SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

AOS FÃS E OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 27 - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

BIBLIA FREESTYLE >>>>

Lucas 14


Em um sábado, quando Jesus comia na casa de um líder religioso, apareceu um sujeito com barriga d’agua. E Jesus aproveitou pra zoar com os crentes dizendo: “Galera... é certo curar alguém no sábado?”. Os caras ficaram quietos com medo de responder. Aí Jesus curou o barrigudinho na hora e disse: “Se seu carro furar um pneu sábado, você vai deixar ele lá até domingo pra então trocar?”. E os caras ficaram putos mas não tinham argumento pra rebater isto.
Vendo Jesus que a galera quando chegava na festa escolhia os melhores lugares pra sentar, disse: “Quando você for rangar na casa de alguém, sente nos piores lugares. Por que se chegar alguém mais importante que você, vai passar vergonha quando o dono da festa mandar você sair pra outro sentar aí. Mas se você sentar lá no fundão, quando o dono da festa chegar, vai te chamar pra mais perto. As coisas no Reino de Deus são assim também. Quem quiser aparecer, vai se ferrar. Quem for humilde, vai se dar bem.”

“Quando você for fazer um churrasco, não chame amigos ou parentes ricos que tenham como retribuir o rango em outra ocasião. Prefira chamar os pobres, aleijados, cegos... aqueles que não tem como retribuir de jeito nenhum. Aí você vai se dar bem com Deus.”

Ouvindo essas coisas, um cara na mesa gritou: “Feliz é quem come pão no Reino dos céus!”

Mas Jesus disse: “Um homem fez uma baita duma festa e mandou chamar várias pessoas. Mas os convidados começaram a dar desculpas de que tinham outras coisas mais importantes pra fazer. Então mandou chamar os pobres, aleijados, cegos e qualquer outro que encontrasse pela rua. E nenhum dos antigos convidados teve o prazer de participar daquela festa.”

E continuou ensinando: “Quem não incomodar sua família e não ficar com a própria vida incomodada, não pode ser meu discípulo. Quem não pegar a sua própria cruz e me seguir, também não serve.”

“Quem vai construir uma casa tem que fazer as contas no começo da obra pra ver se tem dinheiro pra terminar. Por que quem fica sem grana no meio da obra, vira piada entre os vizinhos.”

“Quem vai pra guerra tem que fazer as contas pra saber se tem condição de vencer. Senão é melhor fazer um acordo de paz do que brigar e apanhar.”

“Quem não renuncia a tudo o que tem, não presta pra ser meu discípulo. Sal é bom pra dar tempero nas coisas, mas se não tiver capacidade de dar sabor, não serve pra nada. Tem que ser jogado fora.”

“Prestem bastante atenção nessas coisas que tô falando!”
Ariovaldo Jr - contato@bibliafreestyle.com.br

BOA PERGUNTA...


COLOCAÇÕES...


CONVITE:


ME SOLTA!!!!!


É DESSE JEITO!!!!


LEVANDO NA ESPORTIVA:


CORUJA:


EXTRAIDO DO KIBELOCO:


CARTÃO VERMELHO


CARTAO-VERMELHO
Não entendeu? Clique AQUI.

EXTRAIDO DO MORRI DE SUNGA BRANCA:

Resumo do Rock in Rio

Publicado por: Lele
Melhor resumo do Rock in Rio quem fez foi a própria imprensa. Ninguém sabia quem era quem, e assim foi:
ck1

rock2

rock

Três exemplinhos da beleza que foi a cobertura jornalistona.
Mas o momento mais legal do festival inteiro foi a cara RECEPTIVA da Kate Perry enquanto a fã subia ao palco e fazia uma selfie com ela. Olha que FELICIDADE.

perryextasiada.jpg

EXTRAIDO DO BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES:


‘Contragolpe': PSDB insinua na TV discurso das forças que derrubaram Jango


As anotações a seguir, bem como a propaganda televisiva de que elas tratam, podem no futuro ser condenadas a reles pé de página, se tanto. Ou não. Dependerá do rumo do Brasil.
Na noite desta segunda-feira, o PSDB exibiu dez minutos de programa na TV (assista à íntegra clicando na imagem no alto). Em inflexão que talvez venha a ganhar relevância histórica, o partido semeou uma narrativa que pretende conferir legitimidade ao afastamento da presidente da República ungida pelas urnas.
Os tucanos não pronunciaram a palavra, mas deram a entender que o afastamento de Dilma Rousseff do Planalto seria resultado de um contragolpe, e não de um golpe de Estado.
Em comparação com a novidade, foram secundários os discursos de Geraldo Alckmin, José Serra, Fernando Henrique Cardoso e Aécio Neves (outro registro para a história: três políticos de São Paulo, um de Minas, e só).
No finzinho, depois do recado do candidato presidencial derrotado em 2014, um ator-apresentador disse (começa aos 9 minutos e 23 segundos do programa):
“Se você empresta dinheiro para uma pessoa, e essa pessoa some, nunca mais aparece pra te pagar, você foi vítima de quê? De um golpe, não é?''
Reiterou:
“E se você vota em quem promete controlar a inflação, não mexer em direitos trabalhistas, e muitas outras maravilhas, mas depois a inflação sobe sem parar, ela corta o seguro-desemprego, 1 milhão e meio de vagas no Pronatec, aumenta e muito a conta de luz. Pense bem: isso é ou não é um verdadeiro golpe?''
Contra um golpe, ilegítimo já no nome, o que seria legítimo? Um contragolpe!
As forças militares, econômicas e políticas que se associaram para derrubar o presidente constitucional João Goulart em 1964 jamais reconheceram ter participado do golpe de Estado que de fato ocorreu.
Sempre afirmaram, e as viúvas da ditadura (1964-1985) repetem até hoje, que houve um contragolpe que barrou um alegado golpe iminente de Goulart.
Como identificam consciências honestas e historiadores respeitáveis, houve mesmo um golpe contra Jango _e, acrescento, contra o Brasil.
Serra, presidente da UNE em 1964, e FHC, sociólogo que viajou de São Paulo ao Rio para participar do comício da Central do Brasil, sabem que “contragolpe'' é farsa histórica destinada a acobertar os golpistas que fulminaram a democracia 51 anos atrás.
Aécio era criança, mas deve ter ouvido do avô, o legalista Tancredo Neves, que contragolpe era história da carochinha.
Contragolpe de verdade, ensina o passado, aconteceu em novembro de 1955. Um golpe em curso tentava impedir a posse do presidente sufragado pelos cidadãos, Juscelino Kubitschek. Reagindo aos golpistas militares e civis, o general legalista Henrique Teixeira Lott lançou os tanques às ruas no contragolpe que permitiu a posse do eleito pelo povo.
Em suma: golpe alveja quem tem o respaldo constitucional do voto; contragolpe digno de assim ser chamado protege quem tem voto.
Méritos e deméritos dos governos FHC, Lula e Dilma, em parte abordados ontem, são outra conversa.
O marcante foi o tucanato ter insinuado o mesmo discurso que conheceu seu auge em 1964.
( O blog está no Facebook e no Twitter )

EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO²:

Por uma reforma ministerial que expurgue as aberrações

Leonardo Sakamoto

O Palácio do Planalto discute unir as secretarias especiais de Direitos Humanos, Políticas para as Mulheres e Igualdade Racial, todas hoje com status de ministério, em um único Ministério da Cidadania. E, ao mesmo tempo, rebaixar a Secretaria Nacional de Inspeção do Trabalho, alocando-a em alguma diretoria com menos poder, quando o ministério da Previdência Social fagocitar o do Trabalho e Emprego.
Sou particularmente a favor de uma reforma ministerial. Uma reforma que expurgue aberrações políticas – vazias de conhecimento técnico, mas recheadas de interesses econômicos – plantadas na Esplanada em nome da governabilidade, do apadrinhamento e do atendimento nonsense a algumas correntes partidárias.
Até sou a favor de uma redução no número de ministérios. Não pela economia que a ação geraria – que não seria significativa se não fosse precedida de uma reforma administrativa e política que jogasse Pinho Sol e creolina em certas instituições federais. Mas ajudaria a racionalizar a gestão. O problema é que governos agem como algumas empresas familiares: quando nasce mais um filho (no caso, partido de base aliada), cria-se algo para acomodá-lo, mesmo que não ajude a facilitar a administração o país.
Mas é incrível como a porrada vem sempre sobre as áreas que mais precisam de apoio político porque tratam da dignidade de rotos, rasgados, prostituídos e minorias em geral – o povo que a elite política e econômica está pouco se lixando. Essas secretarias, que não possuem orçamento significativo, usam de seu (pequeno) poder político dos ministros para fazer avançar pautas. Agora, o governo estuda uma mudança radical nessas pastas – afetando aquele pessoal que acreditou nas promessas eleitorais de mudanças econômicas sem sofrimento para o trabalhador – sem garantir que esse poder de influência aumente ou se mantenha.
Há mais de dez anos, um político ligado à área defendeu uma proposta de um ministério forte dos Direitos Humanos. Em sua concepção, juntando diferentes secretarias e outras instituições que precisavam de uma refundação, como a Funai, e contando com um orçamento muito maior, seria capaz de tornar essa área um ator de influência nos debates sobre desenvolvimento e economia.
Lembrando às pessoas que não costumam ler mais do que um tuíte de texto que “direitos humanos'' envolvem seu direito à liberdade de expressão, a ter um trabalho digno e não ser escravizado, de não ser preso arbitrariamente na rua, a ter um nome e uma nacionalidade, a poder constituir um negócio ou professar uma fé, a não ser violentado pelo Estado, a poder ter infância, a de não ter medo de ser quem você nasceu para nascer, entre outras tantas coisas.
O erro do bem-aventurado político era que nenhuma administração, atual ou passada, garantiria condições de recursos humanos e financeiros para manter um ministério com essa função e esse poder de fogo. Não é prioridade.
Afinal de contas, a reforma, que está sendo feita agora é para tentar lançar uma boia de salvação ao governo que está se afogando e não para navegar o país para fora das águas turvas do pântano da dignidade – mais lodoso e antigo que a última tempestade econômica.

EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO:

Prisões: Por que não temos revistas vexatórias de mulheres em aeroportos?

Leonardo Sakamoto

As revistas vexatórias a que companheiras, mães e filhas de presos são submetidas para poderem visitar seus parentes presos, despindo-se e mostrando seus genitais, vão ser tema de audiência da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos. Por isso, pedi um artigo à advogada Mayra Cotta de Souza, membro do Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem) e pesquisadora da New School, em Nova York, que falará sobre a situação nos presídios por aqui. Em alguns estados brasileiro, essa prática já foi proibida – o que não impede, contudo, que continue acontecendo. A discussão é fundamental. Afinal de contas, o grau de civilidade de um povo pode ser medida pela forma como trata seus presos. E suas famílias.
Prisões: Por que não temos revistas vexatórias de mulheres em aeroportos?, por Mayra Cotta de Souza
É verdade que o tema dos presídios não está entre os mais populares no Brasil.
Para quem minimamente ainda conserva resquícios de humanidade, é difícil ter de ser lembrado do fato de que, nesse momento, cerca de meio milhão de brasileiros estão trancados numa cela superlotada, sem alimentação decente, em precaríssimas condições de higiene e submetidos a uma cultura de controle que faz uso das mais cruéis práticas de tortura. Quando se tem notícia, então, que essas torturas extrapolam os muros dos presídios e alcançam também toda a família do preso, o esforço para tentar ignorar essa realidade se torna ainda mais firme.
Mulheres que precisam ter a sua vagina e ânus revistados por agentes penitenciários, crianças que devem ficar nuas diante de adultos desconhecidos, idosas que tentam superar os limites físicos e morais para conseguirem se abaixar sem calcinha em cima de um espelho. Essa é a rotina semanal ou quinzenal das mulheres que têm seus companheiros, pais, irmãos ou filhos encarcerados. Uma rotina que se repete não apenas nos recônditos do interior do país, mas também em seus grandes centros urbanos, e se mantém resoluta e intocável pelos governos locais, estejam eles em qualquer ponto do espectro político-partidário.
Os presídios não são trágicos apenas para quem está atrás das grades. A realidade prisional abarca também centenas de milhares de mulheres que precisam viver seus principais relacionamentos afetivos através das grades. São esposas, namoradas, mães, irmãs e filhas que se esforçam para se manterem ao lado de seus queridos durante o cumprimento da pena, dispostas a se submeterem ao que for preciso para não perderem o contato com aqueles que lhes são tão caros. Mulheres que, mesmo aqui fora, não podem se revoltar contra o ataque aos seus corpos, porque elas tem alguém amado de refém lá dentro.
As organizações do Cone Sul que lutam pelo fim das revistas vexatórias em presídios – este humilhante e invasivo procedimento que obriga a vistoria íntima de qualquer pessoa que queira visitar alguém preso – conseguiram uma importante vitória: no próximo dia 23 de outubro, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos fará uma audiência em Washington, capital dos Estados Unidos, para tratar do tema. Graves denúncias demonstram que, além de as revistas serem realizadas em condições precárias que expõem a visitante ao risco de doenças transmissíveis, elas são ineficazes no controle de entrada de objetos proibidos em presídios.
Mas se há diversas formas para se evitar a passagem de drogas e armas em qualquer lugar – não é um grande mistério tecnológico a prática em aeroportos, afinal – por que optar pela violação das cavidades do corpo das mulheres?
Pela classe a que pertencem, os presos estão disponíveis para serem humilhados, torturados e controlados, e essas práticas opressoras acabam sendo requintadas e expandidas às mulheres que vão visita-los. Se essas mulheres são a única relação que os presos tem com a vida fora da prisão, a única dose de afeto e carinho recebida por eles dentro daqueles muros, então fica claro por que se opta por dificultar ao máximo essas trocas. E assim a revista vexatória continua sendo prática comum, apesar de o número de celulares, armas e drogas dentro dos presídios continuar aumentando.
A classe social da população carcerária faz com que todas as violações que ocorrem dentro de um presídio sejam invisíveis. O gênero das visitas que frequentam o cárcere, por sua vez, legitima as revistas vexatórias. A mulher pobre, a esposa, filha, irmã e mãe de um preso não é humilhada e maltratada pelo Estado somente porque é pobre, mas o é também porque seu corpo sempre esteve disponível para ser invadido, porque o seu corpo na verdade nunca foi seu.
E ele continuará sendo rotineiramente violentado simplesmente porque é mais fácil submeter as mulheres pobres a gravíssimas violações do que disponibilizar a elas o mesmo tratamento dispensado a qualquer pessoa que viaja de avião.

ABRINDO OS TRABALHOS:


DA SÉRIE - FAZ SENTIDO:


VAI VENDO!!!!!!


QUE ISSO FERA ?????!!!!!


DA SÉRIE - LEVANDO AO PÉ DA LETRA:


NA SÉRIE CONTRADIÇÕES >>>>


EXTRAIDO DO BLOG DO PEDLOWSKI²:

RJ: felizmente ainda existem vozes se levantando contra a segregação imposta pelo (des) governo Pezão

“Não temos o direito de ir à praia, enquanto uma guerra se instaura na cidade” – afirma Pesquisadora

carioca
Na semana passada, a redação do Justificando recebeu a mestranda na Universidade Federal Fluminense (UFF) e membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ Priscila Pedrosa Prisco. A ativista do círculo de cidadania criticou a política de violência do Estado carioca, a comoção seletiva da classe média, entre outros temas ligados ao momento.
Priscila chamou atenção, em primeiro lugar, ao alarde que se tem feito sobre os arrastões. Explicou que os atos infracionais já acontecem há anos, sempre no verão, e para combatê-los são colocadas as polícias nas praias. As novidades, no entanto, são duas: a primeira se refere à antecipação da operação verão nesse ano pelo prefeito Eduardo Paes, enquanto a segunda surgiu da decisão do juiz em acolher o Habeas Corpus impetrado pela Defensoria Pública. A lei, o básico, tem sido interpretada, pelo senso comum, pela imprensa, como um fator impeditivo da polícia trabalhar. Como se a polícia só pudesse trabalhar dessa forma, criticou.
Para a pesquisadora, a adoção da violência policial como política pública acaba por estigmatizar e criminalizar determinados grupos – negros, periféricos, e pobres -, gerando ainda mais violência no cotidiano. Desde que nascem, as crianças das favelas são submetidas à violência. Passam a vida inteira sendo humilhadas, tomando tapas na cara, vendo suas mães apanharem, os amigos morrerem, são torturadas. E você acha que isso não vai ter nenhum reflexo em sua formação como pessoa?, perguntou Priscila.

Espiral de violência

Prisco afirma que todas essas violências, somadas à política policial de barrar e levar para inquérito jovens a caminho dos bairros da zona sul, são nada mais que segregações, políticas de prevenção puramente genéticas, muito próximas das políticas nazistas, absolutamente desconectadas dos efeitos que podem causar no cotidiano. É uma espiral de violência, explica.
“É muito comum você ver os cariocas da zona sul, a classe média se queixando – ah, mas aí nós não temos direito de ir à praia, nós não temos liberdade de ir. Eu creio que não, não temos liberdade de ir e vir, não temos liberdade de ir à praia ali feliz e contente, enquanto uma guerra se instaura na nossa cidade sem que nós, que vivemos na bolha, na zona sul, no cercadinho, não tomemos consciência da situação que acontece nas áreas mais pobres da cidade” – afirmou.
Para ela, essa ausência do “direito de ir à praia” decorre diretamente da falta de importância e relevância que é dada à cotidiana violência sofrida moradores das favelas e outras comunidades menos favorecidas economicamente. Não é possível que uma política pública imponha um nível de violência desse tipo, como impõe nas favelas, nas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), um nível de violência policial altíssimo, sem que isso vá repercutir nos grupos privilegiados.
“Então quanto mais se pedir o Estado, a violência de Estado, quanto mais se pedir a morte das pessoas na zona norte, nas favelas, mais a gente vai ficar preso. Não é possível você viver numa cidade segregada dessa forma e achar que você não tem nenhuma responsabilidade e que isso nunca vai repercutir na sua vida de rei, né, de príncipe” – finalizou.
FONTE: http://justificando.com/2015/09/28/nao-temos-o-direito-de-ir-a-praia-enquanto-uma-guerra-se-instaura-na-cidade-afirma-pesquisadora/

EXTRAIDO DO BLOG DO PEDLOWSKI:

Ciência brasileira em crise: o buraco é definitivamente mais embaixo

crise
Alertado pelo jornalista Maurício Tuffani em sua página no Facebook, me deparei com dois artigos que discutem a raiz da crise que assola atualmente a comunidade brasileira (Aqui! e Aqui!). Apesar de achar as duas análises interessantes, creio que perdem o essencial da questão.
Mas vamos por partes. Como passei algum tempo vivenciando o sistema universitário estadunidense, creio que relacionar os problemas de gestão que temos nas universidades brasileira à crise quantitativa e qualitativa que temos no nosso sistema universitário à uma suposta falta de profissionalização dos dirigentes é equivocado. É que as universidades estadunidenses passam por problemas sérios nas suas relações internas por uma distância objetiva que existe entre gestores e geridos. Além disso, a superposição de uma lógica mercadológica sobre as questões acadêmicas tem servido para reprimir o pleno desenvolvimento de novas gerações de pesquisadores, além de criar um sistema ainda mais injusto nas relações de trabalho. 
Assim, se olharmos de perto e sem olhos colonizados, veremos que o sistema estadunidense enfrenta uma crise que nasce justamente da negação da autonomia para a produção de conhecimento científico que não esteja sendo produzido apenas para encher ainda mais a empada das corporações. Desta forma, apesar de ainda lideraram os diferentes rankings de universidades no mundo, a pressão pró-mercado tem sido apontado como um poderoso elemento de asfixia na capacidade de gerar conhecimento científico, e até mesmo de gerar bons quadros para a iniciativa privada. 
Ainda nesse tópico, há que se lembrar que muitos dos problemas vividos pelas universidades brasileiras ainda decorrem da herança maldita que foi deixada pela ditadura militar de 1964, que privou nosso jovem sistema universitário de lideranças capazes de apoiar o desenvolvimento de um modelo universitário que estivesse atento aos problemas reais da nossa sociedade.  E isso foi feito não apenas pelas aposentadorias forçadas e exílio de muitos intelectuais, mas também pela ascensão de uma classe de dirigentes totalmente servis ao regime de exceção. Desta forma, essas lideranças institucionais acabaram atrelando as nossas universidades às vontades políticas dos ocupantes de plantão dos diferentes palácios de governo, um fato que se mantém até hoje. Em suma, em minha opinião, o problema que enfrentamos nas universidades brasileiras não é de capacidade de gerir sob o ponto de vista administrativo, mas político.
O segundo aspecto abordado nas reflexões que o jornalista Maurício Tuffani divulgou é que a falta de conhecimento da população sobre a importância da ciência e das instituições que a produzem acabaria fragilizando a posição que as mesmas ocupam na sociedade e, por extensão, nas disputas que eventualmente ocorrem por orçamentos encolhidos. Creio que a primeira questão aqui é relacionada ao que eu disse no item anterior. É que se não produzimos uma ciência antenada com as necessidades mais estratégicas do país, e nos contentamos em produzir ciência de segunda mão, dificilmente teremos o devido reconhecimento de nossa importância para o desenvolvimento nacional. E olha que eu acho que as universidades, a Universidade Estadual do Norte Fluminense é um bom exemplo disso, ainda recebem muito crédito da população, muito mais pelo que poderiam ser, e não que efetivamente são.
Em suma, o nosso problema não é falta de divulgação, mas ausência de um entendimento de que ciência, especialmente aquela produzida num país de economia periférica como o Brasil, não pode ser algo que sirva apenas para o engrandecimento de currículos pessoais.  O buraco é muito mais embaixo, pois não apenas persistem problemas básicos e profundamente graves, mas porque abrir caminho para um efetivo processo de desenvolvimento deveria ser encarado como uma tarefa coletiva de todos os que militam profissionalmente em nosso ainda jovem sistema universitário. Mas não é o que se vê, aliás, muito pelo contrário, já que estamos vivendo um período de grande obscurantismo, onde um mínimo de aceno para reflexões críticas sobre a universidade são rotuladas com adjetivos perversos, seja pela esquerda ou pela direita.
Outro aspecto que deveria servir como elemento de discussão se refere à verdadeira bagunça que foi criada pela implantação de uma visão de quantidade sem qualidade, e que resultou numa euforia inebriante por muitos dirigentes de nossas agências de fomento e das próprias universidades. Em função disso, por quase uma década, vivemos uma espécie de “milagre brasileiro” onde se difundiu a idéia de que havíamos nos tornado uma potência científica mundial.
Agora que a cortina de fumaça está baixando e a dura realidade do “trash science” como “modus operandi” de turbinamento de CVs Lattes aparece nos horizonte, podemos ver que no quesito da produção científica estamos deparados com um verdadeiro tigre de papel, pois, em nome de uma súbita aceleração no número de mestres e doutores, acabamos criando um sistema sórdido de confecção em massa de dissertações e teses baseadas em pesquisas pouco rigorosas que, além de não resistir a uma análise minimamente rigorosa, ainda estão servindo para a erupção de um número incrível de fraudes acadêmicas.
Por último, é preciso ressaltar que a política de financiamento adotada pela maioria dos governos civis que sucederam ao regime de 1964 tem sido na direção das instituições privadas de ensino, onde efetivamente não há qualquer produção científica que merece essa nome. No caso do governo de Dilma Rousseff temos assistido, até de forma inaceitável, a aplicação de bilhões de reais em políticas que servem apenas para robustecer a produção de vagas de graduação, enquanto turbinam as contas bancárias dos donos das empresas de ensino.  Essa decisão do governo federal evidencia não apenas a opção preferencial pelas corporações privadas de ensino, mas também, e principalmente, o abandono das instituições públicas, onde se concentra a produção científica.
Essa opção preferencial pelo ensino privado é revelador de algo ainda mais crucial, o do abandono de um projeto nacional para a ciência. E frente a esse fato é que deveríamos estar nos posicionando, o que não está ocorrendo, pois a maioria das análises se concentra em elementos, me desculpem, periféricos e secundários. 

EXTRAIDO DO BLOG DO ALESSANDRO BUZO:

Sarau Suburbano pegou fogo ontem....26 participações e lançamento do livro Ruas de Fogo.



Buzo fez segundo lançamento do livro "Ruas de Fogo"





Pegou fogo literalmente..... o Sarau Suburbano ontem (terça, 29 de setembro de 2015).
Foi o segundo lançamento do livro RUAS DE FOGO do anfitrião Alessandro Buzo, casa cheia, só peso da poesia.
Foram 26 participações e muitos momentos especiais.
Viver cada edição do Sarau Suburbano, os vazio, os cheio (como ontem) e os lotados, é uma escola de "fazer cultura em São Paulo", na raça, semanal.
Me orgulho do time (Alessandro Buzo, Tubarão Dulixo, Marilda Borges e Evandro Borges)... e dos poetas frequentadores assíduos. Mas bom contar com os que só vem de vez em quando.
Bom receber a pessoa quando ela volta depois de um tempo, como o Augusto Oliveira ontem.
Da hora o TOTA (graffiteiro das antigas) ter colado com toda família, pra conhecer o Sarau e prestigiar meu lançamento, seu filho Jhesse Duquet fez até uma rima.
Enfim.... foram muitos momentos especiais. Que noite boa de se viver.
Alessandro Buzo
escritor



Mano Ril prestigiou



Tubarão e Buzo, apresentadores do Sarau Suburbano, na missão



Nayara e Patrícia



Tubarão Dulixo e Lurdez da Luz



Raquel Almeida



JC, Morato e Mano Ril



Ni Brisant



Elizandra Souza



Andrio Candido



Buzo com Tota e sua família, esposa dele me presenteou com uma boneca negra que a Marilda já tomou... rs





James Lino



Cleyton Mendes fez uma poesia inspirado numa frase do Buzo



Buzo e Juca Guimarães do Diario de S.Paulo, um dos nossos na mídia.



Esposa do Tota (me foge o nome agora): - Amei o presente.



Michelle e amigo



Lews Barboza



Ruivo Lopes



Ricardo Peçanha



Jhesse Duquet



Josue Campos



Sr Hans, 87 anos, nosso "presidente"



Augusto Oliveira, bom filho a casa tarde



Keti



Fechando com chave de ouro o Sarau Suburbano de ontem, DUO.... Zinho Trindade e Toni Nogueira.

www.sarausuburbano.blogspot.com