SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

AOS FÃS E OUVINTES DO BLACK TOTAL:

OUÇA E BAIXE O BLACK TOTAL 57 >>>>>
(DE CARA NOVA)

GRAVADO NO WBSL STUDIO

LOCUÇÃO E SELEÇÃO MUSICAL - WAGUINHO

PRODUÇÃO: WAGUINHO

É DESSE JEITO >>>>


CORUJA:


UM PASTOR CHEIO DE GRAÇA:


QUE ISSO FERA????!!!!!


CONVITE:


TOMA!!!!!!!!!!!!!


OWLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!


CONVITE:


DA SÉRIE - NÃO SABE NADA, INOCENTE!!!!


POR JUH DE PAULA >>>>

Não queremos favores
Nem nada emprestado
Viemos buscar o que é nosso
O que por herança nos foi dado
Mais do que bundas em programas
Ou a imagem servil que nos imprimiram na testa
Somos mais, bem mais do que corpos
Ou companhias em festas
Respeitem- nos ou respeitem-nos
Hoje já não pedimos mais licença
O caminho está aberto, ou deveria
Não se preocupem com nossas raízes
São livres e diferentes das vossas almas
Aprisionadas pela ignorância
Ignore se achar possível
Porém suporte o fato de termos nascido tão vivos. 

(Juh DePaula)

POR MACARRÃO >>>>

Macaco é o caralho!!!! Banana é o caralho!!!!!!!!
Vamos parar de fogo no cú, porra!!!!!!!

TEM ALGUMA COISA MUITO ERRADA, QUANDO A PALAVRA MAIS SENSATA É A DA GRETCHEN...

Na hora chamar o Richarlysson de "viado" ninguém liga e acha graça, mas quando chamam o Daniel Alves de "macaco" todo mundo se dói.
Preconceito é preconceito de qualquer jeito, quero ver usarem a hashtag ?#?SomosTodosViados? porque ser macaco é fácil...

POR DOM NEGRONE² >>>>

NA MORAL ...

O Racismo se combate quando:

Você assiste novela é vê que a quantidade de negros é desproporcional.
Quando alguém não senta do seu lado no ônibus por causa de sua cor.
Quando você está num local público e o único a ser revistado não é branco.
Quando ao entrar no Banco e ver a cor das pessoas quando a porta giratória trava.
Quando alguém esconde os pertences ao notar a aproximação de uma pessoa de cor.
Etc...
Mas o melhor meio de começar a combater o racismo mesmo é:

REESCREVAM OS LIVROS DE HISTÓRIA ...
... Para que as novas gerações cresçam menos ignorantes !!!

CONVITE:


RIHANNA:


CONVITE:


MODINHA >>>>


EXTRAIDO DO BLOG - TE DOU UM DADO:

Amigos da Onça

Publicado por: Lele
No Ego:
Untitled 115 Nada como o sorriso de uma criança

Criança não mente, então vamos ver o que os baixinhos acharam da casa de festas?
Untitled 25 Nada como o sorriso de uma criança
Preferia estar em casa vendo Netflix.

CONVITE:


CONVITE:


SOMOS TODOS MACACOS


CONVITE:


VAI VENDO ...

EXTRAIDO DO KIBELOCO:

DEU NO FACE:



Hoje Em Dia há Tanta" CRIANÇA "
Fazendo " SEXO ", Que Daqui A
Pouco
Já Vão Inventar A" CAMISINHA
Da "
HELLO KITTY " E Do " BEN 10

EXTRAIDO DO BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES:

Nos 100 anos de Caymmi e Lacerda, o blog toca a obra-prima que eles criaram

Mário Magalhães

( O blog está no Facebook e no Twitter )
Numa coincidência do destino, dois gigantes da história do Brasil vieram ao mundo no mesmo dia e no mesmo ano do século XX: o baiano Dorival Caymmi e o carioca Carlos Lacerda, cujos centenários de nascimento se completam por estas horas, na quarta-feira 30 de abril de 2014.
A foto de Dorival Caymmi lá em cima retrata o que ele foi durante toda a vida, compositor genial e cantor sedutor.
Já a do tribuno Carlos Lacerda eterniza um momento relativamente breve da sua existência, o de militante de esquerda vinculado ao Partido Comunista. Escolhi a imagem de 1935 porque ali e nos anos seguintes Lacerda conviveria com o escritor Jorge Amado, quadro do PCB, e Dorival Caymmi, simpatizante do partido.
Na década de 1940, Carlos Frederico Werneck de Lacerda (Carlos em homenagem a Karl Marx; Frederico, a Friedrich Engels) se tornaria o mais brilhante anticomunista que o país conheceu, um infatigável semeador de golpes de Estado e o orador mais talentoso da República. No flanco direito, acabaria rompendo ou se afastando de Jorge e Caymmi.
Na segunda metade dos anos 1930, os três ainda na esquerda, Caymmi compôs a melodia, e Lacerda e Jorge escreveram a letra de uma linda canção, “Beijos pela noite”.
Por conta dos desencontros ideológicos, essa obra-prima só viria a ser conhecida nos festejos dos 80 anos de Dorival. Quem esquadrinhou a origem da composição foi Stella Caymmi, em sua ótima biografia do avô, “Dorival Caymmi: O mar e o tempo” (Ed. 34, 2001).
Procurei o livro, mas a biblioteca aqui de casa está um caos, e não o encontrei. Lembro que Stella revelou que a primeira parte da letra é de Jorge Amado, e a segunda, de Carlos Lacerda.
Como entusiasta de um rabo-de-saia, Jorge celebra a paixão:
“Aqui/ O teu corpo nos meus braços/ Nossos passos pela estrada/ Nossos beijos pela noite/ E a Lua/ Pelos campos minha amada/ Pelos bosques, pelas águas/ Acompanha o nosso amor”.
Lacerda, ao contrário, deprime-se como o jovem, ele, que tentara o suicídio na juventude (isso eu li no primeiro volume da biografia “Carlos Lacerda: A vida um lutador”, do historiador John W. F. Dulles (Nova Fronteira, 1992):
“Hoje já passado tanto tempo/ Pela noite escura e triste/ Pelas vias alamedas/ A chuva apaga a marca dos teus passos/ Do caminho abandonado/ A saudade é o meu luar”. (…) “Um dia sentirás a mocidade / No teu corpo fatigado/ Da saudade dos caminhos/ Então sob a lembrança dos meus beijos/ Nosso amor adolescente poderá recomeçar”.
Ouça clicando aqui, na belíssima interpretação de Danilo e Simone Caymmi.
Quantas outras músicas como essa o trio não poderia ter criado?
Em 1945, Caymmi (1914-2008) comporia o jingle da campanha eleitoral comunista:
Ordem e tranquilidade
Progresso e democracia
Para o povo igualdade
O partido é o nosso guia
Em 1950, Carlos Lacerda (1914-1977)  pregou:
“O sr. Getulio Vargas, senador, não deve ser candidato à Presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à revolução para impedi-lo de governar”.
Volta e meia me perguntam quem eu gostaria de biografar, se viesse, o que é pouco provável, a escrever uma nova biografia.
Encho a boca para responder: Carlos Lacerda, Leonel Brizola e Mário Pedrosa.

EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO²:

Reclama de haitianos no Brasil e ainda diz que somos todos macacos

Leonardo Sakamoto

Fico descrente diante de comentários de colegas jornalistas, espumando preconceito e desinformação, criticando o “peso” dos imigrantes haitianos para a estrutura de atendimento de saúde, educação e assistência social e reclamando do estorvo econômico que é chegada desse pessoal.
Como se eles mesmos não fossem frutos de alguém que deixou sua terra natal por desalento ou esperança (quando a migração foi voluntária) ou trazida à força em um porão de navios.
Os haitianos não vêm simplesmente buscando oportunidades (não encontradas no país abalado pelo terremoto de 2010, que matou 300 mil pessoas, pondo abaixo sua já frágeis economia e instituições), mas também atendendo ao chamado brasileiro por mão de obra – assim como ocorre com os bolivianos. Sim, esse fluxo migratório atende à demanda por força de trabalho do Brasil, em que determinadas ocupações já não são preenchidas apenas por brasileiros, como empregadas domésticas, costureiras e operários da construção civil e de frigoríficos.
Sob a perspectiva mal informada de parte população, contudo, vêm “roubar” empregos. Isso quando o preconceito não descamba para o medo de roubo de relógios, jóias, carros e casas.
A verdade é que muita gente, do Acre, a São Paulo, passando por Brasília, não sabe de onde vem o incômodo que sente ao ver centenas de haitianos chegando e andando pelas ruas brasileiras.
Tenho certeza que, se tivéssemos loiros escandinavos pedindo estada ao contrário de negros, a história seria diferente. Ou seja, para esse pessoal o problema é o racismo mesmo. Com todas as letras. Somado, é claro, à sempre presente discriminação por classe social – negros ricos são menos queridos do que tolerados em uma sociedade preconceituosa como a nossa.
Algumas das pessoas que pensam dessa forma devem estar postando selfies com bananas, dizendo que somos todos macacos – um lema ridículo que faz uma crítica vazia, funcionando muito mais como modinha por oportunistas do que ajudando na conscientização sobre as causas e as consequências do preconceito. Aliás, foi ótimo para mostrar o que já sabíamos: no dia a dia, #somostodosridículos.
Por fim, o fato da maioria de nossos antepassados ter sido explorada até o osso quando aqui chegou é mais um motivo para tratarmos com respeito os que, agora, chegam para ajudar nosso crescimento econômico e em busca de seu sustento.
O governo federal, que é o principal responsável por organizar esse processo, demorou para viabilizar e financiar estruturas de acolhida, apoio e intermediação oficial de mão de obra de modo a evitar a superexploração de imigrantes que já começa a acontecer. Ou seja, mexer-se, coordenar o processo.
Se o fluxo migratório boliviano ocorre, principalmente, para a capital e o interior do Estado de São Paulo, os haitianos espalham-se pelo país, com especial interesse nos Estados do Sul. Na gestão federal passada, ocorreram ações, como a intermediação de contratos com empreiteiras e que empregaram milhares de haitianos. Por que não desenvolver a política?
Enquanto isso, a sua vulnerabilidade se traduz em números: 21 foram libertados do trabalho escravo em uma ação de fiscalização do poder público em Cuiabá (MT), em uma obra do “Minha Casa, Minha Vida”. Outros 100 acabaram resgatados da escravidão em uma obra da mineradora Anglo American, em Conceição do Mato Dentro (MG) – ambos os casos no ano passado.
Coordenamos, há anos, uma “força de paz” no Haiti com o objetivo de ajudar a garantir a ordem e a reconstruir o país. O Brasil sempre disse que o Haiti deveria vê-lo como um grande irmão do Sul. Nada mais justo portanto que, no momento de necessidade, passarem um tempo na casa desse irmão. Ou, se quiserem, estabelecerem-se por aqui.
Ou não te incomoda agirmos como os idiotas agiam há 200, 100, 50 anos atrás?

EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO:

Ofensas a alemães na internet rendem condenação criminal a brasileiro

Leonardo Sakamoto

O Tribunal Regional Federal da 3a Região condenou um internauta brasileiro que praticou e incitou discriminação contra o povo alemão. “Alemães devem ser mortos”, “Matadores frenéticos na Alemanha, peguem suas armas e matem quantos alemães forem possível! Eles merecem!”, entre outras pérolas, foram postadas por ele nos dias que se seguiram ao atentado ocorrido na cidade de Winneden, na Alemanha, em 11 de março de 2009, quando um ex-aluno entrou em uma escola, matou 15 pessoas e suicidou-se.
O réu trabalhou como executivo em escritórios de uma multinacional alemã tanto no Brasil quanto na própria Alemanha.
O governo alemão pediu para o Brasil apurar as declarações por suspeita de que elas poderiam estar envolvidas com atos terrorista contra seus cidadãos – o que veio a não se comprovar.
Contudo, o Ministério Público Federal em São Paulo, com o inquérito policial na mão, decidiu levar adiante o caso como crime de discriminação contra uma nacionalidade, mesmo que o governo alemão não tenha solicitado isso. O MPF tem competência legal para, através de uma ação civil pública, processar o réu em nome do bem comum.
Em sua defesa, o réu afirmou que os comentários, postados originalmente em alemão, não partiram de sua máquina e que ela poderia estar infectada por algum vírus que teria feito o servicinho sujo de permitir que outras pessoas compartilhassem o seu IP. Contudo, isso não foi comprovado. A postagem de vídeos ofensivos aos alemães, aliás, também foi feita com o mesmo e-mail e IP do usuário em questão.
Inicialmente, o juiz da 2aVara Criminal Federal de São Bernardo do Campo, onde o réu morava, absolveu-o, afirmando que não é qualquer manifestação de pensamento, mesmo que possa parecer afrontosa, que configura discriminação de determinado grupo. Segundo ele, é necessária a intenção, caso contrário seria uma diminuição indevida do direito à livre manifestação de pensamento, ainda que este direito, segundo ele, não constitua primado absoluto. Cita que manifestações contrárias à lei, como a Marcha da Maconha, são aceitas, desde que de forma pacífica.
Afirmou que apesar do réu ter usado termos “chulos fortes e, até certo ponto, ofensivos” tais manifestações ocorreram em um grupo na internet que discutia o atentado terrorista. “Discussão indubitavelmente aviltante, de baixo calão e provocadora de uma série de insultos” porém, segundo o juiz, “em nenhum momento causadora da prática de discriminação reiterada e uniforme voltada ao povo alemão”. Para ele, essas colocações pontuais eram “desprovidas de um caráter pedagógico, de tentativa de convencimento de ideias”.
Contudo, o procurador regional da República Pedro Barbosa Neto, em seu recurso da decisão, afirmou que o fato do governo alemão não ter solicitado punição por discriminação é irrelevante, pois o ordenamento jurídico brasileiro repudia manifestação de preconceito de origem. Da mesma forma, as mensagens terem surgido em um ambiente de bate-papo “não desnatura o evento criminoso”, destacando o potencial de alcance via rede. Em sua opinião, “restou plenamente comprovado o discurso preconceituoso e odioso direcionado contra o povo alemão”.
Citou o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, que “a prerrogativa concernente à liberdade de manifestação do pensamento, por mais abrangente que deva ser o seu campo de incidência, não constitui meio que possa legitimar a exteriorização de propósitos criminosos, especialmente quando as expressões de ódio racial – veiculadas com evidente superação dos limites da críticas política ou da opinião histórica – transgridem, de modo inaceitável, valores tutelados pela própria ordem constitucional”.
Para fundamentar seu ponto cita o Pacto de São José da Costa Rica (o pacto interamericano de Direitos Humanos), o artigo 5o da Constituição e a lei 7.716/89, afirmando que não pode ser aceito apologia ao ódio nacional, que racismo é crime inafiançável e que induzir à discriminação é crime com pena de reclusão de um a três anos e multa.
A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3a Região acompanhou o voto do relator, o desembargador Paulo Fontes, e condenou o réu a dois anos de reclusão em regime aberto (substituindo a pena privativa de liberdade em prestação de serviços à comunidade por dois anos e pagamento de uma compensação financeira de meio-salários), além de pagamento de cinco salários-mínimos como multa. O acórdão é de fevereiro deste ano.
“Tanto pela teoria interna quanto pela teoria externa que servem à fixação de limites ao exercício de direitos fundamentais, a liberdade de expressão do pensamento e seus correlatos na comunicação social reconhecem a existência de limites ao exercício desses direitos, mesmos nas sociedade pluralistas nas quais a tolerância com os intolerantes deve ser observada”, diz a ementa do acórdão.
Segundo os desembargadores, “o réu avançou nos limites de seu direitos constitucional de expressão de pensamento”.
Para fundamentar seu ponto cita o Pacto de São José da Costa Rica (o pacto interamericano de Direitos Humanos), o artigo 5o da Constituição e a lei 7.716/89, afirmando que não pode ser aceito apologia ao ódio nacional, que racismo é crime inafiançável e que induzir à discriminação é crime com pena de reclusão de um a três anos e multa.
A pena, contudo, não poderá ser executada porque o réu faleceu. De qualquer forma, a decisão do acórdão servirá como referência para outros casos.

CONVITES:


ESSE É O PAÍS DA COPA...


EIS AQUI, UMA CAMPANHA DE MERDA >>>>


CONVITE:


POR DOM NEGRONE >>>>

 Um jogador negro é hostilizado de forma preconceituosa...
... e todos aderem a campanha ?#?somostodosmacacos?.
Cansaram de chamar o Richarlyson de Homossexual e nunca vi uma alma viva vir ao facebook e postar ?#?somostodosviados? !!!

OBS: A discriminação é diaria, de várias formas e de várias cores !!!

POR FERRÉZ >>>>

Marca de Luciano Huck lança camiseta ‘Somos todos macacos’
Porra, quem conhece tá ligado, tá de caozada total, mas pra ganhar um qualquer tá valendo tudo, na moral, perdeu as estribeiras, macaco é o caralho! branco rico, nunca sofreu, nunca sonhou com uma casa sem o córrego na frente, nunca participou de um debate na vida, vem posar de exemplo! Ai você vê as atrizes usando "não merecemos ser assassinadas". fica tranquila, não serão. Polícia longe da favela é servil.
Ferréz

POR BRUNA DIAS >>>>


Bruna Dias -  Todo mundo quer ser macaco quando jogador de futebol é hostilizado no estádio. Fácil.
Quero ver ser macaco quando preto é amarrado no poste e humilhado, quero ver ser macaco quando
"Claudias" são arrastadas pelo carro da PM na favela ou quando "Douglas" são executados porque foram
confundidos com traficantes. Me mostra um querendo ser macaco nessas situações e eu me calo.

EXTRAIDO DO BLOG DO XICO SÁ:

A volta da fêmea-Nostradamus

Por Xico Sá
30/04/14 00:10
One-MaleNostra
Da costela do homem frouxo, nasceu a fêmea-Nostradamus. A desconfiada de véspera. Óbvio que ela é resultado de muitas promessas masculinas não-cumpridas. Ela cansou de mascar o jiló do desprezo.
Algumas delas, porém, exageram no modo apocalíptico de ver uma história. Como R., personagem desta crônica baseada em um caso real:
Sei, está bom demais para ser verdade. Sei, fazia tempo que alguém não se devotava tanto. Sim, posso imaginar o que esteja pensando: “Esse cara vai me levar às alturas e me deixar sozinha no despenhadeiro”.
“Não, não vou cair mais nessa, sei o tamanho de tombos do gênero,” você prossegue nas suas reflexões, nervosa, nervosíssima, daqui a uma hora se encontrarão mais uma vez.
Ele a convidou para jantar fora. Quanto tempo alguém não a tratava com tanta distinção.
Você se sente valorizada, mas está com medo, pode ser apenas mais um truque do homem-bouquet, o cara que arrota conhecimento de vinhos finos. Que que eu faço, Diós mio?, você está perturbada diante do dom Juan.
“Ele só quer sexo”, você pensa, como se até o sexo fosse uma coisa ruim. “Vai ficar comigo e na manhã seguinte esse telefone emudecerá de vez, nem SMS…”
Você projeta o futuro no pior cenário possível. Sim, não à toa, baseia-se no repertório deixado por outros homens.
Você consulta a amiga, a amiga mais cética, porque você está querendo ouvir algo desencorajador.
A amiga recomenda muito pé atrás. A amiga já levou muitos tombos e, de alguma forma, isso é humano, demasiadamente humano, sente uma certa ponta de inveja da sua história.
Falta meia hora para o novo encontro. Você confere o cabelo e acha péssimo. Você está desesperada como uma daqueles mulheres dos filmes de Pedro Almodóvar. “Por que esse cara vem logo para o meu lado”?”, você beira a paranoia delirante.
O carro dele pára na frente da sua casa. Há tempos você não ouvia aquela buzina que parece tocar uma música romântica do Barry White. A buzina chama para a vida lá fora.
“Não pode ser verdade”, você insiste na desconfiança enquanto pisa na calçada da rua. “O que eu fiz por merecer?”
Entradas, drinques, o jantar está ótimo, a conversa incrível. “Só pode ser truque”, você aciona de novo todos os botões do luminoso painel da desconfiança feminina. “Não fico com ele hoje de jeito nenhum, nem me venha com essa conversinha mole”.
Com licença, vai ao banheiro. Não resiste e resolve consultar de novo a amiga, pelo celular. Está em pânico. A amiga recomenda mais pé atrás ainda. Você acha o cabelo péssimo.
Você volta com aquela cara de cautela e dúvidas e é recebida com um sorriso de quem já sentia a sua falta.
“Demorei muito”, você diz. Sim, você demorou muito, só de telefonema foram dez minutos. Mas ele, todo afável: “Imagina, demorou quase nada”.
Petit gateau, café e a conta.
No carro, você nota, como aprendeu com aquele livro “O corpo fala”, que o carinho dele é cada vez físico e o desejo é cada vez mais quente. Mas você se esquiva, afinal de contas você não pode ser vítima desse “truqueiro” que só “pensa naquilo”.
E não era a primeira ou a segunda vez que vocês se encontravam. O flerte e a devoção dele já fizera aniversário de mês.
Moral da história: desconfiada e projetando já um eventual abandono ou pé-na-bunda, você, apocalíptica como uma afilhada de Nostradamus, não pagou para ver, você não arriscou, você não se permitiu, deixou de viver, como se na vida pudéssemos ter a certeza prévia das coisas, mesmo em se tratando da obviedade do mundo dos homens.
P.S. A culpa seguramente não foi do cabelo, que ele achou ótimo, mesmo sendo um autêntico representante da raça masculina, que prefere ver o todo, o conjunto da obra.

POR DEXTER >>>>

MACACOS,BANANAS,CAMISETAS E AFINS...
ATÉ CAMISETA SE TEM PARA VENDER,QUEM VAI QUERER?!
ESTÃO AI AOS MONTES,OU PENCAS SE PREFERIREM.
O PLAYBOY & CIA MAIS UMA VEZ PERDERAM A CHANCE DE FICAREM CALADOS...
REALMENTE SE IMPORTAM?????????
ENTÃO ESTEJAM LADO A LADO,OMBRO A OMBRO.NUNCA QUEIRAM ESTAR A NOSSA FRENTE.
NÓS NEGROS E NEGRAS CONSCIENTES, JAMAIS VENDEREMOS CAMISETAS DESSE TIPO!!!
ELES QUEREM CONTINUAR ENRIQUECENDO ATRAVÉS DE NÓS E ATRAVÉS DO QUE NÓS ATINGE,LAMENTÁVEL!!!
AONDE VAMOS PARAR HEIN?!
ME DÓI NA ALMA VER AS PESSOAS SE MOBILIZANDO "SÓ" QDO ISSO ACONTECE COM FAMOSOS,NÃO QUE NÃO DEVAM PORÉM,ISSO ACONTECE TODO DIA E TODA HORA EM SUA FRENTE QDO VC LIGA A TV PARA ASSISTIR PROGRAMAS DE AUDITÓRIO, NOVELAS,SERIADOS,DESENHOS,ETC,ETC,ETC...
E O QUE FAZEMOS?
IGNORAMOS!!!
O BARATO É ESCANCARADO MESMO,SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER OU QUEM FOI DOUTRINADO PRA ISSO.
TA NA HORA DE VCS AI QUE ACHAM QUE O PRECONCEITO É ÚNICO E EXCLUSIVAMENTE SOCIAL,(ATÉ PORQUE RACISMO É OUTRA COISA) ENXERGAREM A REALIDADE DOS FATOS,E PARAREM DE ACHAR QUE O NOSSO PROBLEMA É SIMPLESMENTE, INFERIORIDADE.
PELO QUE ME CONSTA,JOGADORES, PRINCIPALMENTE OS QUE JOGAM NO EXTERIOR SÃO MILIONÁRIOS,E MESMO ASSIM SÃO ALVOS DE RACISMO A TORTO E A DIREITO.
NÃO ME VENHAM FALAR DE PRECONCEITO SOCIAL,QDO A REAL SITUAÇÃO FOR RACISMO.A CONDIÇÃO É OUTRA MEUS "CAMARADAS",E VAI BEM MAIS A ALÉM.
.E ESSE ALERTA É PRINCIPALMENTE PRA VC NEGRO E NEGRA.
PAREM DE SE INTITULAREM MORENO(A),MULATO(A), COR DE JAMBO ENFIM,DE ACEITAREM ESSAS DENOMINAÇÕES QUE TE DERAM PARA QUE ASSIM POSSAM NOS MANTER DIVIDIDOS E TBM PARA QUE VC SE SINTA MAIS CONFORTÁVEL AO FALAR DE SUA COR OU IDENTIDADE.
MUITO JÁ SE FALOU SOBRE ESSE ASSUNTO,ESTOU APENAS DEIXANDO REGISTRADO AQUI MINHA INDIGNAÇÃO A CERCA DOS FATOS MAIS UMA VEZ,ATÉ PORQUE,NÓS RAPPERS QUE CANTAMOS A REALIDADE DAS PERIFERIAS E CONSEQUENTEMENTE A REALIDADE DE UM POVO,JÁ ESTAMOS APROXIMADAMENTE A 30 ANOS DENUNCIANDO ESSE QUERER DE SUPERIORIDADE INFUNDADO DE UMA RAÇA(POVO) EM RELAÇÃO A NÓS NEGROS.JÁ PASSOU DA HORA DE ENCARARMOS O QUE DE FATO ACONTECE.

CASO CONTRÁRIO,BANANAS PRA NÓS E CAMISETAS TBM!!!

EEXTRAIDO DO FACE - EU SOU MEIGA, PORRA²:

"Que Deus me dê café para mudar as coisas que eu posso mudar e Vodka pra aceitar as que eu não posso."

EXTRAIDO DO FACE - EU SOU MEIGA, PORRA:

"Não uno pontos em que não posso dar laços. A vida já tem nós demais."

EXTRAIDO DO BLOG DO NEGRO BELCHIOR:

Xingar de macaco: uma pequena história de uma ideia racista


“Para entender o poder e o escopo do xingamento de macaco, precisamos de uma dose de história”. É o que pensa James Bradley, professor de história da Medicina/Ciência da Vida na Universidade de Melbourne, autor do texto abaixo, traduzido pelo professor da Uneafro-Brasil e doutorando em literatura da USP, Tomaz Amorim Izabel.
Nas últimas 24 horas muito foi dito e escrito sobre Daniel, Neymar, bananas, macacos e racismo. Não sou um acadêmico e tampouco jornalista. Não passo de um mero professor de rede pública estadual de São Paulo e mais um militante do movimento negro. O que formulei sobre o assunto nada mais é que fruto do acúmulo das lutas concretas. Do ensinamento que recebi d@s lutador@s mais velh@s e o que aprendi com meus iguais. E as afirmações são simples:
O racismo é algo sério, não podemos brincar com ele;
Daniel promoveu uma reação interessante, deu visibilidade ao debate sobre racismo, mas a forma e o conteúdo de seu “protesto” não nos serve. Tampouco a reação de Neymar, que agora sabemos, não partiu dele;
A maioria dos atletas, principalmente no futebol, são alienados e não tem opinião qualificada sobre temas relevantes para a sociedade. E isso não é preconceito ou generalização, mas sim uma constatação mais uma vez comprovada. Só falam bobagens e no máximo se prestam a assistencialismos em seus territórios de origem, vide Pelé, Zico, Ronaldo, Cafú entre outros;
Comparar negros a macacos é racismo e não podemos admitir; Fortalecer a ideia de que devemos absorver ofensas racistas é um desrespeito à população negra, além de um golpe ideológico: “Sofram calados, não façam escândalo, levem na esportiva”; 
Não somos todos macacos! Somos negr@s e merecemos respeito;
A campanha de Luciano Huck e Neymar é racista. Suas camisetas e seu vídeo são racistas. E ganhar dinheiro com uma campanha racista é canalhice, simples assim.
Ou, daqui pra frente, será tranquilo para você levar bananadas por aí e fingir que não se sentiu ofendido?
A ordem é rir da situação para desmobilizar o agressor, tal qual nos orienta papai e mamãe: “Filh@, quando te chamarem de macaca, leva na brincadeira que é melhor! Se você se irritar, aí é que o o apelido pega!”. Pois o que precisamos é desobedecer essa orientação e denunciar a agressão.
Para qualificar o debate, segue abaixo o texto do professor Bradley.
Seguimos!
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Por James Bradley – do  The Conversation
Professor de História da Medicina/Ciência da Vida na Universidade de Melbourne

A maioria de nós sabe que chamar alguém de macaco é racismo, mas poucos de nós sabem por que macacos são associados na imaginação europeia com indígenas e, principalmente, afrodescendentes.
Para entender o poder e o escopo do xingamento de macaco, precisamos de uma dose de história. Quando eu era aluno de graduação na universidade, eu aprendi sobre racismo e colonialismo, particularmente sobre a influência de Charles Darwin (1809-1882), dos quais as ideias pareciam fazer o racismo ainda pior.
Na verdade, isto é fácil de inferir. A teoria da seleção natural de Darwin (1859) mostrou que os ancestrais mais próximos dos seres humanos foram os grandes macacos. E a ideia de que os homo sapiens descendiam de macacos se tornou rapidamente parte do teatro da evolução. O próprio Darwin foi muitas vezes representado como meio-homem, meio-macaco.
Além disso, enquanto a maior parte dos evolucionistas acreditava que todas as raças humanas descendiam do mesmo grupo, eles também notaram que a migração e a seleção natural e sexual tinham criado variedades humanas que – aos seus olhos – pareciam superiores a africanos ou aborígenes.
Ambos estes grupos tardios foram frequentemente representados como sendo os mais próximos evolutivamente dos humanos originais e, portanto, dos macacos.
O papel do pensamento evolucionista
No começo do século XX, o aumento da popularidade da genética mendeliana (nomeada em referência a Gregor Johann Mendel, 1822-1884) não fez nada para destituir esta maneira de pensar. Se é que ainda não piorou as coisas.
Ela sugeria que as raças haviam se tornado raças separadas e que os africanos, em particular, estavam muito mais próximos em termos evolutivos dos grandes macacos do que estavam, digamos, os europeus.
E ainda assim, durante este mesmo período, sempre houve uma corrente da ciência evolutiva que rejeitou este modelo. Ela enfatizava as profundas semelhanças entre diferentes raças e que as diferenças de comportamento eram produto da cultura e não da biologia.
Os horrores do Nazismo deveram muito ao namoro da ciência com o racismo biológico. O genocídio de Adolf Hitler, apoiado de bom grado por cientistas e médicos alemães, mostrou onde o mau uso da ciência pode levar.
Isto deixou o racismo científico nas mãos de grupos de extrema direita que só estavam interessados em ignorar as descobertas da biologia evolutiva do pós-guerra em benefício de suas variantes pré-guerra.
Claramente o pensamento evolucionista teve algo a ver com a longevidade do xingamento de macaco. Mas a associação europeia entre macacos e africanos tem um pedigree cultural e científico muito mais extenso.

Pego no meio
No século 18, uma nova maneira de pensar sobre as espécies emergiu. Anteriormente, a vasta maioria dos europeus acreditava que Deus havia criado as espécies (incluindo o homem), e que estas espécies eram imutáveis.
Muitos acreditavam na unidade das espécies humanas, mas alguns acreditavam que Deus havia criado espécies humanas separadas. Neste esquema, os europeus brancos eram descritos como próximos aos anjos, enquanto africanos negros e aborígenes estavam mais próximos aos macacos.
Muitos cientistas do século XVIII tentaram atacar o modelo criacionista. Mas, ao fazê-lo, acabaram dando mais poder para o xingamento de macaco.
No meio do século XVIII, o grande naturalista francês, matemático e cosmólogo Comte de Buffon (Georges-Luis Leclerc, 1707-1788) deu continuidade à ideia de que todas as espécies de animais descendiam de um pequeno número de tipos gerados espontaneamente.
Espécies felinas, por exemplo, supostamente descendiam de um único ancestral gato. Ao migrarem do seu ponto de geração espontânea, os gatos degeneraram em diferentes espécies sob influência do clima.
Em 1770, o cientista holandês Petrus Camper (1722-1789) pegou o modelo de Buffon e aplicou-o ao homem. Para Camper, o homem original era o grego antigo. À medida que este homem original se moveu do seu ponto de criação ao redor do mundo, ele também degenerou sob influência do clima.
Na visão de Camper, macacos, símios e orangotangos, eram todos versões degeneradas do homem original. Então, em 1809, o ancestral intelectual de Darwin, Lamarck (Jean-Baptiste Pierre Antoine de Monet, Chevalier de Lamarck, 1744-1829) propôs um modelo de evolução que via todos os organismos como descendentes de um único ponto de criação espontânea.
Larvas evoluíram em peixes, peixes em mamíferos e mamíferos em homens. Isto aconteceu não através da seleção darwinista, mas através de uma força vital interna que levava organismos simples a se tornarem mais complexos, trabalhando em combinação com a influência do meio ambiente.
Deste ponto de vista, humanos não compartilhavam um ancestral comum com macacos; eles eram descendentes diretos deles. E africanos então se tornaram a ligação entre macacos e europeus. A imagem popular comumente associada com a evolução darwinista da transformação de estágios do macaco ao homem deveria ser propriamente chamada de lamarckiana.

O poder do racismo
Cada uma dessas maneiras de pensar o relacionamento entre humanos e macacos reforçou a conexão feita por europeus entre africanos e macacos. E fazendo parecer que pessoas de origem não-europeia eram mais como macacos do que como humanos, estas diferentes teorias foram usadas para justificar a escravidão nas fazendas das Américas e o colonialismo no resto do mundo.
Todas estas diferentes teorias científicas e religiosas trabalharam na mesma direção: para reforçar o direito europeu de controlar grandes porções do mundo.
O xingamento de macaco, na verdade, tem a ver com a maneira com a qual os europeus, eles mesmos, se diferenciaram, biológica e culturalmente, em um esforço de manter superioridade sobre outros povos.
A coisa importante a se lembrar é que aqueles “outros” povos estão muito mais cientes daquela história do que os europeus brancos. Invocar a imagem de um macaco é utilizar o poder que levou à desapropriação indígena e a outros legados do colonialismo.
Claramente, o sistema educacional não faz o bastante para nos educar sobre ciência ou história da humanidade. Por que se fizesse, nós veríamos o desaparecimento do xingamento de macaco.


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EXTRAIDO DO BLOG DO PEDLOWSKI:

Racismo cotidiano e a hipocrisia reinante: só comer banana não resolve nada

A ampla repercussão dada pela mídia e por estrelas televisivas ao ato do jogador Daniel Alves de comer parte de uma banana que foi arremessa por um torcedor do Villareal num jogo do campeonato espanhol me parece é um belo exemplo da hipocrisia que reina no Brasil.
O slogan criado por uma agência de propaganda e difundida inicialmente por Neymar Junior (que numa entrevista disse nunca ter sido vítima de racismo por não ser negro!) “Somos todos macacos” está varrendo as redes sociais e páginas da mídia corporativa. Mas em termos práticos, o que os mesmos que abraçam tão rapidamente a bola levantada por Neymar Junior fazem de prático quando os atingidos pelo racismo que impera no Brasil?
A verdade é que surfar na onda levantada por Daniel Alves é uma coisa, e se comprometer com as mudanças estruturais que acabariam com o racismo que impera no cotidiano brasileiro é outra coisa totalmente diferente. Por isso mesmo é que eu desconfio sempre desse tipo de ação midiática cujo fim objetivo é apagar o papel que cada um tem na manutenção das estruturas arcaicas que tornam o Brasil um dos países, senão o mais, desiguais do planeta. E disso os milhares de negros que são vitimizados todos os dias nas comunidades urbanas espalhadas no Brasil sabem perfeitamente.

EXTRAIDO DA REVISTA FÓRUM:

“O que o Neymar fez foi uma tremenda imbecilidade”

Por Redação abril 29, 2014 
“O que o Neymar fez foi uma tremenda imbecilidade”

Para professor da Unesp, #SomosTodosMacacos é um equívoco. “A campanha é repleta de desconhecimento histórico e cultural desse processo de luta contra o racismo, e a desconstrução do racismo só é possível com o conhecimento do processo, que o Neymar não tem”
Por Igor Carvalho
Desde o último domingo (27), a campanha #SomosTodosMacacos, lançada pelo atacante brasileiro Neymar, tem sido alvo dos movimentos e ativistas negros, que rechaçam o mote da ação, que se descobriu ter sido criada por uma agência de publicidade.
O professor da faculdade de Ciência e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, Dagoberto José Fonseca, também atacou a campanha, em entrevista à Fórum. “O Neymar pega a banana e induz, através de uma operação de marketing, milhares de pessoas ao erro, encobrindo inclusive a ação do Daniel Alves. A partir daí, cabe a qualquer um, em qualquer lugar, informar que todos nós somos macacos, ele retirou tudo do contexto”, afirmou o docente, que também é coordenador do Centro de Cultura, Línguas e da Diáspora Negra da Unesp.
Fonseca exalta a ação de Daniel Alves que, para o professor, teve uma resposta “sagaz, rápida e original”. “Quando o Daniel come a banana, ele come a banana e nem olha pra trás, ele deu as costas para o racista, foi uma resposta efetiva.”
A campanha #SomosTodosMacacos foi rapidamente encampada por celebridades como Luciano Huck, Xuxa e Ana Maria Braga. A adesão dos artistas poderia ser melhor aproveitada, segundo Fonseca, mas com uma condição. “Isso só é possível com o conhecimento cultural, social, político de todo esse processo histórico de luta contra o racismo.”
Em 2012, o atacante brasileiro já havia sido contestado pelos movimentos negros quando gravou um videoclipe com o cantor Alexandre Pires, em que se vestia de macaco. “Ele, o Neymar, se coloca de novo em uma situação onde ele não se vê, porque o Neymar não se vê como negro. De quem ele está falando então?”, pergunta Fonseca.
Confira a entrevista: 
Fórum – Professor, o senhor entende que a campanha divulgada pelo Neymar reforça o racismo ou ajuda a combater o problema?
Dagoberto José Fonseca - Não ajuda em nada. O que o Neymar fez foi uma tremenda imbecilidade. O Neymar retirou completamente do contexto o que foi feito pelo Daniel Alves, que deu uma resposta sagaz, rápida e original. Quando o Daniel come a banana, ele come a banana e nem olha pra trás, ele deu as costas para o racista, foi uma resposta efetiva. Aí o Neymar pega a banana e induz, através de uma operação de marketing, milhares de pessoas ao erro, encobrindo, inclusive, a ação do Daniel Alves. A partir daí, cabe a qualquer um, em qualquer lugar, informar que todos nós somos macacos, ele retirou tudo do contexto.
Então, esse jogo brincalhão e jocoso feito pelo Neymar é de uma tremenda imbecilidade e apenas reforça o racismo. A campanha é repleta de desconhecimento histórico e cultural desse processo de luta contra o racismo, e a desconstrução do racismo só é possível com o conhecimento do processo, que o Neymar não tem.
Fórum – Há quem diga que a exposição por meio de celebridades, mesmo que não ligadas à luta por racismo, pode trazer o tema à tona. O senhor acredita que a discussão, mesmo expandida, está sendo conduzida da forma correta?
Dagoberto José Fonseca - A propriedade do debate sobre a questão racial não é dos negros e nem do movimento negro, não há exclusividade em se colocar diante do tema. Mas temos que saber como lidar com o assunto, que esta aí há séculos. Enfrentar de forma inocente não é o certo. Você ter a celebridade da Globo se colocando a favor ou contra não dá conta de a gente estabelecer uma minimização ou solução desse processo de racismo. Mas, se tivermos a capacidade de fazer uma condução boa disso, consultando as pessoas de fato envolvidas com a causa, podemos ter um avanço nessa luta. Mas isso só é possível com o conhecimento cultural, social, político de todo esse processo histórico de luta contra o racismo.
Estamos com um problema maior, que não se resolve aparecendo na mídia com uma banana. O racismo não nasce do futebol e vai para a sociedade, é o contrário. Resolver, ou tentar resolver o racismo no futebol, não acaba com ele na sociedade. Há negros morrendo nas periferias, não podemos enfrentar um problema sério com brincadeira. O Neymar tem uma mídia muito poderosa, mas é um cara absolutamente inconsequente, e não é a primeira vez, haja vista que com o Alexandre Pires ele se travestiu de macaco para um videoclipe. Ele, o Neymar, se coloca de novo em uma situação onde ele não se vê, porque o Neymar não se vê como negro. De quem ele está falando então?
Fórum – O senhor acredita que a palavra “macaco” pode deixar de ser ofensiva através de uma campanha dessa?
Dagoberto José Fonseca - Não, porque o “macaco” nunca deixará de ser ofensivo. Não podemos esquecer que você animaliza um sujeito. Na hora que você animaliza um sujeito, tira dele a condição de ser humano. Em hipótese alguma ele deixará de ser ofensivo. A construção do ideal do “macaco” tem a ver com a ideologia de domínio, que não vem de hoje, retira-se um sujeito social da sua condição de sua cidadania plena toda vez que o chama de “macaco”. Não há como fazer brincadeira com isso, é um tema muito sério, posar com uma banana não vai resolver.

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MÚSICA DO DIA:

RACIONAIS MC´S - NEGRO DRAMA

Negro Drama
Entre o sucesso, e a lama,
Dinheiro, problemas,
Invejas, luxo, fama,

Negro drama,
Cabelo crespo,
E a pele escura,
A ferida a chaga,
A procura da cura,

Negro drama,
Tenta vê,
E não vê nada,
A não ser uma estrela,
Longe meio ofuscada,

Sente o drama,
O preço, a cobrança,
No amor, no ódio,
A insana vingança,

Negro drama,
Eu sei quem trama,
E quem tá comigo,
O trauma que eu carrego,
Pra não ser mais um preto fodido,

O drama da cadeia e favela,
Túmulo, sangue,
Sirenes, choros e velas,

Passageiro do brasil,
São paulo,
Agonia que sobrevivem,
Em meia zorra e covardias,
Periferias,vielas,cortiços,

Você deve tá pensando,
O que você tem a ver com isso?
Desde o início,
Por ouro e prata,

Olha quem morre,
Então veja você quem mata,
Recebe o mérito, a farda,
Que pratica o mal,

Me vê, pobre, preso ou morto,
Já é cultural

Histórias, registros,
Escritos,
Não é conto,
Nem fábula,
Lenda ou mito,

Não foi sempre dito,
Que preto não tem vez,
Então olha o castelo e não,
Foi você quem fez cuzão,

Eu sou irmão,
Dos meus truta de batalha,
Eu era a carne,
Agora sou a própria navalha,

Tim..Tim..

Um brinde pra mim,
Sou exemplo, de vitórias,
Trajetos e glórias,

O dinheiro tira um homem da miséria,
Mas não pode arrancar,
De dentro dele,
A favela,

São poucos,
Que entram em campo pra vencer,
A alma guarda
O que a mente tenta esquecer,

Olho pra traz,
Vejo a estrada que eu trilhei,
Mó cota,
Quem teve lado a lado,
E quem só fico na bota,
Entre as frases,
Fases e varias etapas,

Do quem é quem,
Dos mano e das mina fraca,

Rum..

Negro drama de estilo,
Pra ser,
E se for,
Tem que ser,
Se tremer é milho,

Entre o gatilho e a tempestade,
Sempre a provar,
Que sou homem e não um covarde,
Que Deus me guarde,

Pois eu sei,
Que ele não é neutro,
Vigia os rico,
Mais ama os que vem do gueto,

Eu visto preto,
Por dentro e por fora,

Guerreiro,
Poeta entre o tempo e a memória,
Hora,
Nessa história,
Vejo o dólar,
E vários quilates,

Falo pro mano,
Que não morra, e também não mate,
O tic tac,
Não espera veja o ponteiro,
Essa estrada é venenosa,
E cheia de morteiro,

Pesadelo,
Hum,

é um elogio,
Pra quem vive na guerra,
A paz
Nunca existiu,
No clima quente,
A minha gente soa frio,

Tinha um pretinho,
Seu caderno era um fuzil,

Um fuzil,
Negro drama

Crime,futebol, música, caralho,
Eu também, vou consegui fugi disso ai,
Eu sou mais um,
Forest Gump é mago,
Eu prefiro contar uma história real,

Vou contar a minha....

Daria um filme,
Uma negra,
E uma criança nos braços,
Solitária na floresta,
De concreto e aço,

Veja,
Olha outra vez,
O rosto na multidão,
A multidão é um monstro,
Sem rosto e coração,

Hey,
São paulo,
Terra de arranha-céu,
A garoa rasga a carne,
é a torre de babel,

Família brasileira,
dois contra o mundo,
Mãe solteira,
De um promissor,
Vagabundo,

Luz,
Câmera e ação,

Gravando a cena vai,
O bastardo,
Mais um filho pardo,
Sem pai,

Hey,

Senhor de engenho,
Eu sei,
Bem quem você é,
Sozinho, se num guenta,

Sozinho,
Se num guenta a pé,

Se disse que era bom,
E as favela ouviu, la
Também tem
Whisky, e Red Bull,
Tênis Nike,
Fuzil,

Admito,

Seus carro é bonito,
É, e eu não sei fazer,
Internet, vídeo-cassete,
Os carro loco,

Atrasado,
Eu to um pouco se,
To,
Eu acho sim,

Só que tem que,

Seu jogo é sujo,
E eu não me encaixo,
Eu sou problema de montão,
De carnaval a carnaval,
Eu vim da selva,
Sou leão,
Sou demais pro seu quintal,

Problema com escola,
Eu tenho mil,
Mil fita,
Inacreditável, mas seu filho me imita,
No meio de vocês,
Ele é o mais esperto,
Ginga e fala gíria,
Gíria não dialeto,

Esse não é mais seu,
Hó,
Subiu,
Entrei pelo seu rádio,
Tomei,
Se nem viu,
Nóis é isso, aquilo,

O que,
Se não dizia,
Seu filho quer ser preto,
Rá,
Que ironia,

Cola o pôster do 2PAC ai,
Que tal,
Que se diz,
Sente o negro drama,
Vai,
Tenta ser feliz,

Hey bacana,
Quem te fez tão bom assim,
O que se deu,
O que se faz,
O que se fez por mim,

Eu recebi seu tic,
Quer dizer kit,
De esgoto a céu aberto,
E parede madeirite,

De vergonha eu não morri,
To firmão,
Eis-me aqui,

Você não,
Se não passa,
Quando o mar vermelho abrir,

Eu sou o mano
Homem duro,
Do gueto, Brown,

Obá,

Aquele loco,
Que não pode errar,
Aquele que você odeia,
Ama nesse instante,
Pele parda,
Ouço funk,

E de onde vem,
Os diamante,
Da lama,

Valeu mãe,

Negro drama,
Drama, drama.

Aí,
Na época dos barraco de pau lá na pedreira
Onde cês tava?
O que que cês deram por mim ?
O que que cês fizeram por mim ?
Agora tá de olho no dinheiro que eu ganho
Agora tá de olho no carro que eu dirijo
Demorou, eu quero é mais
Eu quero é ter sua alma
Aí, o rap fez eu ser o que sou
Ice Blue, edy rock e klj, e toda a família
E toda geração que faz o rap
A geração que revolucionou
A geração que vai revolucionar
Anos 90, século 21
é desse jeito
Aí, você saí do gueto,
Mas o gueto nunca saí de você, morou irmão?
cê tá dirigindo um carro
O mundo todo tá de olho ni você, morou
Sabe por quê?
Pela sua origem, morou irmão?
é desse jeito que você vive
é o negro drama
Eu não li, eu não assisti
Eu vivo o negro drama, eu sou o negro drama
Eu sou o fruto do negro drama
Aí dona Ana, sem palavra, a senhora é uma rainha, rainha
Mas aí, se tiver que voltar pra favela
Eu vou voltar de cabeça erguida
Porque assim é que é
Renascendo das cinzas
Firme e forte, guerreiro de fé,

Vagabundo nato!

VERSÍCULO DO DIA:

Porque a minha vida está gasta de tristeza e os meus anos, de suspiros...(Salmos 31:10a)

FRASE DO DIA:

CADA INSTANTE PODE SER SUA HORA.

30 de Abril de 2014

Estou muito triste com tudo que vem acontecendo no mundo em relação a racismo, em recente reunião que participei, alertei a todos sobre isso, os nossos inimigos deixaram de lado as palavras e partiram pra ação, e nós, como ficaremos, somente com hastag´s, faixas, poemas e passeatas? Chega de relevar, chega de ter bom senso e paciência, pois até aqueles que deveriam estar desse lado, se assumiram racistas e a gota que faltava, para tudo em mim transbordar foi o oportunismo e falta de caráter e de sensibilidade do filho da puta do Neymar, que esperou friamente por duas semanas, um ato racista acontecer para ganhar dinheiro em cima da desgraça alheia, no caso, de um colega da mesma profissão, de clube e de seleção. É duro de ver uma causa no qual muitos lutam anos a fio, ser avaliada com tamanha ganância e covardia. Apenas R$69,90.
Já comentei muitas vezes aqui, que fico triste quando confirmo o que penso sobre determinadas pessoas e ao longo das minhas impressões sobre o Neymar, sempre tive gente me criticando, me perseguindo, me excluindo e até me chamando de racista por não concordar com os seus atos, o duro é que nada que penso caiu até hoje, muito pelo contrário, só se confirmou, acho que ele poderia ser uma referência pra essa molecada que embarca na vida do crime cada vez mais cedo, afinal, é inegável o seu carisma, mas ele preferiu ser só mais um. Se vendeu por R$69,90.
Neymar traiu um povo, uma luta, uma causa, uma história, traiu a si próprio por preguiça de pensar e sede de ganhar mais dinheiro do que já tem, e como um cego leva uma leva, atrás dele foi uma pá de alienados. O Boi pasta onde tem capim, o alienando também. Quanto ao Luciano Huck, o que vou falar desse playboy assumido, embora muito inteligente?
Ele pelo menos, nunca negou suas raízes e seu feeling pra ganhar dinheiro, mesmo que nisso tenha uma desgraça como é o racismo. Foi oportunista, foi sem coração e como judeu, parece não ter aprendido nada com o que aconteceu com seus descendentes nas mãos severas de Hitler. Vendeu a alma pro diabo por R$69,90.
Muitos me perguntam, por que e outros até me atacam quando fico possesso com atitudes desse nivel, bem, a resposta é simples, sou bisneto de escravos, minha avó materna, uma negra dos olhos verdes, tinha raiva por ver negros submissos e conformados com a vidinha que levava, outros da familia interpretavam como se ela não gostasse dos seus irmãos de cor. Na minha minha infância, aprendi com ela sobre casca de ovo no quintal, comi de sua mão bolinhas de feijão com pedacinhos de carne; já em minha adolescência, convivi e fui morar com familias negras, aprendi muito com eles, mas também pude ver muito da discriminação, por mais que que quisesse, eu não era como eles, era tratado diferente por ser branco. Agora, adulto, homem formado, eu que tenho um irmão negro, não de sangue, mas de alma, o Léo Zanzi, vejo-o recentemente como vitima de uma abordagem policial totalmente racista, o lado engraçado é que eu desempenhei a mesma função que ele dois dias antes, segurança de um grupo de lojas na Pelinca, eu estava de jaqueta preta, barba grande, pochete e gorro, e não fui abordado por ninguém, apesar de muitas passagens de viaturas por mim. Percebes a diferença de tratamento? A carne mais barata do mercado é a negra, atualmente na promoção, só R$69,90
Gostaria de ouvir os rapper´s que tanto pagam pau pra esse jogadorzinho do Barcelona ou apresentador de tv, onde está você Emicida, que sempre saiu em defesa desses ilustres "injustiçados"?
Os problemas são pontuais, manjados e bem conhecidos, onde estão nossos porta vozes?
Precisamos agir, falo isso para a galera do rap, o som que ouço e que estrala nos altos falantes daqui, porque alguma coisa está muito errada quando a palavra mais sensata de toda essa triste
discussão sobre racismo, vem da Gretchen.
Pra encerrar esse assunto e eu espero não tocar mais nesse assunto, uma história, um certo palestrante foi falar sobre a teoria de Darwin (que morreu negando-a, inclusive) a universitários e começou da seguinte maneira; Quem acredita que o homem veio de Deus, levante a mão, e muitos presentes levantaram. Ele prosseguiu e fez a segunda pergunta, agora, quem acredita que o homem veio do macaco, levante o rabo.
De tudo que já vi nessas situações de racismo ao longo da minha vida, estou há quase 12 anos inserido na cultura, posso dizer com toda certeza que esse ano de 2014, apesar dos poucos meses, nossos inimigos extrapolaram tanto em mortes, quanto em covardias, está tudo muito explicito, cada vez mais genocidio e segregação.
Deus nos criou a sua imagem e semelhança, tá na Bíblia e eu acredito. Até quando viveremos esse negro drama?
Talvez, pra você, que tira foto com uma banana, mas impede sua filha de namorar com um negrão, que atravessa a rua ao lidar com um vindo em sua direção, que fecha o vidro do carro ou trava a porta no sinal, que esconde a bolsa, que diferencia talheres em casa (tive uma namorada que viveu isso), isso não custe nada, apenas R$69,90 dividido nos cartões.
  
Mudando de Assunto; Na Série Contradições ->>>> 1- Apoia o SOMOSTODOSMACACOS, mas não namora com negrão com medo de ter filhos que puxem o pai. 2- Paga de ativista, sem
sequer saber o que a palavra significa. 3- Reclama que passa fome com seus três filhos, mas não deixa de dar R$6,90 pra Vivo toda semana em promoção. 4- Postou foto comendo banana,
mas não aceita a filha namorar com um negrão. 
Campos vive três embates, a luta dos estudantes da UENF, a greve dos rodoviários e a paralisação dos seguranças de banco. Em comum, as lutas são antigas e desiguais, onde quem tem o poder sempre ignorou e explorou por demais.
A luta dos estudantes da UENF é antiga, referência no estado, apesar de sua importância, tem reivindicações simples como a do bandejão, mas os governadores sempre a colocaram em segundo plano com ou sem sutiã, sem ou com uma ideologia, eles cansaram de esperar e de acreditar nessas promessas que nunca deram em nada.
Você toparia trabalhar 8 horas por dia, quando especialistas afirmam que o ideal seria somente 4 devido ao alto nivel de stress da profissão? Toparia trabalhar em uma temperatura acima de 60 graus, que lhe traz como retorno, frieiras, assaduras, pressão para fazer horários apertados, reclamações de passageiros e rápidos intervalos para lanche, onde você não mastiga, mas joga a comida pra dentro? Junte tudo isso aos seguintes fatos, ônibus velhos, atraso de salários e não pagamento de horas extras. Você ainda vai reclamar da luta dos rodoviários depois desses argumentos?
Quanto a paralisação dos seguranças, que sinceramente creio que será a primeira a ser resolvida, pois seus patrões, os bancos, são do setor que mais explora e mais tem lucros nesse pais, portanto, é uma questão de coçar o bolso e valorizá-los. Acho que esse é o momento ideal e oportuno para todas essas lutas, pois depois da Copa do Mundo, vem as eleições e o ano acaba.
Recebi ontem em minha casa para uma entrevista, o amigo e poeta Cláudin Martins, essa entrevista você vai conferir no próximo Black Total 58 que será gravado a partir de sexta-feira.

Bom dia.