SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

AOS FÃS E OUVINTES DO BLACK TOTAL:

OUÇA E BAIXE O BLACK TOTAL 66 >>>>>

GRAVADO NO WBSL STUDIO

LOCUÇÃO E SELEÇÃO MUSICAL - WAGUINHO

PRODUÇÃO: WAGUINHO

ROLA HOJE:


EXTRAIDO DO BLOG - TE DOU UM DADO:

Alternativa: Saúde

Publicado por: Lele
No Ego, Mulher Melão conta o segredo de seu "bumbum durinho":
areiafoda Alternativa: Saúde
Nenhum segredo, né? Foda: emagrece, enrijece e deixa o bumbum durinho. Pratique. #projetofodaverão2015

ROLA AMANHÃ:


DA SÉRIE - FAZ SENTIDO:


CONVITE:


VAI VENDO...


CONVITE:


PORTA DOS FUNDOS:


DONA ANÉSIA:


CONVITE:


MARINA VENDIDA


CONVITE:


QUE ISSO FERA ?????!!!!!!


CONVITE:


EXTRAIDO DO KIBELOCO²:

CORRIDA PRESIDENCIAL



Para ver outras semelhanças, clique AQUI.

CORUJA ( DE AMANHÃ) :


CONVITE:


TOMA!!!!!!


CONVITE:


OWLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!!


CONVITE:


EXTRAIDO DO KIBELOCO:

PRACAS DO BRAZIU (2571 A 2590)


Enviado por: Zilton, Diego, Guilherme, Thiago, Dante Regis, Felipe, Emerson, Marcel, Luiz Carlos, Cleyson, Rodrigo, Fabrício, Geraldo, Henrique, João Américo, Alexandre, Leonardo, Washington, Francinei, Flávio, José Falleiros, Zé Gadelha, Tarcisa e João Paulo.

EXTRAIDO DO BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES:

Lei da Anistia faz 35 anos hoje; a impunidade dos torturadores persiste

Mário Magalhães

vale anistia
Plástico da campanha da anistia – Coleção do blogueiro

Trinta e cinco anos atrás, no dia 28 de agosto de 1979, o “Diário Oficial da União'' publicava a lei nº 6.683, que passaria à história como a Lei da Anistia. Assinaram-na o ditador João Baptista Figueiredo e seus ministros.
De lá para cá, torturadores, assassinos, genocidas e outros autores de crimes contra a humanidade foram punidos mundo afora, da Argentina à Sérvia, do Camboja à Alemanha.
Menos no Brasil.
Aqui, os velhos agentes do Estado que torturaram, mataram e sumiram com corpos de oposicionistas, privando as famílias de oferecerem uma despedida digna aos seus filhos, irmãos, pais e mães, continuam livres por aí.
Vão morrendo aos poucos e deixando a mensagem às futuras gerações: podem barbarizar de novo, porque dá em nada, é crime sem castigo.
A campanha da anistia mobilizou milhares de brasileiros na segunda metade da década de 1970. Exigia anistia ampla, geral e irrestrita aos perseguidos pela ditadura imposta em 1964. Jamais reivindicou a impunidade que a ditadura concedeu a si mesma e aos seus.
O plástico reproduzido acima é memorabilia daquelas jornadas, presente que ganhei de uma alma generosa.
Dez anos atrás, às vésperas do aniversário de um quarto de século da Lei da Anistia, escrevi na “Folha'' o artigo republicado abaixo. A ferida segue purulenta.
A propósito, o que pensam sobre o assunto os candidatos à Presidência? Algo novo ou só a velha defesa mal disfarçada da impunidade dos agentes da ditadura?
( O blog está no Facebook e no Twitter )
*
Anistia e tortura: uma ferida purulenta
Efemérides são oportunidade para redescobrir o passado e aprender com suas lições. São também armadilha: celebram mitificações, protocolos e lugares-comuns. O calendário de 2004 é gordo: 70 anos da primeira Constituição depois da República Velha, 60 do Dia D, meio século do tiro de Getúlio, quatro décadas do golpe de Estado, duas da Campanha das Diretas, uma da última curva do Senna.
No mês que vem, faz 25 anos a canetada com que o general João Baptista Figueiredo sancionou a Lei da Anistia. Será uma pena se o país desperdiçar a chance de encarar uma ferida purulenta e já longeva: a impunidade dos autores -e responsáveis- de atos de tortura, assassinato e desaparecimento forçado de oposicionistas na ditadura (1964-85).
Um bom começo é a releitura da lei 6.683, de agosto de 1979. Convencionou-se em círculos amplos interpretar que teria ocorrido um perdão de mão dupla: anistiavam-se os punidos por crimes políticos de 1961 a 1979, bem como os agentes do Estado que houvessem cometido violência de toda espécie contra aqueles.
Estes estariam abrigados no chapéu dos “crimes conexos'', assim definidos: “crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política''. Nenhum dos 15 artigos, contudo, fala em tortura.
Seria difícil: a anistia beneficiou quem foi condenado ou punido de algum modo. Ignora-se a existência de torturadores processados e castigados na Justiça devido aos flagelos físicos a que submeteram prisioneiros.
A anistia foi concedida individualmente. Não se tem notícia de quem tenha pronunciado seu próprio nome, assumido que amarrou seres humanos no pau-de-arara, seviciou-os com choques elétricos, matou-os a pauladas, sumiu com seus cadáveres, e tenha requerido perdão legal. Não há acusação e punição, inexiste anistia.
Considerar a Lei da Anistia como salvo-conduto aos torturadores poderia sugerir um direito nonsense: o regime que promoveu a barbárie teria a prerrogativa de se auto-anistiar. Estimularia o preceito segundo o qual o autor do crime pode ser também autor do perdão a si mesmo.
Voltar os olhos para o que passou não é exercício de arqueologia política. Ajuda a entender o presente. É difícil acreditar que o emprego disseminado da tortura hoje em dependências policiais não seja herdeiro da impunidade que amparou os torturadores de outrora.
Não basta que a história conte a tortura. É preciso conhecer os algozes e puni-los, como exemplo às gerações. Recorrer ainda ao clichê da “fragilidade da democracia brasileira'' para desculpar os torturadores é expediente destinado a eternizar o temor de reabrir feridas. Elas nunca cicatrizaram.
Consagra a hipocrisia o país que proclama ter a anistia zerado o jogo para os torturadores, mas não lhes permite ocupar certos postos da administração pública. Está certo no veto, justamente porque a Lei da Anistia não os anistiou. Nem deveria. Ao mandar os velhos torturadores para a cadeia, a Argentina avisa: nunca mais. Ao deixar para lá os seus, o Brasil dá sinal verde a novas tragédias.
(Mário Magalhães, “Folha de S. Paulo'', 12 de julho de 2004)

EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO:

Paulista é povo rico. E povo rico não transpira

Leonardo Sakamoto

Este blog conta com a seção “Frases para entender o Brasil: curtas, grossas, maravilhosamente elucidativas do que faz o Brasil um brasil”. E ela não para de crescer, pois matéria-prima tem aos montes.
“Paulista é um povo rico. O cara não quer ir trabalhar de bicicleta e chegar suado no escritório.''
Natalício Bezerra, presidente do sindicato dos taxistas, reclamando da implantação de ciclovias no município de São Paulo aos repórteres Artur Rodrigues e César Rosati, da Folha de S.Paulo.
Antes de mais nada, motoristas, acostumem-se a compartilhar ruas e avenidas com bicicletas. Isso não é modismo, isso não é coisa de jovem vagabundo, de ongueiro suicida ou de gente que não entende que São Paulo não é Paris. A realidade mudou. E, atenção, pois isso pode chocar: as pessoas têm direitos, mas bicicletas, motos e carros, não.
Aliás, o mundo está mudando, aos poucos, para garantir esses direitos já previstos. Quer vocês gostem ou não. É inexorável. E a discussão não é se bicicletas terão espaço daqui para frente, mas sim se pessoas que pensam como Natalício terão espaço daqui para frente. Pode não ser hoje ou amanhã, mas esse pensamento irá virar peça de museu.
Dito isso, lembrei-me das incontáveis vezes em que me explicaram as razões pelas quais o “povo paulista” era mais que os naturais de outros Estados do Brasil – conversas que, invariavelmente, terminavam criticando “baianos” (gentílico genérico com a qual alguns paulistas tratam quem vive acima do Trópico de Capricórnio por sua suposta “indolência'').
Como já disse aqui antes, para quem não sabe, incutimos o espírito bandeirante em nossa criançada desde cedo para que ela, quando adulta, saiba colocar os outros exatamente em seu lugar. Hoje, fico matutando se determinismo geográfico era disciplina oferecida na escola ou se era ensinado como conteúdo transversal. O fato é que pais de alguns amigos defendiam sandices sob justificativas que fariam corar o doutor Joseph Goebbels. Em grande parte por ignorância, mas alguns por convicção formada na reflexão. Desses, eu tinha medo.
Agora me diga: qual a chance de uma pessoa condicionada, desde cedo, no “paulistanismo”, o nacionalismo paulista, que funciona como uma espécie de seita radical aos seus adeptos, conseguir enxergar para além de uma divisão territorial e se reconhecer como iguais? Pessoas que ouviram a promessa de que seriam os ricos maquinistas da “locomotiva da nação'' ao perceberem que São Paulo é apenas mais um?
Dentre os jovens paulistas que desaguaram nas ruas no ano passado, uma parte deles foi preparada, ao longo do tempo, pela família, escola, igreja e mídia  para encararem o mundo sem muita reflexão. Não significa, contudo, que sejam conservadores, mas acreditaram em respostas simples e empacotadas feitas para tudo seguir seu curso. Quando questionados, mostram estar perdidos no vazio. E com raiva, porque – ao que tudo indica – o mundo que lhes foi apresentado não é bem aquele que vão ter que viver.
O desafio é, a partir de agora, construir com eles a narrativa de um mundo realmente mais democrático. Em que cidade seja das pessoas e não de automóveis e na qual todos sejam vistos como iguais.
A bandeira do município de São Paulo traz a expressão em latim “Non Ducor Duco''. Não sou conduzido, conduzo. Uma besteira sem tamanho tão grande quanto a frase destacada no início deste texto.
Pobres holandeses e dinamarqueses, gente subdesenvolvida que acha bonito chegar com axilas de pizza para trabalhar. Paulista, não. Paulista é povo rico.  Tem belos fins de tarde alaranjados por conta da poluição do ar e épicos congestionamentos. Passa a vida no carro. E não transpira.

FACE DO BONNER >>>>


CONVITE:


ABRINDO OS TRABALHOS:


CONVITE:


FICA A DICA ...


CONVITE:


EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA 5:

"Vão fazer careta, vão torcer o nariz. Mais a nossa vida é muito curta pra perder tempo com puta e com infeliz."

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA 4:

"Nunca permita que a sua felicidade dependa de algo que possa perder."

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA³:

"A vodka deixas as pessoas tão mais bonitas que daqui a pouco será vendida pela Avon."

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA²:

"Ela é de fase, toda bipolar. Cheia de marra, durona por fora e coração mole por dentro. Toda inocente, toda estressada e toda apaixonada."

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA:

Chega a ser ridículo ter que trancar todo o Facebook e dar aquela geral na lista de amigos, porque as pessoas tem a sua vida como hobby, ao invés de cuidar da própria.

POR JUH DE PAULA² >>>>

Feito Vinho
Meu Instinto , tinto
Fica cada dia mais distinto
E sagaz .
/Juh.

POR JUH DE PAULA >>>>

"... contra qualquer conspiração
reflexão, onde faço de verdade
a realidade do reflexo da minha ação..." 

(Juh DePaula )

SOBRE ONTEM A NOITE, POR LÉO ZANZI >>>>

O que ela grita?" Somos todos iguais porra nenhuma, estamos em cima na pirâmide e pisamos mesmo em vcs, não queremos vcs em arquibancada de Copa, temos uma policia para esculachar vcs, uma tv que lhes esconde, um mercado de trabalho que lhes excluir, um monte para eleger mais um dos nossos e boa parte do povo negro fingindo que não somos assim". Sinceramente tenho mto que agradecer a essa moça, ela mostra um pais que negros teimam em vê.

EXTRAIDO DO BLOG DO ALESSANDRO BUZO:

Bastidores de um livro sendo construído.



Essa foto de Alessandro Buzo vai ser usada na capa do seu novo livro



Buzo e Valentina, juntos em mais um livro....

Está em fase final de diagramação o meu novo livro: FAVELA TOMA CONTA 2 - A Literatura e o Hip Hop Transformaram a Minha Vida, a segunda parte (de 2008 à 2014) da minha biografia.
É um livro independente que faço pelo meu selo, Suburbano Convicto Edições, em parceria com a Editora Edicon.
A Edicon é parceira de outros livros que lancei lá.
Estou diagramando o livro, todos os dias dessa semana com a Valentina.
A Soraia trabalha na capa e ainda tem o Cosme e a Michelle na contenção.
Está ficando bacada... ainda hoje inicio a divulgação... do lançamento, em 25 de setembro, dia que completo 42 anos.
É o meu décimo primeiro livro.
Estamos construindo um sonho.... mais um livro.
Alessandro Buzo
escritor




Valentina da Edicon



Soraia trabalha na capa.... mas a arte que aparece no computador ainda não é a final.



Michelle



Cosme no corre