SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

GREVE GERAL:


É AMANHÃ!!!!!


AOS FÃS e OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 47 - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

GREVE GERAL:


CRIATIVIDADE:


NA SÉRIE - NÃO SABE BEBER, BEBE MIJO:


VAI QUE COLA....


NA SÉRIE MODINHA:


NA SÉRIE - ALÉM DA IMAGINAÇÃO:


BOA PERGUNTA:


EXEMPLOS:


IMAGEM DA SEMANA:


LIBERDADE!!!!!


GREVE GERAL:


PARA REFLETIR:


ESCLARECENDO....


COLOCAÇÕES:


OPS!!!!!


AVISO DADO:


FICA A DICA:


PATRÃO X TRABALHADOR:


APOSENTADORIA NEVER:


GREVE GERAL:


QUE ISSO FERA ?????!!!!


AMÉM!!!!!


NA SÉRIE CONTRADIÇÕES >>>>


HISTÓRICO:


PRIORIDADES:


ACONTECE....


JORNALISMO COM DIPLOMA NIVEL MASTER >>>>


GABI CASTROVINCI >>>>


DÚVIDA CRUEL:


OPORTUNIDADE DE EMPREGO:


GREVE GERAL:


AGENDE-SE:


POR SAKAMOTO² >>>>

Articulação de professores pela greve geral ensina o poder da mobilização

Leonardo Sakamoto

Ouvi uma mulher reclamando, tempos atrás, com uma amiga de uma greve dos professores em São Paulo. “Vagabundo que faz greve deveria ser demitido'', dizia ela.
Pois bem, milhares desses ''vagabundos'' da rede particular de ensino planejam participar da greve geral contra a Reforma da Previdência a Reforma Trabalhista e a nova lei sobre a terceirização. Mas também contra a Reforma do Ensino Médio, os baixos salários, o assédio moral. Ao que tudo indica, pode ser a maior paralisação das escolas privadas na história da cidade.
Como relata matéria da revista Nova Escola, esse movimentos comecou em conversas nas salas dos professores e foi crescendo através de grupos de WhatsApp. Partiu de escolas mais conhecidas e foi se desdobrando a outras. Listas que circulam na rede já apontam mais de 100. Ou seja, foram os próprios professores os responsáveis por isso, preocupados com seu futuro e o da educação.
(Há quem reclame, dizendo que mobilização de forma anônima através de uma rede social fechada é para quem quer se esconder. Mas, até onde sabemos, essa rede foi largamente utilizada para pressionar pelo impeachment e ninguém reclamou. E, além do mais, professores temem serem demitidos por exercerem seu direito constitucional a cruzar os braços.)
É fascinante ver as críticas à mobilização dos professores da rede particular. Muitos que fazem isso levaram para as ruas cartazes de “Mais Educação'' que, agora, percebe-se, foi um ato vazio. Pois quando se deparam com demandas reais dessa categoria essencial, que significam também a melhoria da educação como um todo, rangem os dentes, torcem o nariz e os insultam. Alguns gritam ''vagabundos''. Outros pensam a mesma coisa em silêncio.
Graças à organização e pressão dos trabalhadores, importantes conquistas foram obtidas para civilizar minimamente as regras do jogo – não trabalhar até a exaustão, descansar de forma remunerada, ter salários (menos in)justos, obter uma aposentadoria que garanta dignidade quando corpo e mente estiverem cansados de lutar.
Direitos estes que, mesmo incompletos, são chamados por alguns empregadores de “gargalos do crescimento”. É o que se ouviu, na noite desta quara (26), à exaustão durante a votação da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados.
É bizarro reclamar que não há no Brasil quantidade suficiente de força de trabalho devidamente qualificada para fazer frente às necessidades de inovação e produtividade e, ao mesmo tempo, chutar feito caixa de giz vazia as reivindicações de um futuro melhor daqueles profissionais responsáveis por garantir o futuro de nossos filhos.
Como vocês acham que o processo de formação ocorre? Por convencimento através de vídeos violentos ou comentários vazios que circulam através de redes sociais?
Há quem afirme que esta greve é ''política'', portanto inaceitável. Se fosse por salários, não haveria problema.
No dia 27 de março de 2015, 60 mil professores do ensino público estadual paulista se reuniram em uma manifestação no Centro de São Paulo. Reivindicavam um aumento de 75,33% – para equiparar à média salarial de outras categorias de funcionários públicos com ensino superior e redução de jornada, o que está previsto no Plano Nacional de Educação. Além de melhoria nas condições das escolas – faltava até papel higiênico nos banheiros. Foram chamados de ''vagabundos''.
No mês seguinte, o governador do Paraná Beto Richa colocou em votação um ''pacotão de austeridade'' para alterar direitos trabalhistas e previdenciários – laboratório do que estamos vivendo hoje em nível federal. Profissionais de educação tentaram entrar na Assembleia Legislativa para acompanhar e protestar e foram duramente reprimidos pela polícia com balas de borracha e gás lacrimogênio. As dezenas que sangraram e os outros tantos que desmaiaram no asfalto foram chamados de ''vagabundos''.
A verdade é que toda reivindicação, por salários, por condições de trabalho, por emprego, por aposentadoria são políticas. Todas disputam a narrativa da prioridade pública na execução dos deveres do Estado e na origem dos recursos para que isso aconteça.
Apoio os professores. Apoio os metalúrgicos de fábricas de automóveis. Apoio os controladores de voo. Apoio os motoristas de ônibus. Apoio os bancários. Apoio os garis. Apoio os residentes médicos. Apoio o santo direito de se conscientizarem, reconhecerem-se nos problemas, dizer não e entrar em greve até que seus patrões ou o Estado escutem.
Nesta greve em especial, a luta deles também é a da maioria da população brasileira. O Brasil precisa de reformas, claro. Mas não aprovadas de forma autoritária, passando por cima de tudo e de todos, sem um profundo debate público.
Pois, dessa forma, o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal apenas provam como está disfuncional nossa democracia. O povo não se vê representado nas pessoas que elegeu – que cismam em dizer que fazem isso em nome e pelo bem do mesmo povo. Quando, na verdade, o fazem pelo bem de si mesmos ou daqueles que financiaram suas campanhas.
Tanto que, hoje, a discussão é reestruturar o país cortando apenas dos que têm menos, sem discutir a taxação de dividendos de empresas ou um imposto de renda que abocanhe mais dos mais ricos, por exemplo.
O Brasil está conseguindo universalizar o seu ensino fundamental, mas isso não veio acompanhado de um aumento significativo na qualidade da educação. Grande parte dos jovens de escolas públicas têm entrado no ensino médio sabendo apenas ordenar e reconhecer letras, mas não redigir e interpretar textos.
Enquanto isso, o magistério no Brasil continua sendo tratado como profissão de segunda categoria. Grande parte dos professores de escolas particulares ou públicas estão nos seus limites, trabalhando muito, ganhando pouco, sob pressão e, não raro, debaixo de vigilância.
Uma educação de baixa qualidade, insuficiente às características de cada lugar com professores mal tratados pode mudar a vida de um povo?
Por fim, acho cansativo aquele papinho cansativo de ''self-made man/woman'' de que todas as pessoas podem vencer na vida apenas com seu esforço individual e apesar de toda a adversidade, tirando a responsabilidade do poder público e ignorando a situação da sociedade à sua volta.
Aí surgem as histórias do Joãozinho, que comia biscoitos de esterco com insetos e vendia ossos de zebu para sobreviver. Mas não ficou esperando o Estado, nem seus professores lhe ajudarem e, por conta, própria, lutou, lutou, lutou (às vezes, contando com a ajuda de um mecenas da iniciativa privada), andando 73,5 quilômetros todos os dias para pegar o ônibus da escola e usando folhas de bananeira como caderno. Hoje é presidente de uma multinacional.
Passando uma mensagem “se não consegue ser como Joãozinho e vencer por conta própria sem depender de uma escola de qualidade e de um bom professor, você é um verme nojento que merece nosso desprezo”. Daí para tornar as instituições de ensino e a figura do próprio professor cada vez mais acessórias é um passo.
Educação é a saída, mas qual educação? Aquela defendida pelo pessoal do “Amigos do Joãozinho”? Educar por educar e passar dados e técnicas, sem conscientizar o futuro trabalhador e cidadão do papel que ele pode vir a desempenhar na sociedade, é o mesmo que mostrar a um tijolo seu lugar no muro e ponto final.
Você quer que seu filho e sua filha sejam apenas mais um tijolo no muro?
Uma das principais funções da escola deveria ser produzir pessoas pensantes e contestadoras que podem colocar em risco a própria estrutura política e econômica montada para que tudo funcione do jeito em que está. Em algumas sociedades, pessoas assim, que protestam, discutem, debatem, discordam, mudam são as mais úteis.
Porque essas pessoas são fundamentais para encontrar nova saídas e transformar o país para melhor.
Sejam elas de esquerda, de direita, de centro.
Por aqui, são vistas com desconfiança e chamadas de mal-educadas e ''vagabundas''.
Educar pode significar libertar ou enquadrar. Que tipo de educação estamos oferecendo? Que tipo de educação precisamos ter? Para essa tarefa, professores bem formados e remunerados, com qualidade de vida, são fundamentais.
Um bom exercício seria tentar entender que as greves gerais, da mesma forma que protestos a favor da saída de políticos, mostram que uma república ainda está viva e respira. São um indicador de saúde da democracia, algo que deveria fazer parte das necessárias disputas sociais e econômicas e não tema para página policial. Pois é o povo cruzando os braços devido a uma política com a qual não concordam que pode lhes roubar o fruto de seu trabalho.
O Congresso Nacional, ao aprovar a toque de caixa reformas que vão alterar profundamente a vida dos brasileiros sem o devido diálogo com a população, mostra que é incapaz de entender o que ele mesmo representa como a principal arena do debate público nacional. Com esse comportamento autoritário, renova duas velhas lições: ''manda quem pode, obedece quem tem juízo'' e ''o crime compensa''. Ao mesmo tempo, de forma silenciosa, a mobilização de professores de dezenas de escolas particulares e públicas de São Paulo a favor da greve geral e por um futuro melhor, traz uma das mais importantes lições aos mais jovens:
Nem tudo o que se ensina está em sala de aula.

POR SAKAMOTO >>>>

Greve geral: Guerrilhas nas redes sociais demonizam quem critica reformas

Leonardo Sakamoto

Torço, de verdade, para que você não consuma bovinamente discursos que demonizem greves.
Quando negociações com patrões ou com o Estado não geram frutos e uma greve é deflagrada, começam ações para invalidar discursos. Afinal, há uma disputa pela narrativa usada pela sociedade para descrever esse processo de reformas.
Circulam pela rede tentativas de demonizar a greve geral, a fim de transformar a reivindicação de direitos em invocação do demônio. Ou seja, não são críticas que abrem um diálogo. Elas são proferidas tanto por pessoas que concordam com as Reformas da Previdência e Trabalhista e discordam da greve ou que são pagas pelas duas primeiras para operar exércitos de perfis falsos, publicando não menos falsas notícias. Desde quarta, fazem de tudo para plantar na população indecisa a semente de dúvida sobre aderir ou não nesta sexta. A razão é que o tamanho da presença da greve geral nas redes sociais assustou movimentos e atores que apoiam o governo federal e possuem capilaridade nessas redes.
Ao mesmo tempo, políticos, na tentativa de menosprezar ou criminalizar todo um movimento com o qual não concordam, têm afirmado que o trabalhador que resolve parar em uma greve não é trabalhador. Porque trabalhador trabalha. E quem para de trabalhar, trabalhador não é (tente dizer isso rápido três vezes ou troque trabalhador por mafagafo…)
O que explica bastante coisa, como o fato de, não raro, o desemprego ser relacionado à indolência por aqui. Para tantos, uma pessoa idosa é pobre porque não se dedicou o suficiente na vida e não pelas condições à sua volta ao longo de sua história.
Outros afirmam que greve pode apenas para reivindicação salarial. Protestar contra mudanças que podem desfigurar aposentadorias e afirmar que a Reforma Trabalhista vai afetar a qualidade de vida das famílias não pode. O artigo 9o da Constituição Federal afirma que ''é assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender''. Ou seja, são os trabalhadores e não os políticos e os patrões que devem definir a razão de sua paralisação.
A lei existe para punir abusos. Patrões e governantes que acreditarem que estão sendo vítimas de abusos podem ir à Justiça, como sempre. E conseguir suas liminares favoráveis (como quase sempre). Por outro lado, o procurador-geral do Ministério Público Trabalho, Ronaldo Fleury, já divulgou nota afirmando que a participação na greve geral, desta sexta (28), é legítima. ''Movimento justo e adequado de resistência dos trabalhadores às reformas Trabalhista e Previdenciária, em trâmite açodado no Congresso Nacional, diante da ausência de consulta efetiva aos representantes dos trabalhadores.''
Diálogos sobre as reformas têm enfrentado dificuldade de vencer as bolhas de todos os matizes ideológicos e quem perde é a sociedade. O nível de binarismo de algumas pessoas atingiu tal proporção que funcionam apenas por sofismas básicos: ''a CUT é contra as reformas, eu não gosto da CUT, então sou a favor das reformas''. Ou ''eu concordo com as reformas e não sou petista, nem mortadela, então todos que discordam são petistas e mortadelas''. E há o oposto, claro: o ''discordo das reformas e não sou de extrema direita, então todos que concordam são de extrema direita''. Assim fica difícil construir qualquer coisa conjuntamente. Até um país.
Por fim, as greves nos lembram de coisas que muita gente sente-se incomodada em lembrar. Neste caso, que os professores da escola de nossas filhas ou nossos filhos e a empregada doméstica dentro de nossas casas, mas também metroviários, motoristas de ônibus, bancários, eletricitários e até jornalistas, todos que nos prestam direta ou indiretamente um serviço, são trabalhadores. Sim, pessoas com a qual podemos contar, mas que não estão a nosso dispor. E, como trabalhadores, contam com o direito de cruzar os braços para reivindicar.
Isso não os faz de esquerda, de direita ou de centro. Isso os faz cidadãos.
Pensar que isso é uma grande bobagem e mandá-los de volta ao trabalho sem entender suas demandas é da mesma família do ''não fale em crise, trabalhe!'' – frase de caminhoneiro amada por Michel Temer. Coisa que nos faz sentir no início do século 20, quando a questão trabalhista era caso de polícia.

POR XICO SÁ² >>>>

Há 100 anos, nas fábricas d tecidos da Mooca,SP, as trabalhadoras iniciaram a 1ª greve geral contra condições parecidas, quase iguais, ao q o Temer/Congresso impõe agorinha, apenas um século depois. Jornadas filhas da puta, suor descomunal e terceirização sem garantia de nada, never, jamais. O anarco-sindicalismo da época fez história com essa lindeza de respeito ao trabalho. bora repetir? #EuApoioAgreveGeral

POR XICO SÁ >>>>

Quem para por causa da história é quem mais continuará andando. #EuApoioAgreveGeral

POR ALESSANDRO BUZO >>>>

STATUS: EM GREVE #GreveGeral #ForaTemer

POR SÉRGIO VAZ >>>>

FLORES DE ALVENARIA
Da-me tua mão amor
a madrugada tem olhos que machucam
e as ruas estão cobertas de pequenas estrelas
anunciando que o passado sombrio
caminha contra a liberdade do futuro.

A neblina tem olhos que delatam
e noites sem pão nem flores
querem de novo sentar à nossa mesa
jã tão farta de antigas dores.

Corpos negros sangram nas calçadas
e enquanto o asfalto trama o fim da paz
o sangue dos famintos escorre surdo
no rap triste e nas filas dos hospitais.

No calendário os dias marcham com velhas botinas
é inverno em plena primavera, e o outono não tem fim
deixando marcas profundas em nossos corações
que sonhou ser orquídea com a mesma força do capim.

Não te larga de mim amor
entre cegos e tiranos modernos
entre rosas e espinhos
de mãos dadas tenho força pra caminhar.

O vento sopra os fantasmas para as praças
o ódio com gás é servido nas mesas dos bares
os lobos clamam a carne da desgraça,
e sorrir já não é permitido em nossos lares.

Chama teu amigo amor
a irmã do teu irmão
a amiga do teu amigo
do prédios altos às flores de alvenaria
chama todo mundo
seja lá quem for.

Eles não sabem que te tanto sangrar
Nessa pele dura de nossas mãos calejadas
escorre vinho em nossas veias
e se servem na taça que a vida está por um triz
cantemos em nossa festa:

bora lutar
bora ser feliz.

Sergio Vaz
#floresdealvenaria

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA:

"Já levei muito na cara, já mergulhei de cabeça em relações rasas. Já vivi em função de quem nunca fez valer o meu melhor. Já me rebaixei, já deixei de conhecer outras pessoas pra me dedicar a quem vivia em cima do muro. Já dei o meu coração e estraçalharam por inteiro. Já acreditei em promessas e me ceguei diante de evidências. Já fui até o fim e saí de cabeça erguida. Já acreditei em contos de fadas e no felizes para sempre. Hoje eu só quero o que me eleva, sabe? Chega uma hora que a gente se cansa de apostar em quem não merece os nossos cuidados. Que é preciso aprender a se descobrir, na marra, enfiar a tal da vergonha na cara e tomar doses excessivas de amor próprio. Tem que se quebrar um milhão de vezes, chorar e questionar a Deus todos os dias pra entender que o maior amor da vida somos nós mesmos. É preciso florescer, cuidar do interior, se amar pra caralho pra depois sair por aí querendo ser de alguém. Nada melhor do que o tal do bem-me-quero."

GREVE GERAL:


ET >>>>


DESENROLO NIVEL MASTER >>>>


CARROS:


É DESSE JEITO!!!!


BRASIL, PÁTRIA EDUCADORA:


ABRINDO OS TRABALHOS....


CARRETA:


GREVE GERAL:


AOS FÃS e OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 47 - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

BOA PERGUNTA:

VOCÊ VAI PRA RUA HOJE ou VAI ACEITAR QUE TE ROUBEM OS DIREITOS NA MÃO GRANDE, PASSIVAMENTE ???

EM MENTIRAS DESLAVADAS...

NÃO PRECISO DE DIREITOS TRABALHISTAS

NA SÉRIE - CONTRADIÇÕES >>>>

1 - JOGOU NO VENTILADOR O ASSÉDIO DO ATOR, MAS NA HORA DE DENUNCIAR DE VERDADE, AMARELOU
2 - FOI A FAVOR DO GOLPE e AGORA VEM COM O PAPO DE DEFENSOR DA GREVE
3 - SE ACHA GARANHÃO, MAS ESPANTA GERAL QUANDO FAZ PSIU!

NA SÉRIE - CONCLUSÕES:

PAULO FEIJÓ NUNCA ME ENGANOU, SEMPRE FOI UM CANALHA!!!

DESCONFIE...

DESCONFIE DO TRABALHADOR QUE MESMO ROUBADO EM SEUS DIREITOS, AFIRMA QUE GREVE É COISA DE VAGABUNDO.

EU IA....

EU IA TROCAR UMA IDEIA, MAS O CARA É ASSALARIADO E VOTA EM BOLSONARO.

FRASE DO DIA:

CONTEI EM APENAS UMA DAS MÃOS, QUEM ESTAVA POR MIM

GREVE GERAL:


TOMA!!!!


NA SÉRIE - LEVANDO AO PÉ DA LETRA:


ERROR:


NA SÉRIE - FAZ SENTIDO:


UM AMOR DE MÃE....