades. O pecuarista Luiz Augusto Rebouças, incluído nessa atualização e um dos que está na lista do Ibama, está entre os fornecedores do Mato Grosso na relação que serviu de base para as ações do MPF.
Alguns dos incluídos, além de pecuaristas, são também donos de estabelecimentos comerciais e ocupam ou ocuparam cargos de destaque na sociedade civil. É o caso de Onofre Marques de Melo, político filiado ao PMDB, que foi empossado como superintendente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Tocantins mesmo tendo sido flagrado explorando dez trabalhadores que preparavam área para pecuária na Fazenda Água Roxa, em Ananás (TO) e incluído na “lista suja” em 2010. Na época em que seu nome estava sendo cogitado para o cargo, em julho de 2011, a Repórter Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, órgão que está acima da Funasa na estrutura governamental, que descartou a possibilidade da nomeação em função de seu nome estar na relação. O pecuarista, porém, conseguiu em novembro de 2011 liminar suspendendo sua inclusão e foi empossado em dezembro. Ficou no cargo até novembro de 2013, quando foi afastado após ser um dos alvos da Operação Citrus, da Polícia Federal, investigação sobre desvio de recursos de obras da Funasa. Ele volta agora a “lista suja” por decisão judicial.
Já Newton Oliveira, proprietário de hotel em Goiânia, mantinha 33 trabalhadores, incluindo quatro mulheres, sob controle com “ameaças com arma de fogo, violência verbal e assédio moral”,  conforme descrição do auditor fiscal do trabalho Klinger Moreira. O arroz consumido pelas vítimas era armazenado com fezes de ratos e morcegos e carne só era oferecida “quando algum gado morria no pasto”, ainda segundo o relatado na ocasião.
Orlando Barbosa de Souza, dono da rede de supermercados Alvorada, mantinha 44 vítimas, incluindo duas mulheres e dois adolescentes, trabalhando no seu latifúndio de 10 mil hectares sob condições degradantes. De acordo com a fiscalização, o grupo estava sujeito a restrição de liberdade pela retenção de documentos, servidão por dívida e ameaças de violência física. Os alimentos eram itens vencidos vendidos por preços acima dos de mercado aos trabalhadores. Já o engenheiro agrônomo Rogério Arioli Silva, flagrado explorando duas pessoas na Fazenda Passo Fundo, em Brasnorte (MT), foi presidente do Rotary Club Tangará Cidade Alta.
A reportagem tentou ouvir todos os pecuaristas citados acima após a divulgação da atualização do cadastro neste segunda-feira, dia 20, sem sucesso.
Condenações criminais - Escravidão é crime previsto no artigo 149 do Código Penal e, entre os incluídos na nova há também os que já foram condenados judicialmente pela prática. Na lista de inclusões, há casos emblemáticos como o do pecuarista Gilberto Andrade, fazendeiro que já faleceu, mas que antes teve prisão decretada de 14 anos por um conjunto de crimes que inclui, além de trabalho escravo, ocultação de cadáver e aliciamento de trabalhadores.
Entre os inseridos na última atualização, também foram condenados por escravidão Antônio Carlos Pereira, Francisco Alves do NascimentoMilton Martins da Costa, Rubens Francisco Miranda da Silva, Valdemir Machado Cordeiro, Samuel Kabacznik, Valber Falquetto e Walderez Fernando Resende Barbosa. Este último é um dos reincidentes da atualização, entrando pela terceira vez no cadastro. Outros reincidentes são Antônio Evaldo de Macedo, Carlos Gilberto Oliveira Barreto e o ex-diretor da União Democrática Ruralista de Minas Gerais Osvaldo Marcelino de Mendonça.
(Colaborou Helen de Freitas)
Confira quem entrou e quem saiu da “lista suja” nesta atualização semestral:
Inclusões:
Empregador CNPJ/CPF
Alcap Empreiteira Ltda 01.519.235/0001-57
Alex Faria Costa 071.740.096-46
Alonso Souza da Rocha 011.216.002-63
Aloysio Santos Erthal 092.802.607-82
Alrino Pereira da Rocha 515.680.711-91
Altino Cândido Pereira 040.979.316-79
Alvir Ferreira de Mello 310.889.109-04
Ângelo Augusto da Silva 734.781.806-00
Antônio Carlos Lima 618.190.851-04
Antônio Carlos Pereira 377.262.002-78
Antônio Erisvaldo Sousa Silva 848.437.303-78
Antônio Evaldo de Macedo 056.439.963-91
Antônio Pereira Vieira 619.369.957-00
Aparecido Albergoni 279.168.808-06
Belmiro Catelan 162.911.150-34
Berquó Brom Advogados Sociedade Civil e Outros 01.207.512/0001-96
Carlos Gilberto de Oliveira Barreto 061.129.601-25
Carlos Rodrigues Oliveira 590.075.832-04
Carvoeira Carvão Nativo Ltda 14.227.279/0001-55
Casamassima Indústria e Comércio Ltda 86.390.234/0001-08
Cícero Araújo Lins 145.963.184-68
Cláudio Roberto Martin 046.893.649-15
Cledemilton Araújo Silva 394.260.502-30
Confecções Talita Kume Ltda 06.103.904/0001-29
Construtora Croma Ltda 62.601.000/0001-02
Dario Pereira Ruis 145.922.902-91
Dilma Figueredo da Silva 06.005.121/0001-02
Dirceu do Carmo Baptistella 528.035.547-04
Divino Carlos Gomes 120.713.742-15
Ecotrat Tratamento de Madeiras Ltda 08.438.981/0001-65
Edésio Severiano Vieira 339.990.315-49
Eliza Maria Dantas Bortolusso Rodrigues & Cia Ltda 14.056.591/0001-23
Elizeu Martinez Júnior 590.087.763-91
Embraforte Segurança e Transporte de Valores Ltda. 05.444.648/0001-70
Eurípedes José Goulart 196.271.221-49
Fergubel – Ferro Gusa Bela Vista Ltda 06.368.447/0001-02
Fernando Ferreira Moraes 608.145.002-34
Flora Viveiro e Reflorestamento Ltda 86.989.712/0001-09
Francisco Alves do Nascimento 087.341.352-00
Francisco das Chagas Pedroza 015.328.202-91
Gilberto Andrade 032.316.072-72
Guido José Rehder Junior 310.179.948-11
Guy de Ferran Correa da Costa 919.349.587-00
Indústria e Comércio de Pedras Rola Ltda 32.343.816/0001-04
JAP I Empreendimentos e Participações Ltda 13.291.556/0001-26
João Bertin Filho 711.616.358-15
João de Oliveira Guimarães Neto 005.717.148-38
Jomar Antônio de Mesquita Teixeira 301.305.067-53
Jorcelino Tiago de Queiroz 974.443.328-00
Jorge Luiz da Silva Costa 206.952.413-20
José Ardson Firmiano da Silva 344.314.113-72
José Carlos Izidoro de Souza 735.116.508-44
José de Alencar Queiroz Menezes 044.989.088-05
José Firmino da Costa Neto 731.725.963-20
José Lopes 009.150.172-53
José Lopes Junior 683.958.842-49
José Soares Cordeiro 041.927.536-34
Jovino Luiz Ferri 316.638.772-20
Kelma da Silva Ribeiro 775.775.312-00
Kevio Romênio Monterio da Silva 056.675.827-08
Laginha Agro Industrial S/A 12.274.379/0001-07
Laurinho Caetano da Silva 066.012.192-15
Luiz Augusto Rebouças 238.102.549-91
Luiz Pedro Serafin 246.364.369-20
Madeireira Ipiranga Ltda 79.537.932/0001-28
Magnon Coelho de Carvalho 160.224.086-87
Manoel Ernesto Lima Alvim Soares Filho 024.194.134-23
Manoel Trigueiro dos Santos Filho 840.302.754-00
Manuel Gomes Xavier 545.186.794-15
Marco Antônio Lima e Arantes 554.787.356-04
Mário Biernaski 356.145.289-20
Milton Martins da Costa 129.420.657-53
Moacir Murilo Fernandes 480.665.679-87
Newton Oliveira 025.135.951-49
Nilson Erwino Lottermann 280.547.681-68
Onofre Marques de Melo 050.043.141-87
Organização Verdemar Ltda 65.124.307/0001-40
Orlando Barbosa de Souza 040.704.616-04
Oscar Antônio Rossato 208.997.420-68
Osmar Antônio Daghetti 928.751.061-04
Osmar Ramos Gomes 385.737.501-97
Osvaldo Marcelino de Mendonça 008.592.656-68
Parecis Energia S/A 07.655.520/0001-81
Paulo Roberto Elias Cardoso 288.882.516-34
Pedro Elias de Martins 682.058.057-68
Pedro Lourenço Montes 003.136.148-06
Quatro Irmãos Pedras Ltda ME 00.901.527/0001-97
Rita de Cássia de Oliveira Andrade ME 10.354.179/0001-39
Rogério Arioli Silva 337.702.800-59
Rogério Lopes da Rocha 042.089.907-32
Rubens Francisco Miranda da Silva 143.338.139-72
Samuel Kabacznik 000.572.822-34
Sávio Domingos de Oliveira 884.471.701-87
Sebastião Pinto de Almeida 197.655.681-34
Sebastião Rodrigues de Souza 031.030.566-72
Sete Sete Cinco Confecções Ltda 48.687.248/0001-07
Sidney Gonçalves de Jesus 403.986.502-25
Usina Salgado S.A. 10.383.750/0001-43
Usina Siderúrgica de Marabá S.A. 01.577.304/0001-89
Valber Falquetto 248.463.173-15
Valdecir Brás Luchi 574.861.317-49
Valdecir Brás Luchi 574.861.317-49
Valdemir Machado Cordeiro 474.871.867-68
Vicente Araújo Soares 718.131.526-96
Vicente Paulo Lourenço Lima 670.716.942-49
Vinícius Vancin Frozza 03.469.592/0001-83
Walder Machado 050.156.187-00
Walderez Fernando Resende Barbosa 039.609.516-04
Walter Machado Pereira 236.519.706-04
Zihuatanejo do Brasil Açúcar e Álcool S.A. 03.794.600/0004-00
Exclusões:
Empregador CNPJ/CPF
Antônio Fernando Bezerra 054.263.594-15
Antônio Sabino Rodrigues 542.529.626-68
Carlos Augusto de Freitas 173.008.601-25
Clézio Oliveira Naves 841.635.001-97
Estrela Agroflorestal Ltda. 79.441.168/0001-92
Fernando Jorge Peralta e Outros 017.518.598-00
Francisco Costa da Silva 154.167.984-91
Francisco Silva Cavalcante 040.486.522-49
José Palmiro da Silva Filho 111.577.121-34
Lauro de Freitas Lemes 460.714.076-72
Lidenor de Freitas Façanha Júnior 253.380.723-00
Luiz Carlos Brioschi 379.675.257-87
Manoel Marchetti Ind. e Com. Ltda 84.148.436/0005-46
Marizete Alves Silveira Araraquara ME 03.335.501/0001-17
Osmar Briochi 752.194.507-78
Osmar Richter 277.821.079-20
Reniuton Souza de Moraes 248.452.561-34

EXTRAIDO DO REVISTA FÓRUM>>>>

O racismo midiático e as elites logotécnicas
Por Dennis de Oliveira
Esta matéria faz parte da edição 128 da revista Fórum. Compre aqui.
Entre o final do século XIX e início do século XX, o racismo no Brasil travestiu-se de um discurso pretensamente científico ao importar as ideias das teorias da eugenia e da antropologia criminal, que eram fortemente presentes nos círculos intelectuais daqui. E foram ressignificadas. A teoria da eugenia prega a separação entre “raças”, afirmando que a mestiçagem produz um tipo degradado de ser humano. É a base de políticas segregacionistas, como o apartheid.
(Arman Dz / Flickr)
No Brasil, a teoria foi adaptada à circunstância de ser uma nação com maioria de população negra. Aí houve a adaptação para o “branqueamento”, a ideia de que a mestiçagem seria uma política “limpa” de faxina étnica. O diretor do Museu Nacional do Rio de Janeiro João Batista de Lacerda apresentou essa “solução brasileira” no Congresso Internacional das Raças de 1911, em Londres, como uma medida eficaz para a limpeza étnica, silenciosa e sem confrontos.
A mestiçagem foi novamente tratada, dessa vez como singularidade nacional, na obra de Gilberto Freyre, em Casa Grande e Senzala. E dessa vez não como uma solução de limpeza étnica, mas como símbolo de uma tolerância racial tipicamente brasileira que deu base à ideia da democracia racial. Freyre teve o mérito de deslocar o conceito de raça da biologia e colocá-la como categoria das ciên­cias antropológicas.
O que se percebe nessas experiências é que o racismo foi uma ideia discutida no campo das ciências. Foucault, em Microfísica do poder, fala que o racismo não surgiu como uma “ideologia política”, mas como uma “ideo­logia científica”. Isso é importante para que percebamos que o racismo é um discurso que tem uma lógica e é racional. Não se trata apenas de deturpação ou de ignorância (embora alguns racistas efetivamente tenham isso), mas de uma narrativa sofisticada e articulada. Por isso, ele persiste no imaginário de muitas pessoas, penetra nas instituições e estrutura as relações sociais do país, por mais que o movimento antirracista denuncie e tenha algumas vitórias no campo legal e normativo.
Os principais sujeitos do racismo científico são as elites intelectuais. Foi no campo acadêmico que ele se estruturou e a legitimidade dessa elite intelectual possibilitou a sua disseminação como narrativa ideológica. Partilharam desse discurso personalidades importantes na intelectualidade brasileira, algumas até próximas a propostas nacionalistas e progressistas, como o escritor Monteiro Lobato e o educador Anísio Teixeira, simpatizantes e até militantes da causa da eugenia.
O que percebemos atualmente é que a legitimidade do discurso racista vai paulatinamente se deslocando da esfera acadêmica para a midiática. São as elites logotécnicas, conceito de Muniz Sodré para definir o campo de profissionais que operam a indústria imagética e midiática, que operam o novo discurso racista. Novo porque o campo da indústria imagética é distinto da academia. Na academia, o elemento ideológico é a razão instrumental. Na indústria imagética, a visibilidade e a celebridade.
O caso recente do personagem da novela Amor à vida, que é uma criança negra adotada por um casal de classe média alta, é um exemplo disso. A criança negra terá os seus cabelos cortados porque o autor da novela – Walcyr Carrasco – diz que uma família rica que adotasse uma criança negra “faria isso” e que “quer um personagem que seja aceito”, ignorando que um ator da própria novela, Marcelo Anthony, tem uma criança negra adotada sem ter o cabelo raspado. Irritado com as críticas, ameaçou ainda que, se não ficarem satisfeitos, tira o personagem, e ponto.
Por diversas vezes, o movimento negro reivindicou cotas de participação de negros e negras nas produções midiáticas de ficção e publicidade, reivindicação sempre rejeitada pelos membros da elite logotécnica, sob a alegação que isso iria ferir a “liberdade de criação” do autor. Como se essa liberdade de criação não estivesse submetida às lógicas do capital que emprega tais autores.
O racismo midiático é uma das novas fronteiras de enfrentamento do movimento antirracista. E também uma das mais difíceis. Porém, conforme se observa em todos os outros campos da luta social, a democratização plena não acontecerá sem a democratização total da mídia.

EMICIDA - PAPEL, CANETA & CORAÇÃO


POR RICARDO MELO >>>>

O Brasil deve desculpas a Anderson Silva

Ouvir o texto
Para defender os espetáculos de pancadaria como esporte legítimo, o pessoal das lutas de vale tudo provavelmente usará a célebre foto de Domício Pinheiro. Era novembro de 1974, interior paulista. Naquele instantâneo memorável, Domício flagra o momento quando, numa disputa de bola, o atacante Mirandinha, então no São Paulo, quebra a perna esquerda ao se chocar com o zagueiro Baldini, do América de Rio Preto.
A imagem deve estar estampada nos jornais de hoje, pela incrível semelhança plástica com os registros do momento em que, ao tentar atingir o adversário, Anderson Silva espatifa a própria canela em Las Vegas. Vai servir, com certeza, para alimentar a ladainha que todo esporte tem sua dose de violência, ou que imprevistos acontecem em qualquer atividade. A comparação soa tão verdadeira quanto usar fotos de dois corpos estatelados no chão para dizer que ambos são iguais -não importa se um deles caiu por acidente do décimo-andar e o outro foi arremessado por algum meliante durante um assalto.
A polêmica, de todo modo, não é propriamente nova, mas ferve a cada drama como o de Anderson Silva. De minha parte, mantenho a convicção de que os embates de vale tudo, mesmo repaginados como MMA, UFC ou o que o valha, são um dos eventos mais repulsivos oferecidos sob a chancela de "esportivo". A começar do objetivo maior, quando não único e exclusivo: destruir fisicamente o adversário na base da porradaria desenfreada, com chutes, pontapés, socos e outros golpes igualmente "refinados".
Muitos dirão que o boxe também é assim. É mesmo bastante parecido, talvez um pouco mais asséptico. Por isso nunca tive especial interesse pelo que acontece nos ringues, exceto quando seus personagens ficam notórios pelas sequelas da troca de murros ou ganham destaque em seções diferentes dos jornais. Geralmente trata-se de gente humilde e socialmente injustiçada –logo presa fácil de mafiosos sedentos de lucros bilionários derivados da exploração dos "instintos mais primitivos". Que o digam nomes como Cassius Clay, hoje confinado a uma cadeira de rodas de tanto bater e apanhar, e Mike Tyson, cujo prontuário dispensa apresentações.
Mesmo com toda a corrupção, ganância e tapetaços desacreditando atividades como o futebol, há, por enquanto, uma distinção fundamental. Dentro das quatro linhas, o desempenho não se mede pela aniquilação física do oponente. Nos octógonos de vale tudo, a conversa é outra. Quanto mais um lutador destroçar o outro, mais prestígio, dinheiro e "reconhecimento" ele terá -até o momento em que se tornar imprestável como um galo estropiado incapaz de abater rivais nos ringues clandestinos. Chamar isso de esporte ultrapassa o cinismo. É empulhação pura e simples.
Detalhe: no Brasil, os galos são bem mais protegidos. Por ilegais, rinhas podem dar cadeia a quem as promover. Nada que um bom advogado não resolva, mas o constrangimento pelo menos fica. No caso do MMA, a vida é bem mais mansa. Os organizadores apenas correm o risco de enriquecer, virar celebridades e festejar índices de audiência. Tudo embrulhado num discurso de "trabalho social" que salva jovens sem futuro e fadados ao crime.
Anderson Silva não tem que pedir desculpas ao Brasil, como fez depois da derrota.
O país é que tem que pedir desculpas a Anderson Silva.

RECORDANDO >>>

Empresária conta como descobriu cemitério de escravos, ao reformar casa
 
“Quando encontrei uma arcada dentária de criança fiquei assustada. Pensei em uma chacina, que alguém havia matado a própria família”
Empresária encontrou cemitério de escravos em casa (Imagem: Fundação Biblioteca Nacional)
Empresária do ramo da dedetização, Ana Maria de la Merced Guimarães, nunca imaginou que a compra do imóvel na rua Pedro Ernesto, nº 36, no bairro da Gamboa, zona portuária do Rio, mudaria radicalmente sua vida, a de seu marido, Petruccio, e das três filhas. Em 1996, durante uma reforma, a família descobriu ossadas debaixo da casa. A princípio, desconfiou que fossem de cachorros, até encontrarem várias arcadas dentárias humanas.
“Quando encontrei uma arcada dentária de criança fiquei assustada. Pensei em uma chacina, que alguém havia matado a própria família. Pensei o pior. Liguei para minha advogada, que ligou para um delegado. Depois, com a cabeça fria, lembramos que a Gamboa é uma região histórica”, contou.
A casa de Merced e dezenas de outras casas do bairro haviam sido construídas por cima de um cemitério de escravos do século 17. Após pesquisas e estudos dos artefatos, descobriu-se que a maioria dos mortos enterrados eram crianças e pré-adolescentes. Por esse motivo, o cemitério ficou conhecido como Pretos Novos (criado em 1769 e extinto em 1830). Lá foram enterrados, em covas coletivas, escravos que não resistiam à longa viagem nos navios negreiros vindos da África.
“Este cemitério era conhecido por poucos, esquecido por todos. Um passado funesto, mas importantíssimo para a nossa cidade. Isto representa o Holocausto negro. Aqui embaixo estão enterradas milhares de pessoas. A maioria pré-adolescente. Isto aqui representa um crime contra a humanidade e não pode ser esquecido”, declarou Merced. Além das ossadas, também foram encontradas cerâmicas e conchas.
A notícia sobre a existência de um cemitério de escravos acabou atraindo visitantes do Brasil e de outros países interessados em saber mais sobre a história envolvendo as mortes e o local. “Passamos a abrir a casa para pesquisadores, estudantes, jornalistas, uma média de dez a 15 pessoas por mês”. Novos amigos surgiram, assim como a admiração pelos artefatos e pela história.
Em 2005, ela e o marido compraram mais dois terrenos na mesma rua, um deles se tornou a sede do Instituto de Pesquisa e Memória dos Pretos Novos, fundado naquele ano por Merced, amigos e estudiosos do tema. Dezessete anos depois, Merced e o marido são responsáveis pela manutenção e promoção do instituto, que é também uma galeria de arte e um museu memorial.
Em 2011, mais uma surpresa: na busca por mapear o cemitério, arqueólogos descobriram um sambaqui, sítio pré-histórico formado pelo acúmulo de conchas, moluscos, ossos humanos e animais de mais de 3 mil anos e vestígios do primeiro encontro entre indígenas Tupinambás e portugueses que aqui chegaram pela primeira vez.
A dedicação à causa custou à família sacrifícios que emocionam Merced até hoje. “Fomos proibidos de fazer a obra e, em 1998, tivemos que sair correndo da casa, que ameaçava desabar por causa das escavações e das chuvas. Minhas filhas, na época adolescentes, tiveram que morar em um abrigo na nossa empresa até 2001”, contou entre lágrimas. “Isso ficou nas nossas mãos sem ninguém assumir esta responsabilidade”.
Hoje, o local também conta com um núcleo de pesquisa e oficinas de história sobre os pretos novos. Em 2012, mais de mil pessoas participaram das atividades promovidas pelo núcleo. A Companhia de Desenvolvimento Urbano e Portuário da prefeitura contribui com um pequeno aporte para cobrir os gastos com conta de luz, água e limpeza. A maior parte das receitas vem de doações e do bolso da família. A manutenção das janelas arqueológicas e produção de folhetos explicativos também são de responsabilidade da prefeitura, mas quem cuida e mantém aberto o lugar é Merced e o marido.

CORUJA:


TRINA - OWLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!!


PORCHAT >>>>


CONVITE:


VERDADE:


RACISMO, DIGA NÃO!!!!!!

Cor da pele aumenta risco de homicídios

Em Alagoas é o local onde a diferença entre negros e não negros é mais acentuada – a taxa de homicídio para população negra atingiu, em 2010, 80 a cada 100 mil indivíduos. No estado, morrem assassinados 17,4 negros para cada vítima de outra cor.
violenciabrasil
"O negro é duplamente discriminado no Brasil, por sua situação socioeconômica e por sua cor de pele", lê-se no relatório.
Alagoas, Espírito Santo e Paraíba concentram maior número de negros vítimas de homicídio. Em Alagoas, os homicídios reduziram em quatro anos a expectativa de vida de homens negros. Entre não negros, a perda é de apenas três meses e meio. O estado nordestino apresentou o pior resultado entre todas as Unidades da Federação, de acordo com um estudo divulgado recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A Nota Técnica Vidas Perdidas e Racismo no Brasil calcula, para cada estado do país, os impactos de mortes violentas (acidentes de trânsito, homicídio, suicídio, entre outros) na expectativa de vida de negro e não negros, com base no Sistema de informações sobre Mortalidade (SIM/MS) e no Censo Demográfico do IBGE de 2010.
Considerando apenas o universo dos indivíduos que sofreram morte violenta no país entre 1996 e 2010, constatou-se que, para além das características socioeconômicas – como escolaridade, gênero, idade e estado civil –, a cor da pele da vítima, quando preta ou parda, faz aumentar a probabilidade do mesmo ter sofrido homicídio em cerca de oito pontos percentuais.
Novamente Alagoas é o local onde a diferença entre negros e não negros é mais acentuada – a taxa de homicídio para população negra atingiu, em 2010, 80 a cada 100 mil indivíduos. No estado, morrem assassinados 17,4 negros para cada vítima de outra cor. Espírito Santo e Paraíba também são destaques negativos no ranking elaborado pelo Ipea, com, respectivamente, 65 e 60 homicídios de negros a cada 100 mil habitantes (no Espírito Santo os assassinatos diminuem a expectativa de vida dos homens negros em 2,97 anos; na Paraíba, em 2,81 anos).
"O negro é duplamente discriminado no Brasil, por sua situação socioeconômica e por sua cor de pele. Tais discriminações combinadas podem explicar a maior prevalência de homicídios de negros vis-à-vis o resto da população”, afirma o documento.



Notícia publicada no portal Adital.

RECORDANDO:

Após “provocação”, Latuff é alvo de ameaça de morte: “Posso ser assassinado”
Cartunista é alvo de mensagens ofensivas de admiradores da Rota e de policiais e reclama do “Estado policial”
Por Igor Carvalho
Imagem divulgada pela página “Fardados e Armados” no Facebook
O cartunista Carlos Latuff está sendo alvo de provocações e ameaças de morte desde que publicou, em seu perfil no Facebook, uma declaração sobre a morte do casal de policiais militares, que podem ter sido assassinado pelo filho. “Garoto mata seu pai, que era policial da Rota…esse menino precisa de duas coisas: atendimento psicológico e uma medalha”, disse o cartunista na rede social.
Latuff, em entrevista à Fórum, afirma que a frase foi uma “provocação”. “Esse tema é tabu. Não podemos tratar da violência policial no Brasil. Vivemos em um Estado policial, e nesse Estado você não pode ser crítico, senão é ameaçado”, afirma o cartunista.
Uma mulher, identificada como Cardia Ma, que trabalharia na OAB de São Paulo e que, em seu perfil no Facebook diz ter trabalhado na Polícia Militar, mandou uma mensagem a Latuff: “Vc é um lixo humano…cai na minha frente que vou te mostrar como tratar uma pessoa como vc…vou meter a .40 [arma] na tua cara.”
O brigadista Giovani da Silva Pereira afirmou, no seu perfil do Facebook, que se encontrar Latuff, “baixa ele”. A página “Fardados e Armados”, também na rede social, alertou seus seguidores sobre o cartunista. “Guerreiros do Sul – RS, SC e PR se esbarrarem com esse sujeito já sabem de quem se trata. Declaradamente contra as forças policiais esse LIXO maconheiro está festejando a morte da família do Sargento Pesseghini da ROTA/SP.”
Brigadista ameaça “baixa” Latuff
Na página “Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar Rota” outro alerta aos seguidores, em tom ofensivo. “O vagabundo cheira pó pelo lado errado e depois reclama que toma prensa da Polícia, Carlos Latuff sempre sendo infeliz, calado é um poeta”. Na sequência, nos comentários da publicação, muitas ameaças e ironias ao cartunista. Em um dos comentários, um dos admiradores da página sobre a Rota, afirma: “Se vc apoia esse lixo é terrorista igual e se é terrorista, tem mais é que morrer, lixo.”
Latuff afirma que não se arrepende da declaração e nem voltará atrás no que disse. “Quem quer fazer não ameaça, vai e faz. Mas estamos falando de uma polícia que mata mesmo. Não foi a primeira vez que recebo ameaças, se tratando da polícia, tudo pode acontecer, mas saibam que posso ser assassinado.”

POR FÁBIO EMECÊ >>>>

"Um herói preto
não tenta salvar o mundo
não tenta pagar as contas
não tenta ser fecundo
não serve de exemplo
não defende lamentos
não corre dos eixos
um herói preto
se liberta da neurose
da peste instalada na gnose
da rivalidade dos da mesma prole
da mortandade que tanto nos encolhe
para que as serras das barrigas
continue semeando vida!"

POR MV BILL >>>>

Alex Pereira Barboza
Em 2014...
Novo EP com 5 musicas...

PEDRA NO CAMINHO-sobre a destruicao do Crack na vida do viciado e da familia.
UM TIRO-resultado de uma festa na favela com bebida liberada e gente armada.
CAMPO MINADO-sobre a ocupaçao que eh beeem diferente da pacificaçao.
BRADO RETUMBANTE-indignaçao coletiva.
TESTEMUNHA OCULAR-sobre trabalhador confundido com bandido,jovem no crime do creme e pedofilo em dia de azar.

No inicio de 2014...

POR JUH DE PAULA >>>>

Todo corpo cansado deveria merecer
Pra não padecer
Um beijo molhado
Um abraço apertado
Alguém pra lhe ser ...
Todo corpo , Todo corpo
Deveria descrer no cansaço
De alguém ter um pedaço pra lhe somar
Quando anoitecer
Todo corpo cansado deveria ter
Um caso pra um afago
Pra que um sorriso largo o aperte e o faça aquecer ...
Uma cama pequena
Do lado uma alma serena pra falar
Pra fazer
De água , água gelada pra banhar
Companhia viscosa para a falta matar
Para a folga tirar
De falta de espaço pairar
Deveria
Todo corpo cansado, acompanhado
Deveria descansar ...

/Juh DePaula

FAZ SENTIDO...

Você acha que a sua vida está uma merda, aí você vê gente divulgando o whatsapp no Facebook e se sente melhor.

POR SÉRGIO VAZ >>>>

Mas a vida, meus irmãos e irmãs,
Não cabe dentro do calendário, ela não é submissa aos dias e nem escrava das horas como pensam e querem os domadores de almas livres.
A Vida é o que cada um acredita,
tão breve dentro de nós e ainda assim infinita.
Não desperdíce seu dia!

SERGIO VAZ

EXTRAIDO DO FACE - EU SOU MEIGA, PORRA²:

"Não é fácil explicar. Faço as coisas por empolgação e no outro dia, sei lá. Sou dessas pessoas que ficam procurando as canções no rádio até achar um clássico, algo perfeito para aquele horário do dia, aquele semáforo. A música acaba e eu troco de estação." Gabito Nunes

EXTRAIDO DO FACE - EU SOU MEIGA, PORRA:

"Mil negas cairão ao teu lado, dez mil à tua direita. Mas eu não, porque não sou tuas nega."

EXTRAIDO DO BLOG - EU PENSO QUE...

CARROS ALUGADOS PARA GABINETES DE ROSINHA E CHICÃO CUSTAM R$ 575 MIL POR ANO

publicado na página 10 da edição do Diário Oficial de 30/12/2013 

A locação dos 06 (SEIS) carros, incluindo um BLINDADO, para atender aos gabinetes da prefeita Rosinha e do vice-prefeito, Chicão Oliveira, custam aos cofres públicos nada menos que R$ 575.722,79 por ano. Foi publicado no Diário Oficial de hoje (veja acima), o oitavo aditamento, com a prorrogação por mais um ano do contrato original, que e de 2009.
Fazendo as contas: R$ 557,722,79 divididos por 12 meses dá R$ 49.976,00 a cada dia, ou seja, o suficiente, ou quase isso, para comprar um carro de bom padrão a cada mes.
A empresa (LUMINTECH COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA) é a mesma é a mesma da qual a PMCG alugou(reveja aqui e o extrato abaixo) um número não divulgado de carros por R$ 8.336.987.04.

Publicado na página 30 do Diário Oficial de 30/11/2013

EXTRAIDO DO BLOG DO ERIK SCHUNK:

ESTRADA DORES DE MACABU-QUISSAMÃ ALAGADA. CARROS SÓ PASSAM EM BALSAS IMPROVISADAS. "PEDÁGIO CUSTA R$ 5,00"

Enquanto a Corte da prefeita Rosinha Garotinho se diverte no litoral, o interior do município continua entregue à própria sorte.
Vejam, caros leitores, que situação estão enfrentando os moradores de Dores de Macabu e todos que precisam utilizar a estrada para se dirigir até o vizinho município de Quissamã. Parte da estrada está completamente alagada e para passar está sendo utilizado um trator particular que puxa os carros colocados sobre uma espécie de chassis de caminhão que foi apelidado de "balsa". A travessia custa R$ 5,00.
O governo municipal deve ter se esquecido que Dores de Macabu também faz parte do município de Campos dos Goytacazes porque até agora nenhuma providência foi tomada para ajudar no escoamento das águas e aliviar o sofrimento da população.



                                                     Fotos: Erik Schunk


EXTRAIDO DO BLOG - ESTOU PROCURANDO O QUE FAZER:

Até quando Rosinha Garotinho???

QUANTO VALE UMA VIDA EM CAMPOS?

Não sou nenhum monge franciscano, nem tenho pretensões de buscar identidade com Madre Tereza de Calcutá, mas, confesso, que os dramas humanos me incomodam. 

Ainda agora, enquanto o governo municipal se prepara para a farra, na acepção da palavra, da passagem de ano, no Cabo de São Tomé, uma paciente se equilibra na lâmina da navalha para esperar que seu sofrimento tenha a solução médica já diagnosticada.
Ela espera desde setembro.
Hoje falei, pelo telefone, com a irmã de Adriana e ela disse que NINGUÉM do governo fez qualquer contato com a família.
Leia a carta dela. E que alguém do entorno da prefeita, com um mínimo de sensatez, faça com que o relato chegue às suas mãos:



Quantitativamente o custo da festa passa, com sobra, da casa dos milhões. A cirurgia que pode salvar Adriana vale 13 mil reais. Eu sei que são verbas rubricadas, mas os números do orçamento municipal, 2,5 bilhões de reais, não deixam dúvidas que há dinheiro para a operação, mas falta vontade política? Falta mais: sensibilidade!

Fonte: Blog Fernando Leite & Outros Quintais

EM CONTRAPARTIDA:


CARROS ALUGADOS PARA GABINETES DE ROSINHA E CHICÃO CUSTAM R$ 575 MIL POR ANO

publicado na página 10 da edição do Diário Oficial de 30/12/2013


A locação dos 06 (SEIS) carros, incluindo um BLINDADO, para atender aos gabinetes da prefeita Rosinha e do vice-prefeito, Chicão Oliveira, custam aos cofres públicos nada menos que R$ 575.722,79 por ano. Foi publicado no Diário Oficial de hoje (veja acima), o oitavo aditamento, com a prorrogação por mais um ano do contrato original, que e de 2009.
Fazendo as contas: R$ 557,722,79 divididos por 12 meses dá R$ 49.976,00 a cada dia, ou seja, o suficiente, ou quase isso, para comprar um carro de bom padrão a cada mes.
A empresa (LUMINTECH COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA) é a mesma é a mesma da qual a PMCG alugou(reveja aqui e o extrato abaixo) um número não divulgado de carros por R$ 8.336.987.04.

Publicado na página 30 do Diário Oficial de 30/11/2013

Fonte: Blog Eu Penso que...

DEU NO JORNAL:

É DESSE JEITO!!!!!!


CONVITE:


BEYONCÉ & RIHANNA


STYLE:


AO PÉ DA LETRA...


PREÇO ÚNICO:


AOS FÃS E OUVINTES DO BLACK TOTAL:

BLACK TOTAL 49 - FAÇA O DOWNLOAD NO MEU BLOG -->> waguinhobsl.blogspot.com

MÚSICA DO DIA:

Caetano Veloso - Um Índio


Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante

E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante

Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias

Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá


Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico

Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito


E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio