SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

AOS FÃS E OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 3 - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

CORUJA:


GRANDE OPORTUNIDADE!!!!!


QUE ISSO FERA ?????!!!!


CIÇO:


OWLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!


CONTINUEM...


ROLA HOJE:


POR MALCOLM X >>>>


ROLA AMANHÃ:


A IMAGEM DA SEMANA:


ROLA HOJE:


EXTRAIDO DO BLOG - TE DOU UM DADO:

Team Zilu

Publicado por: Polly
No Instagram da namorada do Zezé:
g Team Zilu

No Instagram da Zilu:
z Team Zilu

Graciela que nos desculpe, mas entre um biquini e  óculos Versace, preferimos os óculos. Add a gente, Zilu!

DA SÉRIE - VICIADOS:


POR JOSÉ SARAMAGO >>>>


TAMBÉM ACHO...


DA SÉRIE - INICIANTES


DA SÉRIE - FAZ SENTIDO


CONVITE:



PORTA DOS FUNDOS:


EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO:

Que tal impedir quem recebe o Bolsa Família de ter filhos?

Leonardo Sakamoto
O deputado estadual Aldo Demarchi (DEM-SP) defendeu que beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, tenham o título de eleitor suspenso enquanto durar o benefício.
Para ele, contudo, a regra não deveria valer a outros benefícios governamentais, como isenções fiscais ou empréstimos subsidiados a empresários porque esses “produzem''. A informação foi originalmente publicada no Jornal da Cidade, de Rio Claro e confirmada por Guilherme Balza, do UOL.
É muito louco como há pessoas que falam em suspender direitos políticos com a mesma facilidade com a qual passam manteiga no pão. Acreditam que ou o mundo funciona do jeito que elas querem ou os seres humanos que estiverem fora do padrão devem ser alijados de seus direitos fundamentais.
Talvez enxotando do processo decisório quem não compartilha a mesma classe social ou não pense igual, as opções “certas'' sejam finalmente escolhidas.
Se é assim, bora esterilizar quem participa de programas de transferência de renda para que não se reproduzam e onerem ainda mais o Tesouro Nacional.
Também podemos coloca-los em campos de trabalho forçado para que devolvam um pouco para a sociedade que financia sua vagabundagem.
E, se tudo o mais der errado, fuzilamento.
Gêmea siamesa da declaração de Demarchi, foi a pérola do vereador José Paulo Carvalho e Oliveira, de Piraí (PT do B-RJ), que defendeu, no ano passado, a aprovação de um projeto para proibir pessoas em situação de rua de votar.
“Mendigo não tem de votar. Não faz nada na vida. Não tem de tomar atitude nenhuma. Aliás, acho até que deveria virar ração para peixe. A gente trabalhando feito maluco. Não dou nada pra mendigo. Se quiser, vai trabalhar.”
“Ah, japa, mas você vai se preocupar com o que fala um deputado estadual e um vereador?'' Esse pensamento preconceituoso e segregacionista acomete muita gente autointitulada “de bem''. Quem passou pela rede nos últimos dias deve ter percebido que o povo está ávido por sangue.
O silêncio ou a indiferença diante desses discursos de ódio tem o mesmo efeito de um consentimento. E consentimentos crescem, florescem e geram frutos. Portanto, devem ser refutados sempre e a todo o momento.
De forma educada, de preferência. E com paciência.
Daí, eu, que não creio, gosto horrores do clássico Lucas 23:34: “Pai, perdoai. Eles não sabem o que fazem''.
É engraçado que ninguém reclama do dinheiro que vai às classes mais abastadas, que investem em fundos baseados na dívida pública federal, ou através de um rosário de outras formas (o PT tem sido uma mãe carinhosa para quem a vida já sorriu). Grosso modo, muito vai para poucos e pouco vai para muitos. E, mesmo assim, sou obrigado a ouvir pérolas quase que diariamente, reclamando dos programas de transferência de renda, não no sentido de melhorá-los, mas de extingui-los. A raiva com a qual essas iniciativas ainda vêm sendo tratadas por algumas pessoas me surpreende.
Para esse pessoal, é cada um por si e o Sobrenatural por todos. Fraternidade e solidariedade são palavras que significam “doação de calças velhas para vítimas de enchente”, “brinquedos usados repassados a orfanatos no Natal” ou “um dinheirinho limpa-consciência conclamado por campanha de algum canal de TV que, enquanto isso, ganha uma fortuna do próprio governo que poderia estar usando o dinheiro para resolver os problemas sociais descritos na campanha''.
Nada sobre um esforço coletivo de buscar a dignidade para todos, com uma melhor distribuição da riqueza gerada no país. Crescimento produzido pelos mesmos trabalhadores que não desfrutam da maior parte de seus resultados.
Porque, teoricamente, muito teoricamente, todos nascem livres e iguais.
E se eu dissesse uma frase preconceituosa como “dar dinheiro aos ricos os torna vagabundos?” Qual a sua reação?
Por que usar a frase para os pobres é ser um “analista sensato da realidade” e usar a frase aos ricos é ser um “canalha de um comunista safado que um dia voltará para Cuba”?

EXTRAIDO DO BLOG DO PEDLOWSKI:

E se a “oposição” virasse o jogo em Campos, o que mudaria?

Em resposta à minha própria pergunta, eu diria que muito pouco ou quase nada, o que pode não ser o mesmo mas é quase igual. É que ao olhar quem compõe a oposição e quem está oposição apoiou para o governo do Rio de Janeiro, o que se vê é até um receituário ainda pior para os pobres. Aliás, isto é tão evidente para a maioria da população que ninguém dessa oposição se preocupa em apresentar uma perspectiva distinta de governar. E não é preciso lembrar que quando tiveram o controle do governo municipal, os resultados foram catastróficos.
O problema em minha modesta opinião é que em Campos a maioria gostaria de ser como o deputado Anthony Garotinho, mas ninguém na oposição tem a mesma disposição para o embate ou para o incansável trabalho de sustentar um grupo político coeso.  O que unifica a maioria é apenas a vontade de controlar o butim representado pelo gordo orçamento que os royalties do petróleo fornecem ao município. Agora, o que há de concreto por detrás dos discursos de moralidade e compromisso com a transparência? Nada!
Se este comportamento me é indiferente naqueles que se agrupam dentro dos partidos da direita, o mesmo não posso dizer daqueles partidos que se reivindicam como sendo de esquerda como o PSOL, o PSTU e  o PCB.  Se há algo que as últimas eleições mostraram foi que o isolamento de candidaturas serviu, quando muito, para uma clarificação para uma fração mais organizada da população sobre as nuances programáticas destes partidos. Além disso, no caso de Campos, me preocupa a visão de que o problema se resolve personificando todo o mal em Anthony Garotinho, enquanto se flerta com setores extremamente atrasados da classe política local.
A esquerda ideológica só sairá do limbo se conseguir ultrapassar a fixação reinante na figura de Anthony Garotinho e apontar para a construção de um modelo de cidade que cesse a hiper concentração de renda nas mãos dos mesmos de sempre. A perpetuação desta situação sob a égide do grupo de Anthony Garotinho é muito pouco explorado pelos partidos de esquerda. Questionar este modelo de cidade partida é uma obrigação dos partidos da esquerda ideológica. Mas para fazer isto há que se superar modelos baseados no culto à personalidade no processo de construção partidária. Afinal, se é para ser assim, ninguém faz isto melhor do que Garotinho.

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA:

"Decidi recomeçar a história. Entretanto preferi substituir o 'era uma vez' por 'é dessa vez'."

EXTRAIDO DO BLOG DO ALESSANDRO BUZO:

Favela Toma Conta - O evento - 10 Anos .. 28 edições.

Mais que um evento..... Uma atitude.



Saiba o que rolou no Dia das Crianças do Itaim Paulista, 28a edição do FAVELA TOMA CONTA.

www.favelatomaconta.blogspot.com

EXTRAIDO DO BLOG - EU PENSO QUE...

PMCG DESMENTE ROMBO DE R$ 600 MILHÕES

Apesar de determinar o corte de 20% no custeio e estar preparando uma lista de corte de funcionários terceirizados, a Prefeitura de Campos, em nota oficial publicada hoje, garante que não há rombo de r$ 600 milhões nas contas municipais e vai processar jornal que divulgou a informação.
Veja a nota:

Veja a matéria do Jornal Terceira Via on line aqui e mais sobre o assunto no Blog do Bastos (aqui).

EXTRAIDO DO BLOG DO FERNANDO LEITE:

MAURO E FEIJÓ PODEM SER OPÇÃO DO PR PARA 2016

Ainda é embrionária, mas no terreiro do governo municipal de Campos, uma dupla começa a ser cogitada para disputar, pelo PR, a sucessão da prefeita de Campos: o vereador Mauro Silva, na cabeça e o deputado federal reeleito, Paulo Feijó, na vice.

Não é a opção única, mas a articulação começa a ganhar musculatura. Garotinho sabe que as eleições de 2016 serão ainda mais "cascudas' do que as de 2014.

Uma pesquisa independente para consumo doméstico de um segmento da oposição, traz dados reveladores que, se divulgados, deixarão a administração em cólicas.

CALENDÁRIO 2015


CONVITE:


ABRINDO OS TRABALHOS:


CONVITE:


PRA PENSAR...


CONVITE:


AOS FÃS E OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 3 - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

MÚSICA DO DIA:

NATIRUTS - QUERO SER FELIZ TAMBÉM

Cresça, independente do que aconteça
Eu não quero que você esqueça
Eu gosto muito de você.
Chego, e sinto o gosto do teu beijo
É muito mais do que desejo
E da vontade de ficar, teu olhar
É forte como a água do mar
Vem me dar, novo sentido para viver e cantar à noite

Quero ser feliz também, navegar nas águas do teu mar
Desejar para tudo que vem flores brancas, paz e Iemanjá

Cresça, independente do que aconteça
Eu não quero que você esqueça
Eu gosto muito de você
Chego, e sinto o gosto do teu beijo
É muito mais do que desejo
E da vontade de ficar, teu olhar
É forte como a água do mar
Vem me dar, novo sentido para viver e cantar à noite

Quero ser feliz também, navegar nas águas do teu mar
Desejar para tudo que vem flores brancas, paz e Iemanjá

DESCONFIE...

DESCONFIE DE QUEM NÃO SABE O SIGNIFICADO DA PALAVRA CICLOVIA.

EU IA...

EU IA ADICIONAR, MAS ELA ACREDITA NA REVISTA VEJA.

VERSÍCULO DO DIA:

Não há saúde nos meus ossos por causa do meu pecado ... (Salmos 38:3)

FRASE DO DIA:

CAMINHAR SEM OLHAR PRA TRÁS, SEGUIR ENFIM.

31 de Outubro de 2014

Eu tenho um jeito todo particular de ver, entender e encarar a vida; para alguns, eu a levo de modo muito equivocado; para outros, isso impõe respeito e me faz ser um cara até que bem confiável pela postura adotada e por não sair da minha linha de pensamento, sem contradições.
Sou um cara que gosto de definir tudo em que entro nos mínimos detalhes, talvez por isso, pergunte tanto, pois na minha cabeça eu tenho essa necessidade, que nem sempre é bem compreendida ou aceita pelos demais envolvidos nos processos que me envolvo. O problema é me dedico ao máximo as coisas que amo, confiando sempre no que me foi apalavrado e quando determinadas coisas antigamente não eram cumpridas, eu me aborrecia e cobrava um monte dos envolvidos; de uns tempos pra cá, avaliando, mudei e simplesmente trato dessas situações do mesmo modo como os demais. Percebi que com tal atitude, me poupo de fazer inimizades e não fecho mais tantas portas. Mas não se engane você, eu sou do tipo que pensa o seguinte: "Nada tratado sai caro" e fui criado com pessoas cujo a palavra dada valia mais que qualquer assinatura.
A semana que passou e se encerra hoje, foi muito difícil; ela não correspondeu as expectativas que criei, onde alimentei alguns sonhos ou tentei acordá-los depois de um longo período. Procurei, ao invés de reclamar de tudo, aprender com os novos acontecimentos, que eu admito, ainda me trazem dúvidas. Se eu tivesse agido como um cara iniciante ou inexperiente de outras oportunidades, teria colocado o meu nome na fogueira.
Estou em um misto de sentimentos quanto a minha nova conduta, ora me sinto tranquilo, ora temo estar desperdiçando uma boa oportunidade, embora complicada; depois de quase 5 anos, vou esperar pelo desenrolar dos dias a seguir, dias que aprendi a contar e a viver um a um. Ontem a noite, horas depois de escrever esse texto, houve uma conversa e algumas dessas portas poderão ser definitivamente abertas. Em outros casos, faço questão de dar 2 voltas no trinco e ainda jogar fora.

Mudando de Assunto - Na Série Contradições - >>>> 1- Reclama do BBB, mas assiste A Fazenda. 2- Fala ser contra a corrupção, mas compra a monografia 3- Reclama da falta de educação no país, mas vive ouvindo sertanejo universitário. 4- Fala que tem amor próprio, mas vive apanhando do namorado. 5- Fala que é homem, mas mandou a namorada tirar o filho que espera.
Hoje é dia de correria, o meu dia mais apertado na semana e o último desse mês; apesar dos pesares, a gente segue firme e forte.
A julgar pelo descontrole dos derrotados na última eleição, o que seria desse país se eles tivessem ganhado? Preocupante!!!!
Para segunda-feira, teremos o Black Total de número 71, disponível para download, teremos novidades; acesse: waguinhobsl.blogspot.com e baixe as outras edições.

Bom dia.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

JOGO LIMPO:

Olá amigos, tivemos as semifinais da Copa do Brasil na noite de ontem e como são disputas de 180 minutos, ainda é precipitado comemorar, o Flamengo construiu um bom resultado dentro de casa e vai pra Minas Gerais jogar por um empate. Além da Copa do Brasil, falaremos das Séries A, B e C, Sul Americana, convocação da seleção argentina, MMA e mercado da bola. Desejamos a todos, uma ótima leitura!!!

- FLAMENGO 2X0 ATLÉTICO/MG - Sem dúvida alguma, esse duelo é um dos maiores clássicos do futebol brasileiro e quem foi ao Maracanã, viu um jogo digno de tal título. O Flamengo foi a campo com sua força máxima, apesar dos desfalques; enquanto que o Atlético/MG teve a escalação de Pierre de inicio, na vaga de Luan. O Flamengo começou bem e no primeiro minuto, Evérton fez boa jogada e deixou Eduardo da Silva na cara do gol, Victor fez a primeira grande defesa da noite. O Atlético tinha mais posse de bola e com uma marcação forte desde a saída de bola rubro negra, equilibrava o jogo, só não chutava. Aos 20; Gabriel fez boa jogada pela esquerda e achou Evérton, na área, Victor saiu e abafou. Aos 27; Márcio Araújo escapou pela direita e cruzou, Jemerson tentou cortar e jogou contra o próprio gol, porém, Victor mostrou elasticidade e salvou o time mineiro mais uma vez. O Galo respondeu aos 40 e por pouco não abriu o marcador, após boa troca de passes oriunda de uma roubada de bola de Marcos Rocha no campo de defesa, o próprio lateral foi pra área e aproveitou o cruzamento de Diego Tardelli para cabecear com muito perigo. Aos 46, em outra boa jogada de Tardelli, o melhor do time mineiro, Marcos Rocha recebeu na entrada da área, driblou João Paulo duas vezes, mas escorregou na hora de chutar, a bola saiu a direita de Paulo Victor.
O Flamengo voltou nervoso do intervalo e pareceu sentir a pressão que vinha da torcida por um gol; Luxemburgo mexeu pela primeira vez aos 12 minutos quando trocou Eduardo da Silva por Nixon; aos 14, Gabriel foi derrubado no limite da grande área por Marcos Rocha; na cobrança de falta, João Paulo surpreendeu e colocou a bola na trave, Gabriel ficou com o rebote, na direita, e cruzou na cabeça de Cáceres que fez 1x0. depois do gol, Levir Culpi trocou Pierre e Carlos por Marión e Luan; o Flamengo respondeu com as entradas Amaral e Luiz Antônio nos lugares de Canteros e Evérton. O Atlético se lançou ao ataque e tomou um contra golpe incrivel puxado por Gabriel aos 32 minutos, o baiano passou por 3 adversários e foi derrubado na área por Josué; Chicão bateu a penalidade e fez 2x0. O Galo teve duas chances para diminuir no mesmo lance, na primeira delas, Paulo Victor soltou o chute de Marión, mas se recuperou, pegando também o chute do argentino Dáttolo. Aos 46, o Flamengo quase ampliou, quando Amaral recebeu pela direita e chutou para outra boa defesa de Victor. Aguardemos o restante desse jogo no Mineirão.   

RAPIDINHAS:

- SÉRIE A - SÃO PAULO 3X0 GOIÁS

- SÉRIE B - OESTE 3X0 PORTUGUESA - JOINVILLE 1X0 BRAGANTINO - LUVERDENSE 3X1 AVAI - SANTA CRUZ 5X1 VILA NOVA/GO

- COPA DO BRASIL - CRUZEIRO 1X0 SANTOS

- COPA SUL AMERICANA - (HOJE) - SÃO PAULO X EMELEC/EQU

- CONVOCAÇÃO DA ARGENTINA PARA 2 AMISTOSOS EM NOVEMBRO CONTRA CROÁCIA e PORTUGAL:

Goleiros
Sergio Romero - UC Sampdoria (Itália)
Nahuel Guzmán - Club Tigres (México)
Wilfredo Caballero - Manchester City (Inglaterra)

Defensores
Marcos Rojo - Manchester United (Inglaterra)
Pablo Zabaleta - Manchester City (Inglaterra)
Cristian Ansaldi - Atlético de Madrid (Espanha)
Federico Fazio - Tottenham Hotspur (Inglaterra)
Nicolás Otamendi - Valencia CF (Espanha)
Federico Fernández - Swansea City FC (País de Gales)
Facundo Roncaglia - AC Fiorentina (Itália)
Martín Demichelis - Manchester City (Inglaterra)
Ezequiel Garay - FC Zenit (Rússia)

Meio-campistas
Javier Mascherano - Barcelona (Espanha)
Ever Banega - Sevilla FC (Espanha)
Lucas Biglia - SS Lazio (Itália)
Javier Pastore - Paris Saint Germain (França)
Enzo Pérez - SL Benfica (Portugal)
Ángel Di María - Manchester United (Inglaterra)
Roberto Pereyra - Juventus FC (Itália)
Erik Lamela - Tottenham Hotspur (Inglaterra)
Nicolás Gaitán - SL Benfica (Portugal)

Atacantes
Lionel Messi - Barcelona (Espanha)
Gonzalo Higuaín - SSC Nápoli (Itália)
Carlos Tévez - Juventus FC (Itália)
Sergio Aguero - Manchester City (Inglaterra)

- Luizão, empresário de Carlinhos, confirmou que o lateral esquerdo não permanecerá no Fluminense na próxima temporada. A negociação de um novo vínculo com o presidente da Unimed, Celso Barros, não apresentou evolução, e o jogador já conversa com três clubes do futebol brasileiro.

- SÉRIE C - MACAÉ X CRB/AL - PAYSANDU X MOGI MIRIM - ERRATA - Erramos ao dizer que Paysandu era o camepão da competição, o time apenas garantiu o acesso a Série B.

- A tragédia estava anunciada há algumas rodadas, mas foi na terça-feira passada que o rebaixamento à Série C do Campeonato Brasileiro foi confirmado com a derrota para o Oeste, em Itápolis, com cinco jogos de antecedência. Esta é a primeira vez que o time do Canindé disputa a terceira divisão em 94 anos de história.

- Sobre os prováveis escolhidos a melhor jogador do mundo, se o futebol for algo justo, Di Maria, pelo que jogou no ano passado e vem jogando atualmente, leva esse ano.

- The Ultimate Fighter - Anderson Silva e Mauricio Shogun serão os treinadores da nova edição, com transmissão da Globo.

- FONTES: Terra, Lancenet, Revista Placar, Futrio, Folha de São Paulo, O Dia, Gazeta Esportiva, MG Super Esportes, Uol Esportes, Super Esportes, Blog do Kajuru, Ururau e Esporte Interativo.

Por hoje é só, até Segunda.

AOS FÃS E OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 3 - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

CORUJA:


EXTRAIDO DO BLOG - TE DOU UM DADO:

Namorado pra quê?

Publicado por: Polly
Na Fabíola Reipert:
Screenshot 2014 10 29 at 21 Detetivões
Não vamos insinuar nada não, vamos só deixar aqui uma outra notícia.
Untitled3 Detetivões

ROLA AMANHÃ


VIVA A INTERNET!!!!

Aécio teria vencido a eleição de 2014 se não houvesse internet

Cientista político diz que a mesma operação utilizada em 2014 para que Aécio vencesse a eleição foi realizada, com sucesso, em 1989 a favor de Collor. A diferença é que hoje existe a internet e as informações são constantemente confrontadas

aécio neves internet eleição
‘Sem internet, Aécio teria vencido eleição’, diz cientista político (divulgação)
Renato Brandão, RBA
Carro-chefe da editora Abril, a revista Veja lançada na última sexta-feira (24) divulgou como matéria de capa uma acusação de que a presidenta reeleita Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT, tinham conhecimento de um esquema de corrupção na Petrobras. Sem apresentar qualquer prova, o conteúdo da reportagem era baseado em suposto depoimento do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal, que foi desmentido por seu advogado logo após a publicação.
Considerada a última “bala de prata” da oposição para tentar impedir uma nova vitória petista sobre os tucanos, a reportagem foi contestada duramente pela presidenta durante seu último programa eleitoral na TV na mesma sexta-feira. Ainda naquele dia, a Justiça considerou a publicidade da revista como “propaganda eleitoral” e também concedeu direito de resposta ao PT no site da revista.
Ainda assim, o estrago já estava feito. A campanha e simpatizantes do PSDB distribuíram panfletos com a capa impressa da revista da Abril em várias cidades do Brasil. Já na madrugada de sábado (25) para domingo (26), circulavam boatos de que Alberto Youssef havia sido envenenado, algo que teve de ser desmentido com rapidez pela Polícia Federal.
“Essa operação da Veja mostra que ela não é um órgão de comunicação, o que ela mostrou claramente é que ela é uma sala do comitê político do PSDB no Brasil. A revista operou de maneira a desinformar. Ela desinformou”, disse o sociólogo Sérgio Amadeu, doutor em Ciência Política pela USP. Comparando o caso à ação midiática que ajudou a decidir o pleito presidencial de 1989, com a eleição de Fernando Collor de Mello, Amadeu acredita que o plano da editora Abril só não se concretizou nas urnas pela existência da internet. “Existe hoje a internet, que não tinha naquela época. Então, se não houvesse a internet, certamente o candidato Aécio Neves tinha ganho a eleição.”
Para o cientista político, as redes sociais apontaram um acirramento muito grande e deixaram claro que “a linha política e o conteúdo discursivo das forças comandadas pelo PSDB” é baseada na “estratégia do cinismo”. Amadeu também defendeu uma reforma política para se alcançar uma legislação mais democrática dos meios de comunicação. Entrevista completa abaixo:

Qual foi a influência da capa da revista Veja às vésperas do segundo turno presidencial entre Dilma e Aécio?

A capa da Veja foi feita justamente para influenciar o resultado eleitoral. Ela normalmente está nas bancas no sábado, mas saiu na sexta-feira. E era uma capa para, inclusive, ser impressa, tanto é que a campanha do candidato Aécio Neves (PSDB) imprimiu essa capa justamente para manter aquele clima que eles criaram no Brasil de demonização do outro. O grupo Abril, em particular a revista Veja, já há muito tempo é organização que defende interesses econômicos a partir da gestão da política. Não há como dizer agora o quanto impactou, mas eles influíram claramente na votação de domingo, porque o Aécio conseguiu, a partir desse tipo de ação, crescer e encostar na candidata Dilma Rousseff no segundo turno das eleições.

Como o sr. avalia o papel da internet nessas eleições?

Uma coisa que chama atenção nesse processo é que essa operação já tinha sido feito nas eleições de 1989, com sucesso, mas não teve desta vez. E por quê? Porque desta vez – além das pessoas já conhecerem a manobra de grupos de comunicação misturadas à elite política econômica no caso da vitória do Collor – também existe hoje a internet, que não tinha naquela época. Então, se não houvesse a internet, certamente, o candidato Aécio Neves tinha ganho a eleição, porque era o candidato preferido pelos grupos econômicos, pelos banqueiros, pelo mercado de capitais. Inclusive oscilava a Bolsa e, se você for ver, é muito curioso, quando as pesquisas davam a Dilma crescendo, a Bolsa caía, o que mostra o humor desses especuladores financeiros. A internet foi decisiva para a garantia de um debate que não existiria se fossem apenas os meios de comunicação de massa atuando nessas eleições. Isso é bastante nítido no processo eleitoral que ocorreu em 2014.

E as redes sociais?

As redes sociais, em particular, tiveram um papel grande e mostraram, na verdade, um acirramento muito grande. Deixou claro, e é importante que tudo fica registrado, qual é a linha política e o conteúdo discursivo das forças comandadas pelo PSDB, que é baseada em preconceito, em mentira e numa estratégia que podemos chamar de “estratégia do cinismo”. Eles chegam a afirmar que nenhum corrupto ligado ao PSDB está preso ou foi julgado por incompetência do PT, o que é uma coisa completamente cínica. Esse tipo de ação, as pessoas não têm clareza de como vão lidar com isso. Agora, minha opinião é bastante clara: é preciso mostrar concretamente o que é o PSDB do ponto de vista da corrupção. É inaceitável que a bandeira da corrupção seja tomada por forças da corrupção. É inaceitável.
Não tenho nenhuma dúvida do aparelhamento que (governador de São Paulo) Geraldo Alckmin faz na Sabesp. Isso ficou nítido nas gravações mostrando que eles são capazes de ganhar a eleição, inclusive se for para deixar uma cidade em situação de calamidade. Nós temos que mostrar que eles são uma junção de descompromisso com a democracia, de má gestão de recursos públicos e de corrupção em larga escala, como foi feito em São Paulo. Réus confessos entregaram as provas e o Ministério Público não faz nada. Então, temos que ir para cima disso.
Temos que ir para cima do crime eleitoral cometido pela revista Veja, temos que exigir o julgamento do mensalão mineiro antes que ele prescreva e temos que mostrar toda a ligação que o PSDB tem com crime, com práticas absurdas. Não podemos aceitar. E não vai ser falando “pessoal, o clima de ódio é ruim”. Não. O clima de ódio só vai ser reduzido com argumentos verdadeiros e racionais. Não é pedindo paz e amor, não, mas colocando claramente para as pessoas, insistentemente, as falácias do discurso que eles reproduzem para o Brasil. A gente tem que ser muito claro com isso, porque disso depende a democracia, né?

O sr. acredita que o novo governo possa mudar artigos que dizem respeito à comunicação?

Eu acho que um dos principais pontos da reforma política para o Brasil é a reforma da comunicação. Essa operação da Veja mostra que ela não é um órgão de comunicação, o que ela mostrou claramente é que é uma sala do comitê político do PSDB no Brasil. A revista operou de maneira a desinformar. Ela desinformou. Ela já havia feito isso se ligando a um criminoso chamado Carlos Cachoeira e não aconteceu nada. O cara continua lá na sucursal de Brasília, não foi preso, não foi condenado. Nós precisamos mexer nessas estruturas de concentração econômica de poder, fazer uma reforma da comunicação, uma lei de meios, como a da Argentina. E nós precisamos também de uma reforma política que retire o poder do capital, que retire o financiamento privado de campanha, mas que permita também à gente avançar em questões cruciais da sociedade brasileira. Com uma Constituinte que não possa ser com estes deputados, que tenha que ser exclusiva. O deputado que quiser fazer essa Constituinte só poderá se candidatar para isso, para discutir as ideias e o futuro do país, e não para vir com esquemas que a gente sabe que eles articulam, de grandes corporações, de forças que bancam campanhas milionárias. Precisamos de uma reforma política com uma Constituinte exclusiva e, nesse contexto, uma reforma das comunicações.

Por que os partidos têm tido certa dificuldade em atingir os jovens na internet?

A internet não é contraposta aos partidos, mas é que a velocidade das comunicações e as relações intensas que existem na internet geram muitas dificuldades para os partidos, principalmente para legendas partidárias que são estruturas mais orgânicas. Por exemplo, o PSDB adotou e atuou como estratégia na internet, e não é de agora, de desconstruir seus opositores, no caso o governo federal e o PT.
E os tucanos fazem isso destilando preconceitos e coisas absurdas. Se for ver o que dizem dos nordestinos, dos gays e das opções políticas das pessoas, beira ao fascismo. Agora temos que ver o que os partidos que são propostas democráticas e de esquerda podem refazer utilizando a internet, mas é muito difícil fazer política só pelas estruturas partidárias. Hoje, está muito claro que não é só o partido o elemento que faz política. Há outras formas de se fazer política, inclusive com conexões, grupos e coletivos de ativistas na internet.
Acompanhe Pragmatismo Político no Twitter e no Facebook.

ROLA AMANHÃ


DA SÉRIE - LEVANDO AO PÉ DA LETRA:


QUE ISSO FERA ??????!!!


OWLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!!


CRIATIVIDADE NIVEL MASTER:


QUAL O SEU LADO ????


EXTRAIDO DO KIBELOCO:

KIBE LOCO COMPARA (PARTE 43)

out/ 29 /2014
KL COMPARA: Halloween x PMDB
Para ver outras comparações, clique AQUI.

EXTRAIDO DO BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES²:

Dez anos depois, promessa cumprida: não esqueci o Serginho

Mário Magalhães
blog - serginho
No Morumbi, agonia e morte de Serginho em 27 de outubro de 2004 – Fernando Donasci/Folhapress
Faz dez anos, completados anteontem.
Na noite de 27 de outubro de 2004, o zagueiro Serginho teve uma parada cardiorrespiratória no Morumbi, agonizou no gramado e morreu.
Em uma década, soube-se mais sobre a tragédia do Serginho.
A ESPN acaba de veicular uma série alentada recordando o defensor do São Caetano (para ver, basta clicar aqui).
Da minha parte, promessa cumprida: sempre que surge um zagueirão valente que vai na bola como um famélico num prato de comida, lembro-me do jogador que tombou em campo, para nunca mais.
Reproduzo abaixo a coluna que escrevi na época.
( O blog está no Facebook e no Twitter )
*
A vida não vale nada
Legendário manager, técnico e jogador, o escocês Bill Shankly um dia filosofou, como ontem lembrou Juca Kfouri no “Lance!'': “Algumas pessoas acreditam que o futebol é uma questão de vida e morte. Estou muito desapontado com essa atitude. Posso lhe assegurar que é muito, muito mais importante que isso''.
Na noite de quarta-feira, o futebol foi morte para Serginho. No 14º minuto do segundo tempo, sem ter se chocado com ninguém, o zagueiro desabou sobre as pernas do são-paulino Grafite. O médico do São Caetano fez respiração boca a boca. O do São Paulo, massagem cardíaca.
No gramado do Morumbi, os jogadores pularam, choraram, clamaram por socorro. Quando o zagueiro se foi na ambulância, abraçaram-se todos para rezar. O estádio inteiro gritou: “Serginho! Serginho! Serginho!''.
A agonia se deu em um palco no qual não se supunha que viesse a ocorrer, a despeito de episódios recentes. A morte, pensamos, é para velhos, e não crianças e jovens. Para doentes, e não para quem parece gente sã. Para fracos, e não superatletas.
Simulacro da guerra, na qual a morte é do jogo, o futebol celebra a vida. Pontuamos a memória com gols e frangos, triunfos e fracassos. No “mata-mata'', quem morre renasce amanhã. “Gosto da vida, não quero morrer'', disse Parreira antes da semifinal da Copa-94. A equipe que morre na praia tem a eternidade para dar a volta por cima. A “morte súbita'' não representa o fim.
A morte de Serginho não é metáfora. Uma das heranças que sua tragédia pode deixar é uma revolução nos primeiros socorros nos estádios. Recomenda-se serenidade. O jornalismo esportivo mal domina rudimentos da ortopedia. Imagine de cardiologia e neurologia. Lições de medicina são para médicos. Jornalistas não são juízes, portanto não julgam. Essencialmente, informam. Sobram perguntas, que começam a ser respondidas em boas reportagens.
Divulgou-se que, consciente de problemas no coração, Serginho teria firmado um termo se responsabilizando pelo que lhe acontecesse. Um médico não deveria vetar, conforme o diagnóstico? Seria o caso? Washington, artilheiro e cardiopata, não assinou um documento assim?
O que move um atleta a arriscar a vida? Desconhecimento do risco? Foi o que houve com Serginho? Não somos nós que festejamos a paixão do centroavante do Atlético-PR pelo futebol? E o que leva um cartola a negar as alterações cardíacas relatadas por amigos do zagueiro? Uma canção cubana diz: “A vida não vale nada''.
A vida de Serginho teve fim em noite de eclipse da lua. Ele completara 30 anos na semana passada. Era um bom jogador, protagonista da histórica ascensão do São Caetano. Formava na estirpe de lutadores que teve em Rondinelli, o Deus da Raça, um dos ícones. Para sempre, quando surgir um zagueirão valente que vá na bola como num prato de comida, haveremos de recordar: Serginho era assim.
(MM, “Folha de S. Paulo'', 29 de outubro de 2004)

EXTRAIDO DO BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES:

mariga - aln inconfidentes

A pesquisa acadêmica e jornalística sobre a luta armada contra a ditadura implantada em abril de 1964 desenvolveu-se expressivamente nos anos recentes. Com historiadores e repórteres cavucando velhos arquivos, empoeirados ou não, têm sido encontrados documentos, testemunhos e imagens de mais de quatro décadas atrás.
A ilustração acima foi apreendida em São Paulo por agentes do aparato repressivo, em 1972, num aparelho (local secreto de moradia) de militantes da Ação Libertadora Nacional, maior grupo guerrilheiro de combate à ditadura.
A ALN havia sido fundada e comandada pelo ex-deputado Carlos Marighella e o jornalista Joaquim Câmara Ferreira.  Na próxima terça-feira, 4 de novembro, o assassinato de Marighella por policiais do Dops completará 45 anos. Câmara foi morto na tortura em outubro de 1970.
O desenho de Tiradentes, encimado pela sigla ALN e com a palavra “inconfidentes'' abaixo tinha o propósito de mostrar que os guerrilheiros consideravam sua batalha continuidade histórica do movimento de Tiradentes contra o jugo português, no século 18.
A ilustração estava no aparelho de Iuri Xavier Pereira, que foi executado em junho de 1972. Entre outras atribuições, Iuri era o responsável pela imprensa da organização. Para as dramáticas condições de clandestinidade da ALN, é incrível que tenham sido editados jornais como “Ação'', “O guerrilheiro'' e “Venceremos'', mesmo depois das mortes de Marighella e Câmara Ferreira.
É muito provável que o Tiradentes se destinasse a alguma publicação, mas não se sabe se Iuri teve tempo para isso. Ganhei a imagem de sua irmã, Iara Xavier Pereira, que a copiou de um processo judicial.
Como o desenho não consta da iconografia mais conhecida da ALN, exibo-o aqui, como relíquia histórica, admire-se ou reprove-se a luta armada e os guerrilheiros que deram sua vida enfrentando a ditadura.
( O blog está no Facebook e no Twitter )

EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO:

Deputados têm medo de participação social por se acharem donos do poder

Leonardo Sakamoto
Você empresta a sua caneta para outra pessoa sob a condição de que ela seja usada em seu nome. Mas, em determinado momento, a pede de volta porque descobre que pode escrever você mesmo pelo menos parte de sua própria história. Nessa hora, a pessoa fica indignada, irritada, raivosa. Não devolve e, pior: diz que a caneta agora é dela.
Em resumo, é isso o que a Câmara dos Deputados fez, nesta terça (28), ao sustar os efeitos do decreto presidencial que cria a Política Nacional de Participação Social – que tem por objetivo desenvolver mecanismos para acompanhar, monitorar, avaliar e articular políticas públicas. E fez com o sangue nos olhos do presidente da casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB), que culpa o PT pela derrota que sofreu para o governo do Rio Grande do Norte.
Dessa forma, os nobres parlamentares passam por cima do artigo 1o, parágrafo único, da Constituição Federal: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente''.
Desde que o decreto foi criado, apareceu uma miríade de declarações de deputados e senadores, dando voltas e voltas para construir justificativas estranhas, dizendo que garantir instrumentos de participação social é assassinar a nossa democracia (he), transformar o Brasil em uma ditadura bolivarianista venezuelana (hehehe) e instalar o regime cubano por aqui (kkkkkkkk).
Minha crítica ao decreto é exatamente o oposto: ele é tímido demais. Na prática, regulamenta os conselhos e comissões que não possuem regulamentação e abre a possibilidade (não obriga) a criação de outros. E vem tarde: afinal tudo o que ele organiza já está previsto na Constituição Federal (aquele documento de 1988 que ninguém gosta de levar muito a sério) e não avança tanto quanto seria necessário, nem responde a demandas das manifestações de junho do ano passado. É, portanto, um primeiro passo.
O decreto 8243/2014 não troca a democracia representativa pela direta em nosso país. Até porque não somos uma sociedade suficientemente desenvolvida, com acesso pleno à informação e consciência de seus direitos e deveres para aposentar nossos representantes. Isso é um sonho ainda distante.
Este decreto não cria instâncias, órgãos e cargos automaticamente, não diminui atribuições do Congresso Nacional ou interfere em outro poderes e não centraliza o controle da sociedade civil em ONGs que querem fazer a revolução.
O mais engraçado é que boa parte dos parlamentares age como comentarista de internet: não entendeu bulunfas de um texto e repete frases feitas contra ou a favor do decreto. O que mostra, novamente, que o Congresso é espelho da sociedade brasileira.
Peço licença para retomar o que já havia escrito na época. Levando a sério alguns discursos que estão circulando nos plenários da Câmara e na imprensa (meu Deus, como tem jornalista que não se digna a ler o papel antes de falar groselha…), não poderíamos ter orçamento participativo, conselhos ligados à defesa dos direitos humanos (responsáveis por monitorar políticas como a de combate ao trabalho infantil), muito menos conselhos ligados à educação e saúde – bandeiras importantes de parlamentares marinistas, aecistas, dilmistas, lucianistas e eduardojorgistas, entre outros, durante a redemocratização.
Conselhos são um espaço em que governo e a sociedade discutem políticas públicas e sua implantação, e estão presentes desde o âmbito local – na escola, no posto de saúde – até o federal, onde reúnem representantes de entidades empresariais, organizações da sociedade e governo. Alguns são obrigatórios, exigidos por leis federais, mas cada município e estado pode criar os que julgar necessários.
Quem escolhe? Há diversas formas. O ideal é que seja por eleição, como ocorreu em São Paulo recentemente com as subprefeituras e áreas temáticas.
É óbvio que, para essas arenas de participação popular serem efetivas, precisam deter algum poder e não serem apenas locais de discussão e aconselhamento. E isso gera conflito entre novas instâncias de representação e as convencionais.
Afinal, senadores, deputados, vereadores, membros das esferas federal estadual e municipal e quem sistematicamente ganha com a proximidade a eles, enfim, o grupo de poder estabelecido, tende a não gostar da ideia de ver outros atores ganharem influência, outros que não fazem parte do joguinho. Há gente que teme, com o monitoramento por parte do povo, ficar sem o instrumento clientelista de poder asfaltar uma determinada rua e não outra, empregar conhecidos e correligionários.
Durante décadas, brigamos para a implantação de instâncias de participação popular. E, agora, que elas começam a ser discutidos em determinados espaços, ainda que de forma tímida e por conta de intensa pressão social, as propostas correm o risco de serem congeladas se o Senado confirmar a decisão da Câmara.
E olha que nem estamos discutindo o vespeiro real. Pois, mesmo que tudo isso aproxime as pessoas da gestão de suas comunidades, os conselhos ainda são espaços de representatividade e não de participação direta.
Com o desenvolvimento de plataformas de construção e reconstrução da realidade na internet, as possibilidades de interação popular deram um salto.
Se tomarmos, por exemplo, as experiências de “democracia líquida'' envolvendo os Partidos Piratas na Europa – com seus sistemas que utilizam representantes eleitos pelo voto direto, mas também ferramentas possibilitando ao eleitor desse representante  ajudá-lo a construir propostas e posicionamentos de votação a partir do sofá de sua sala – percebemos que há um longo caminho a percorrer. Podemos chegar a um momento em que a representação política convencional se esvazie de sentido. Não é agora, nem com esse decreto. Mas, quem sabe, com um sociedade mais consciente.
Como já disse neste espaço, muitos desses jovens que foram às ruas em junho do ano passado, reivindicando participar ativamente da política não estavam pedindo a mudança do sistema proporcional para o distrital puro ou misto, como o governo federal e o parlamento pensam. Queriam mais formas de interferir diretamente nos rumos da ação política de sua cidade, estado ou país. Mas não da mesma forma que as gerações de seus pais e avós. Porque, naquela época, ninguém em sã consciência poderia supor que criaríamos outra camada de relacionamento social, que ignorasse distância e catalisasse processos. Pois, quando a pessoa está atuando através da internet, não reporta simplesmente. Inventa, articula, muda. Vive.
Ou seja, plebiscitos, referendos, projetos de iniciativas populares, conselhos com representantes por tema ou distrito são os primeiros passos, não os últimos. Com a próxima geração, a política será radicalmente transformada pela mudança tecnológica. Participar do rumo das coisas a cada quatro anos não será mais suficiente. Pois, em verdade, nunca foi. Iremos participar em tempo real.
Por fim, aos líderes políticos, econômicos e sociais que acham que todo poder emana deles próprios, um lembrete: talvez não seja hoje, mas a gente vai querer as nossas canetas de volta.

CHORADEIRA NIVEL MASTER


ABRINDO OS TRABALHOS:


VAI VENDO...