SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

AOS FÃS E OUVINTES DO BALADA BLACK:

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MEGAN FOX & ANGELINA JOLIE


DA SÉRIE - FAZ SENTIDO:


PORTA DOS FUNDOS:


EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO²:

Violência policial deveria ser enquadrada na nova lei sobre terrorismo

Leonardo Sakamoto

O Senado Federal aprovou o texto da nova lei que tipifica o terrorismo (exigência de organizações financeiras internacionais que o governo federal abraçou sem reflexão pública). Na prática, o projeto – proposto do Palácio do Planalto – abre a possibilidade de criminalizar ações políticas de movimentos e organizações sociais – bola cantada já muito tempo.
Os senadores derrubaram uma ressalva incluída pelos deputados federais de que a lei não se aplicaria “à conduta individual ou coletiva de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais ou sindicais movidos por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender ou buscar direitos, garantias e liberdades constitucionais''.
O relator da proposta no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), afirmou que a lei não puniria eventuais depredações ocorridas em protestos, que continuariam a ser consideradas apenas como danos ao patrimônio, mas poucos são os que acreditam realmente nisso. Pois, convenhamos: no Brasil, leis que podem ser usadas para conter a insatisfação popular contra o poder político ou econômico nunca saem de moda.
Se a Câmara não mudar o texto, deveríamos usar a definição de terrorismo aprovada pelo Senado para colocar no banco dos réus governadores e comandantes policiais.
Vejamos: “Atentar contra pessoa, mediante violência ou grave ameaça, motivado por extremismo político, intolerância religiosa ou preconceito racial, étnico, de gênero ou xenófobo, com objetivo de provocar pânico generalizado''.
Quem estava naquele fatídico 13 de junho de 2013, quando a polícia não fez selfies mas, pelo contrário, lançou bombas de gás, espancou, cegou, sangrou, feriu manifestantes e jornalistas que estavam no protesto pacífico pela redução da tarifa do transporte público sabe do que estou falando. Se aquela violência institucional não foi motivada por “extremismo político'' com o objetivo de “provocar pânico generalizado'', então nada mais o é.
O mesmo vale para ações em favelas e comunidades pobres, territórios indígenas, acampamentos sem-terra ou sem-teto, em que a polícia age, sob ordens dos governos, como se estivessem em guerra aberta contra sua própria população. Com o agravante de que a maioria dos mortos nas periferias das grandes cidades são jovens negros. Ou seja, um claro atentado contra a pessoa, “mediante violência ou grave ameaça motivado por preconceito racial e étnico'' – como prevê a lei.
A verdade é estamos nos especializando no caminho do terrorismo de Estado, tanto ao criar entraves à liberdade de expressão quanto ao reprimir ainda mais o punhado de direitos das comunidades pobres que ainda não foram defenestrados. A população mais carente é a que teme cada vez mais seu governo ao invés de respeitá-lo.
Tudo aquilo fora da ordem estabelecida pelos grupos que os governos representam ou em desacordo com sua visão de “progresso'' e crescimento econômico, seja no campo ou na cidade, leva pau. Em vez de aceitar e promover o debate público e a dignidade dos participantes, governos vão renovando seu estoque de gás lacrimogênio, lançando mão de caveirões e bombas. Que limpam a cidade para os “homens e mulheres de bem''.
Lembram, assim, a época dos verde-olivas que adoravam uma marcha cívica, mas desciam o cacete nos estudantes que protestavam e nas “hordas de bárbaros” quando elas saíam da casinha, taxando todos de “terroristas''.
Não se enganem. Esse projeto de lei, que agora volta à Câmara dos Deputados por ter sido alterado, não trata apenas de liberdade de expressão e da participação política. É sobre a quem pertence a cidade. A todos e todas que nela vivem ou a um pequeno grupo que tem muito dinheiro ou está alinhado com o administrador público de plantão?
Já se passaram décadas. Mas a frase da ditadura civil-militar ainda é paradigmática para entender o país e seus governos, Justiça e parlamento: Brasil: ame-o [do nosso jeito] ou deixe-o.

BIBLIA FREESTYLE >>>>

João 12


Estava faltando seis dias para a festa da Passagem quando Jesus foi fazer uma visita a Lázaro e suas irmãs lá em Betânia. Marta preparou uma pamonhada para receber Jesus. Enquanto Jesus estava deitado na rede batendo um papo com seu amigo Lázaro, Maria se posicionou junto aos seus pés e num gesto de amor e devoção pegou um frasco de Channel 5 e derramou todo o conteúdo nos pés dele. E cantarolava um Salmo de adoração enquanto enxugava os pés do seu Ungido com os próprios cabelos.
Judas, o X9, chiou quando viu o gesto de Maria. Ele achava que era um tremendo desperdício de dinheiro. Achava mais justo dar aos pobres, mas o cabra safado queria mesmo era embolsar a grana.

Jesus fixando os olhos em Maria e com um sorriso de gratidão pelo gesto sincero de amor, assentiu com a cabeça concordando com ela e, sem olhar para Judas que havia reclamado, falou: “Ela fez o correto. Fui ungido para o dia da minha morte. Pobre sempre haverá. Não porque meu Pai queira, mas porque o homem é injusto com seu semelhante.”

Faltando cinco dias para festa, o povão que se achegava para a festança soube que Jesus também viria. Então a galera se reuniu para fazer um FlashMob para receber Jesus. Organizaram com ramos de Buriti e encontraram com Jesus que estava num jumentinho, o que é equivalente a um Corsa Sedan 1.0 básico hoje, e cantaram “HOSANA! (tente não cantar como a Nívea Soares, vê se consegue!) “BENDITO É O QUE VEM EM NOME DO SENHOR” “BENDITO É O REI DE ISRAEL”.

Essa parada aconteceu para se cumprir o que as profecias diziam: (agora imagine som de flashback, a imagem se distorcendo e a voz de Cid Moreira falando) “Não tenha medo, ó cidade de Sião; eis que o seu rei vem, montado num jumentinho”.

Enquanto tudo acontecia, os mancuebas dos discípulos não entenderam nadica de nada. Só depois que Jesus foi glorificado é que eles ligaram os pontos.

E então a galera que viu o milagre da ressurreição de Lázaro continuava a bater com a língua nos dentes. Falavam para todo mundo o que viram. Não era de se admirar que Jesus virou atração principal de um tipo mal acabado de Freakshow, e atraiu todo tipo de curioso e gente que de fato desejava saber mais. Só que isso também despertou na crentaiada certa inveja e ciúme.

Alguns gregos convertidos ao judaísmo encontraram Filipe, que era Galileu, e pediram para ter uma audiência com o Mestre. Como Filipe não estava seguro do que fazer, avisou André, e os dois Juntos perguntaram para Jesus se ele receberia os carinhas gregos.

Então Jesus disse aos discípulos:

-“O pedido destes gregos é a confirmação de que chegou a minha hora de morrer. É o tempo de ser lançado como sacrifício por vocês e por eles. A mesma lógica se aplica a vocês meus brothers.” Ele ia dizendo isso enquanto abraçava calorosamente cada um. Ao chegar perto de Pedro ele pôs as mãos nos ombros dele, e como quem quer chamar a atenção para um fato, o segurou firme e disse:

- “É preciso que vocês também morram. O meu caminho é de morte e o de vocês é a morte também, só que de si mesmos” - Então ele soltou os ombros de Pedro e abrindo os braços para dar um abraço coletivo nos discípulos continuou a dizer:

- “Se vocês me amam de verdade vocês farão tudo o que eu fizer. Pois a vida que eu dou é para se tornar um presente, e este presente é a vida eterna. Se vocês fizerem o mesmo meu Pai os honrará”.

Ele soltou os seus amigos e encostando o corpo numa parede próxima desabafou:

“Estou com a cabeça inchada! Tô com coração apertadinho! Mas pensa! O que vou falar para o meu pai” – aí Jesus simulando uma voz solene diz: “Ae Pai quero não, posso não, deixa não! Não dá, né galera? Minha vida é para este fim. Foi para isso que meu Pai me enviou. E por isso que oro sempre dizendo que Seja Glorificado o Seu Nome Pai”.

De repente uma voz vinda do céu, tipo Darth Vader, fala: “Ah Moleque! Você é o meu orgulho! Já Glorifiquei a sua vida e vou fazer isso de novo. Você é a alegria da minha alegria!”

“Ouviram isso?” – disse Jesus aos discípulos: “Ele falou por causa de vocês”.

Jesus disse aos discípulos que havia chegado sua hora e que o Chifrudo seria expulso e Ele (JESUS) quando morresse atrairia pessoas a si. O mestre estava falando assim para dar a dica de como Ele seria morto.

Então o povão vendo e ouvindo tudo isso achou um jeito de encher o saco: “Aí Jesus, a Lei nos ensina que Cristo permanecerá para sempre, e que papo é esse de que ‘você precisa morrer’?”.

Ele respondeu: “Vou dar um conselho de graça: Creiam em mim porque eu sou a luz do mundo. Creiam porque vocês estão vendo os sinais que faço e eles são claros em apontar de quem eu vim e quem eu sou”.

Quando terminou de falar Jesus vazou e os deixou falando sozinhos.

Jesus fez tanto milagre, deu tanto sinal de sua glória, mas o povinho, cegos pela religiosidade continuaram não crendo em seu poder. Isso tudo já estava previsto no roteiro. Basta ver o que o profeta Isaías disse a respeito disso.

Os olhos deles estavam cheios de religiosidade. Ficaram cegos para a graça de Deus. Apesar disso tudo um bom número de gente graúda de dentro do farisaísmo estava crendo em Jesus. Porém como eram todos uns calça-frouxa, uns verdadeiros bunda-moles, resolveram ficar de boca fechada pra manter o emprego e a posição. Comprometer para que, né?

Então Jesus começou a conversar igual ao homem da feira: alto e em bom som. Ele disse: “Vou bater uma real. Presta atenção quem for esperto. Eu vim do Pai. Sei quem ele é e como é. Falo somente o que ele me pediu para falar. Na lógica quem me vê também o vê, porque eu e ele somos um. Não vou criar caso com quem não crê, paciência! A revelação que trago agora é quem vai te julgar no futuro, não eu! O que eu digo é o que o Pai me mandou falar. Se não creu? Créu!”.
Guilherme Burjack - burjack@gmail.com

EXTRAIDO DO KIBELOCO:


DESAFIO MASTERCHEF KIDS


MASTER-CHEF-KIDS

VAI PRO TOP 5 DO CQC >>>>


EXTRAIDO DO MORRI DE SUNGA BRANCA:


As celebridades que passam o ano todo prontas para o Halloween

Thiago Pasqualotto 29 de out de 2015 - 13:52

Todo dia 31 de outubro se comemora o Halloween, mais conhecido no Brasil como o “Dia das Bruxas”.

A data é tão esperada que algumas personalidades passam o ano todo prontas para o Halloween, conheça algumas delas e inspire-se para a sua fantasia deste ano.


Personagem: Joelma

Tema: Pokémon

Como customizar: Arranque as flores do seu jardim, muitas, o suficiente para cobrir os chifres da sua cabeça. Para arrasar, crie efeitos sonoros assustadores soltando berros de "calypsoooOOOooo" e você estará pronta para espalhar o medo.



Personagem: Desgracyanne Barbosa/Centauro 

Tema: Fitness

Como customizar: Muitos agachamentos, bastante whey protein no café da manhã, batata doce no almoço e clara de ovos no jantar. 




Personagem: Paula Fernandes

Tema: Cafona

Como customizar: Pegue qualquer vestido de casamento/formatura/batizado daquela sua prima bem pobrinha e cafona do interior, costure alguns fuxicos nele e rasgue fendas para ficar bem piriguete. Pronto!



Personagem: Xuxa/Ellen/Michel Teló

Tema: Rapaz Americano

Como customizar: Em tempos de crise, fantasia 3 em 1 é sempre uma boa opção para quem é convidado para várias festas. Para customizar, você só precisa cortar seu cabelo loiro e vestir as roupas do seu pai/irmão/namorado/amigo. Boa festa!



Personagem: Dani Winits na festa de 50 anos da Globo

Tema: Assombração

Como customizar: Pegue a sombra preta de sua marca de preferência, enfie sua cara nela. Fim.




Personagem: Negalora

Tema: Folclore brasileiro

Como customizar: Bezunte metade do seu corpo em tinta preta e a outra metade na lata de tinta prata que sobrou da fantasia de Freddie Mercury Prateado do Halloween de 2003. Acrescente mais um pouco de forçação de barra e você estará pronta para assustar geral. 


É Halloween no Morri na TV! Conheça as vilãs mais pops da TV e os figurinos da Ana Maria para essa data especial. Assista AQUI!

EXTRAIDO DO BLOG DO MÁRIO MAGALHÃES:

Triste 2015 no Rio: fim de linha do Flu, demagogia no Fla e agonia do Vasco

Mário Magalhães

blog - palmeiras fernando prass
Fernando Prass defende pênalti cobrado por Gustavo Scarpa – Foto Julia Chequer/Folhapress

Se há algo que os amantes do futebol podem celebrar, no embate entre o vitorioso Palmeiras e o derrotado Fluminense pela Copa do Brasil, é que a bola premiou quem atacou, foi para cima, sem se entrincheirar atrás.
Na semana passada, no Rio, o tricolor abriu dois gols enquanto se propôs a sufocar o visitante. No segundo tempo, recuou e permitiu ao alviverde marcar (em pênalti inexistente, mas poderia ter sido em outro lance).
Ontem à noite, em São Paulo, os papéis se inverteram. O Palmeiras avançou e anotou dois. Repetiu o erro do Flu no Maracanã, ao abandonar a ambição ofensiva e assistir à reação oponente, até sofrer o gol.
2 a 1 nas duas partidas, o bravo Palmeiras classificado nos pênaltis para a final contra o favorito Santos.
O retrato da mudança de postura da equipe de Eduardo Baptista no começo dos jogos foi que, no de ida, Cavalieri saía tocando a bola. No de volta, abusou dos chutões, até mudar a atitude na segunda etapa, mantendo a pelota nos pés dos companheiros.
O Flu, guerreiro, está eliminado da Copa do Brasil. No Campeonato Brasileiro, cumpre tabela. Nas contas, pode até cair, mas não cairá. Ano medíocre, sem catástrofe. A saída da Unimed enfraqueceu o clube, porém o dia do juízo final não chegou.
O Flamengo já havia sido abatido na Copa do Brasil. Tem chance de conquistar uma vaga na Libertadores, via Brasileiro, mas só otimistas patológicos ainda acreditam.
Em momentos horríveis, o time foi pior do que o elenco. Noutros, como nos seis triunfos consecutivos com Oswaldo de Oliveira, melhor. No balanço sincero da história, a má gestão de recursos humanos foi determinante para o desempenho sofrível. Mesmo sem dinheiro sobrando, era possível ter contratado jogadores de nível mais alto.
A diretoria acaba de punir cinco boleiros que participaram de uma festa. Até onde eu sei, em horário de folga. Os candidatos à eleição no clube disputam para ver quem fala mais grosso com os jogadores.
O que está em curso não é só moralismo. Chama-se oportunismo. É muito mais fácil avacalhar os festeiros do que reconhecer os enganos na montagem do elenco, responsabilidade de integrantes de mais de uma chapa na disputa eleitoral.
Erro é contratar cabeça-de-bagre, atleta bichado ou quem não quer nada com a Hora do Brasil. Na folga, é direito de cada um fazer o que bem entender.
O problema não é o Paulinho, se foi o caso, farrear fora do trabalho. Mas contratá-lo ou mantê-lo em campo a despeito da performance ruim.
Marcelo Cirino tem de ser barrado por critérios futebolísticos, não pela agenda social.
Quer ver como a punição é demagogia, voltada para a torcida e, sobretudo, aos eleitores rubro-negros? Alguém acha que o time campeão nacional em 2009 só tinha candidato a genro e à vida monástica? O centroavante era o Adriano… Algum cartola de hoje sugeriria multas e ganchos naquela época?
Outro exemplo: interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, numa investigação de anos atrás sobre tráfico de drogas, grampearam conversas entre jogadores de certo clube. A turma combinava surubas, cujos detalhes zoológicos eu deixo para lá. A história vazou, a cartolagem soube. Cresceu para cima da rapaziada? Não, porque o time ganhava.
O que pegava num craque decadente não era virar a madrugada e se apresentar detonado, mas pontualmente, no Ninho do Urubu. E sim que ele era um fiasco em campo, e nunca foi devidamente cobrado. Se não há indulgência com a bola murcha, ou o jogador acerta o relógio ou é afastado.
A cultura do chinelinho não decorre de não interferência na folga do time, mas de tolerância com quem engana nos estádios e não se aplica em treino. Quando a exigência desportiva é rigorosa e profissional, o jogador sabe que não dá para ficar sem dormir antes de treinar.
O Flamengo foi tirado da Copa do Brasil pelo Vasco, que também acabou no meio do caminho.
Se o Brasileiro findasse hoje, os cruzmaltinos estariam rebaixados. A culpa principal é do anacronismo na administração do clube.
Ela contribuiu para a ilusão de que o elenco suficiente, sabe-se como, para o Campeonato Estadual estaria à altura do Brasileiro. Não estava, e improvisaram contratações. A de Nenê deu certo, e o meia está sendo decisivo para manter, em plena agonia, a esperança de escapar da degola. Outro acerto tardio foi ter Jorginho e Zinho na comissão técnica.
O ano triste para os clubes do Rio tem uma compensação, o regresso do Botafogo à primeirona. Mas não dá para considerar uma façanha, porque o alvinegro na segunda divisão deprime, ao menos para quem considera que o seu lugar inarredável é entre os grandes.
Se não houver mudança nos clubes cariocas (inclusive no Botafogo, que tem de montar time mais forte), 2016 será outro ano complicado.
( O blog está no Facebook e no Twitter )

EXTRAIDO DO BLOG DO SAKAMOTO:

Diz que educação é a saída, mas xinga quem é contra fechamento de escolas

Leonardo Sakamoto
O governo do Estado de São Paulo vai fechar 94 escolas a partir do ano que vem como parte de um programa de reorganização do ensino que vem recebendo duras críticas de educadores, gestores, pedagogos, pais e mães e alunos.
Não vou entrar na discussão técnica porque uma enxurrada de argumentos contrários – que inclui o rompimento de vínculos entre unidades educacionais e a comunidade sem uma discussão aprofundada com os envolvidos, por exemplo – já lavou a rede, nos últimos dias.
Mas o que dizer de pessoas que enchem a boca o tempo inteiro para dizer que a educação é a saída para o país e, em momentos como este, se calam e não reforçam o questionamento ao poder público? Afinal, um terço das escolas que irão para o vinagre tem nota maior que a média estadual e muitas não estão ociosas, como indica o governo.
Ou, pior: o que dizer das pessoas que reclamam dos jovens que têm ido as ruas para protestar contra o fechamento das escolas? Porque essa molecada atrapalha o trânsito (num lugar em que carros são mais importantes que livros e pessoas) e não sabe o seu lugar na sociedade (pois deveriam voltar para o seu canto na periferia ou estar trabalhando).
Uma das principais funções da educação deveria ser “produzir'' seres pensantes e contestadoras que podem colocar em risco a própria estrutura política e econômica montada para que tudo funcione do jeito em que está. Educar pode significar libertar ou enquadrar.
Em algumas sociedades, pessoas assim, que protestam, discutem, debatem, discordam, mudam são úteis para fazer um país crescer. Por aqui, são vistas com desconfiança, chamadas de mal-educadas e vagabundas e acusadas de serem resultado de uma educação que não deu certo.
O silêncio diante de uma mudança desse tamanho e a raiva contra quem protesta me leva a crer que algumas “pessoas de bem'' que carregavam cartazes pedindo “Mais Educação'' durante manifestações  queriam dizer, na verdade: “Estou aqui fugindo de um vazio existencial enorme devido a uma alienação completa da realidade e segurar essa cartolina foi o único jeito para eu me sentir pertencente a um grupo social''.

QUE ISSO FERA ?????!!!!!!


VIDA LOKA NIVEL MASTER >>>>


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GRAÇAS A DEUS NIVEL MASTER >>>>


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CORUJA:


EXTRAIDO DO BLOG DO CARLOS FERREIRA:

Literatura

"As Cervejas, os Alemães e Juiz de Fora"
O livro, escrito por Alexandre Hill Maestrini, resgata a história da cerveja e as influências dos imigrantes germânicos em Juiz de Fora. As cervejas históricas de Juiz de Fora eram: São Pedro, Kremer, Imperial, Germânia, Americana, Weiss, Poço Rico, Alliança, Dois Leões, Morena, Estrela, Tapera, Palermo, Winter e Borboleta, dentre outras. Depois de 1999 ressurge em Juiz de Fora a cultura cervejeira. Inúmeros produtores de cervejas especiais entram no mercado: Barbante, Profana, Antuérpia, Brauhaus, Mr Tugas, Arthorius, Timboo, Artezannale, Arthorius, São Bartolomeu, Hofbauer, Alvânia, Eon, Mr Wuqüer, Kelmer, 4 Estações, Black Buddhas, Feudal, Eisbierg, Valkyries, Coimbra, Grizas, Studio B, Gerimum, Venna, Vonhansen, Fathach, Whitaker, Califórnia e Sando Massafera, Manchester JF, Albano, Artur Silvestre, Eurico Dos Santos Alves, Eduardo Teodoro De Faria, Jeremy John, Hill, Pedro Camacho Bordin, Fabricio Brock, Saulo Iruan, Paulo Sergio Martins Teixeira, Weiler Finamore, Octavio Siqueira, Leonardo José Pinto, Bruno Almeida, Carlos Henrique Lana, Jessica Anisseto, Fernando Granato, Willian Amaral e outros.

EXTRAIDO DO BLOG DO PEDLOWSKI:

E agora, Narloch? Reportagem do Le Monde diz que o tempero preferido dos brasileiros são os agrotóxicos

“O tempero preferido dos brasileiros são os pesticidas”, diz Le Monde

Reportagem do jornal Le Monde edição de 30/10/2015.
Reportagem do jornal Le Monde edição de 30/10/2015. Reprodução
Por RFI
O posto de maior consumidor mundial de produtos químicos na agricultura conquistado pelo Brasil é destaque na edição do jornal francês Le Monde que chegou às bancas na tarde desta quinta-feira (29). A reportagem do jornal visitou uma das poucas fazendas de produtos orgânicos do país, em São Paulo, para denunciar que apenas 1% das propriedades rurais se dedicam a este tipo de plantação “mais limpa”.
 A Fazenda Santa Adelaide, a cerca de 100 km da capital paulista, segundo o Le Monde, é uma gota orgânica em um oceano de plantações regadas a pesticidas e transgênicos. O jornal destaca estatísticas recentes que apontam que 31% das frutas e legumes comercializadas no Estado de São Paulo estão contaminados por pesticidas, chegando a 90% do caso dos pimentões. Já nas lavouras industriais de soja – um dos motores do crescimento do PIB na última década – 94,2% das sementes são do tipo transgênico.
“Mas o Brasil, que optou pela agricultura intensiva e autorizou os transgênicos em 2003, parece estar se dando conta aos poucos dos malefícios dessa escolha”, diz a repórter Claire Gatinois. “Na época, a cultura dos transgênicos e dos pesticidas era vista como o futuro”, explica ao jornal Cassio Trovato, funcionário do Ministério do Desenvolvimento Agrário, em Brasília.
Apesar dos números alarmantes de produtos químicos, “as autoridades não fazem nada ou fazem muito pouco”, segundo o jornal, que destaca o fato de que nenhuma multa foi aplicada desde 2002. O Monde também cita entrevista do engenheiro agrônomo Marco Antonio Moraes à Folha de S. Paulo em que ele diz que “a repressão não dá resultados e é aleatória, é quase uma ficção”. Segundo o jornal francês, dizer que “o tempero preferido dos brasileiros são os pesticidas” vidou uma piada comum no país.
Rainha do Agrobusiness
Outra fonte ouvida pelo jornal francês é Josiana Aripol, da ONG Ética da Terra, que avalia que “os brasileiros estão se envenenando” e para quem a progressão dos casos de câncer está ligada ao uso desmoderado de pesticidas. A aposta na agricultura industrial ao longo dos últimos 15 anos elevou o Brasil ao posto de maior importador e maior consumidor de pesticidas do mundo.
Segundo o Le Monde, a postura do governo brasileiro diante desse problema de saúde pública é “esquizofrênica”. “Em Brasília cohabitam uma ministra da Agricultura, Katia Abreu, chamada de ‘Rainha do Agrobusiness’, e um ministro do desenvolvimento agrário ligado aos pequenos produtores”.
Mas nem tudo são trevas: o jornal francês destaca a política que obriga escolas públicas e universidades a utilizar 30% de alimentos da agricultura familiar em suas cantinas. “O Brasil é a fazenda do mundo, com clima e terra extremamente propícios para a cultura. Nós devemos nos tornar o maior produtor de alimentos saudáveis do planeta”, afirma ao jornal o especialista em pesticidas Cleber Folgado.

EXTRAIDO DO BLOG DO CLAUDIO ANDRADE:

Religião e política


As estratégias religiosas utilizadas por candidatos com o fim de fazer política vêm, ao longo do tempo, descaracterizando o real sentido da propagação salutar da fé em Deus.

Campanhas eleitorais em templos, fiéis como cabos eleitorais, comícios quando se usa o nome de Deus em vão; tudo pela conquista do voto, prometendo-se um governo divino. Uma tática desleal e que deve ser contundentemente rechaçada.

Diversos programas assistenciais implementados pelo país contam com entidades religiosas como responsáveis por sua distribuição. Algumas Igrejas chegam a funcionar como comitês e seus integrantes assumem o papel tradicional de cabos eleitorais.

Dessa forma, a fé vem sendo “comercializada”, e “falsos profetas” surgem em uma situação oportunista: ano de pleito eleitoral. Diversos políticos utilizam-se de sua crença religiosa para atraírem irmãos de fé para os seus projetos pessoais. Esses candidatos ignoram o real sentido de religião, que é o de ligação com Deus, e não a ligação entre candidatos e povo.

A fé em Deus é algo precioso, e não deve ser banalizada tampouco usada a título de campanha eleitoral. Os candidatos que têm essa tática como estratégia de obtenção de votos se esquecem dos princípios da Bíblia e sabem, como ninguém, burlar o Código Eleitoral.

Os palanques dos comícios e as propagandas eleitorais gratuitas tornam-se espaço livre para que os candidatos se intitulem como enviados, na busca desenfreada pela confiança do povo a fim de obter seu voto.

Quantas campanhas deslavadas ocorrem em diversos templos em ano eleitoral?

Assuntos de extrema relevância para a sociedade, como o aborto de fetos anencefálicos, eutanásia e homossexualidade têm seus debates postergados ou ensaiados para irem ao encontro do conceito moral do povo ao qual é direcionado o discurso eleitoral. Debater, nesse momento, acerca desses assuntos pode gerar uma avalanche de votos perdidos.

O fato de se ludibriar o eleitor está presente, ainda, na prestação de serviços ao povo. Detentores de mandatos, eleitos por redutos religiosos, vinculam-se as creches e a centros de assistência social, prestando serviços que, por lei, são de atribuição do Estado. Em alguns desses casos, a intenção única de se obter voto utilizando-se da oferta de serviços prestados ilegítimos é reconhecida judicialmente. Assim, a ordem judicial é de fechar esses centros comunitários em profundo respeito à Lei.

Um político se dizer religioso não o afasta da avaliação de sua ficha corrida. Alguns deles gostariam de crer que esta afirmação por sua opção religiosa serviria de verdadeiro salvo conduto para os atos ilícitos praticados, antes de ser lançar como candidato.

Nosso país não possui uma religião oficial. Em qualquer segmento religioso, a fé em Deus não deve, de forma alguma, ser negociada. O eleitor deve ter o discernimento necessário para diagnosticar, de imediato, quando isso ocorre.

Por fim, caro eleitor, tenha em mente que a religião é o meio de o homem se ligar a Deus e não de o candidato se ligar ao povo.

Cláudio Andrade.