SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG, O OBJETIVO É FALAR DAS EXPERIÊNCIAS QUE TENHO AO LONGO DOS MEUS DIAS, AQUI SABERÃO UM POUCO DE MIM, DO QUE PENSO E DO QUE ACHO QUE SEI, BOA LEITURA E DIVERSÃO.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

É HOJE!!!!!


AOS FÃS e OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 48 - MÊS DOS NAMORADOS - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

FICA A DICA:


AVISO DADO:


VAI VENDO....


NA SÉRIE - ALÉM DA IMAGINAÇÃO:


BOA PERGUNTA:


MENSAGEM SUBLIMINAR:


É DESSE JEITO!!!!!


NA SÉRIE MODINHA:


PARA REFLETIR:


NA SÉRIE - FAZ SENTIDO:


NA SÉRIE - VICIADOS:


FUSCA >>>>


THAISSA CARVALHO >>>>


TOMA!!!!!


BOM SABER....


ANOS 80:


CARROS:


OH "GRÓRIAS"!!!!


PRIORIDADES....


EU TAMBÉM...


É AMANHÃ!!!!!


EXTRAIDO DO MORRI DE SUNGA BRANCA:

Claudia Leitte não é mais Leitte e o resumão da volta constrangedora do Biel

Thiago Pasqualotto 29 de jun de 2017 - 14:11
Esta semana o cenário artístico brasileiro viveu uma crise de identidade. Tudo começou com Claudia Leitte... que não é mais Leitte. A moça avisou que não vai usar mais seu sobrenome na divulgação de sua próxima turnê. Agora ela é apenas Claudia. 

Raia, Abreu e Ohana não curtiram a ideia.


Por essa nem Aparecida Liberato esperava.... Biel voltou das trevas, mas também rebatizado. Agora ele atende pelo nome de Gah. É a numerologia sendo usada para tirar cantores do ostracismo. 

No maior estilo "teste de elenco de Malhação", Biel Gah lançou um vídeo apresentando sua nova era. Reparem que ele consegue ser mau ator até de costas. 


Se você não teve paciência para assistir os 13 fucking minutos de relançamento do Biel Gah. Resumimos os principais trechos:

Tudo começa com Biel sensualizando em uma praia deserta, refletindo sobre as merdas que fez durante sua curta carreira a vida. Inspirado no novo clipe da Miley Cyrus. A era Malibu chega pra todos.


Aí começa a palhaçada. Em estilo "depoimento de comercial de seguro de vida", Biel conta que ninguém nunca chamou ele de Biel, ele sempre foi o Gah. Mas criaram esse personagem pra ele fazer sucesso.


Em um momento dramático, conta que desistiu de ser médico (sem nunca ter entrado na faculdade) pra ser cantor. Então tá!


Este momento é a cereja do bolo. Vamos reproduzir a frase para apreciação popular: "E o que da dinheiro imediato? Tirar a camisa, letras eróticas, fazer quadradinho, letras egocêntricas..." Ele fala isso enquanto sensualiza sem camisa e com uma cueca branca molhada. Vá te catá!


Resumindo: Biel se coloca como uma grande vítima que escrevia músicas românticas que nunca foram aprovadas. Só queriam seus lindos e sensuais músculos. Todo mundo estava errado o tempo todo, ele era só um garoto "se divertindo". rsrs


Biel tem todo direito de recomeçar. Ele não cometeu nenhum crime imperdoável, mas seria muito mais fácil e honesto reconhecer todo o erro em vez de lançar um vídeo promocional fake e roteirizado. Tente outra vez, Gah!

POR MÁRIO MAGALHÃES >>>>

Vida que segue: Os cem anos de João Saldanha

Mário Magalhães

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, fumando e texto
Imagine um técnico de futebol fumando, no banco, hoje em dia…

Na próxima segunda-feira, 3 de julho, o nascimento de João Saldanha completará cem anos.
Há uma década, o jornalista, escritor e cineasta André Iki Siqueira presenteou o país com a soberba biografia João Saldanha: Um vida em jogo. A edição da Companhia Editora Nacional esgotou. Quem procura o livro nas livrarias não o encontra. Na internet, frustra-se com o aviso de ''indisponível''.
Retrato da indigência nacional com sua história e em particular com a do futebol, o sumiço da biografia é vergonhoso. O autor procura nova editora, para que a grande história de João Saldanha seja conhecida por mais gente.
O que o livro tem de fraco é o prefácio, da lavra deste blogueiro. Como homenagem ao centenário do João Sem Medo e incentivo a uma nova edição, reproduzo abaixo o que escrevi dez anos atrás.
*
Vida que segue

O menino testemunhava o pai regressar à casa, com o pescoço aquecido pelo lenço encarnado dos maragatos, depois das batalhas contra os chimangos que regavam de sangue os pampas épicos do Sul. Mal saído dos cueiros, empunhava revólveres de verdade e tiroteava de brincadeira com o irmão.
Que tremendo personagem de romance, daqueles clássicos de Erico Verissimo, o guri não daria.
Imagine-o crescido e na pele de um instrutor de guerrilha rural, conspirador protegido por nome de guerra, a treinar camponeses que pelejavam pela posse da terra, matando e morrendo no norte do Paraná.
Merecia filme neo-realista.
Ou, já torcedor passional do Botafogo, a pôr o goleiro da equipe, titular da seleção brasileira em Copa do Mundo, a correr de bala por causa da suspeita de estar na gaveta, vendido aos oponentes.
Valia verbete em qualquer antologia do futebol mundial.
Na qual não faltaria outro entrevero protagonizado pelo alvinegro, então técnico do escrete canarinho, ao invadir a concentração do Flamengo de revólver calibre 32 à mão para acertar contas com um falastrão que lhe maldissera.
Anos depois, o gaúcho abriria fogo em uma farmácia do Leblon, para vingar a empregada que não conseguira trocar umas pilhas, e acabaria preso.
Como preso fora ao desafiar os policiais truculentos e assassinos que tomaram de assalto a sede da União Nacional dos Estudantes, na praia do Flamengo. Reagira a um tira com uma cadeirada e tivera as costas furadas por um projétil. Ferido e internado, fugiu do pronto-socorro com a camisa ainda ensanguentada.
Outra fuga foi impossível quando o apanharam em uma manifestação pelo monopólio estatal do petróleo e o arrastaram para o Departamento de Ordem Política e Social, em São Paulo, onde o submeteram aos costumes. Ou seja, cobriram-no de sopapos.
O corretivo não lhe roubou o destemor com que, desarmado, peitou o bicheiro que adentrou um estúdio de televisão disposto a calar com pólvora o antagonista _o pirralho gaudério era agora o comentarista esportivo que, sem travas na língua, fustigava o contraventor dado a veleidades de cartola.
Tratava-se do mesmo banqueiro, Castor de Andrade, que teria subornado, ou tentado, o goleiro Manga, do clube da estrela solitária. E que viria a relembrar sua irrupção na TV com o reconhecimento insuspeito: “Foi um corre-corre danado, mas o homem é macho e me enfrentou”.
Era tão valente que o dramaturgo Nelson Rodrigues cunhou a consagração imorredoura para o amigo que ignorava a covardia: João Sem Medo.
Pois o João Sem Medo não foi invenção de Nelson, nem de ninguém. Nenhuma imaginação germinaria, como ficção, a figura de João Saldanha, um herói de carne e osso.
O que você lerá a seguir, portanto, não é um romance. Mas se prepare, porque, como nos romances de aventura mais inspirados, este livro é de tirar o fôlego. Como foram os dias aventurosos de João Saldanha.
O João que renasce pela pena de André Iki Siqueira é ainda mais fascinante que o cidadão de engenhosidade proverbial para fantasiar os fatos.
Ele mirava um mapa no qual se descortinava a Normandia e confidenciava, na cara dura, que perfilara nas forças do marechal Montgomery no desembarque aliado de 1944. Desembarcar na costa francesa no Dia D não desembarcou, mas em Uma vida em jogo descobrimos que ele foi mesmo correspondente de guerra.
Sua alegada intimidade com o líder comunista chinês Mao Zedong rendeu a célebre caçoada do jornalista Sandro Moreyra: Saldanha seguia Mao tão de perto numa marcha, às vésperas do triunfo revolucionário de 1949, que pisou no calcanhar do camarada. O futuro chefe de governo virou-se e bronqueou: “Pôla, João!”.
Se Saldanha não gastou sola na marcha, de fato conheceu muito bem a China vermelha, e lá o passaram na faca, para salvá-lo de uma crise de apendicite. Em uma viagem a Assunção, cantarolou uma canção em chinês, e os colegas tripudiaram: é mais uma marmota do João. No dia seguinte, numa loja, uma anciã chinesa fez coro com ele.
A revelação mais notável de André Iki Siqueira é que, por mais fabuloso que tenha sido o João Saldanha das ilusões de João Saldanha, o personagem real era ainda maior que o dos sonhos. Não o Fred Astaire com quem, pé-de-valsa, ele se comparava, mas o John Wayne brasileiro, na imagem certeira do cartunista Jaguar.
Uma vida em jogo reconstitui a convivência de Saldanha, boleiro da praia de Copacabana, com seu treinador Neném Prancha, o autor das frases mais criativas do futebol nacional; o título de campeão carioca do Botafogo dirigido pelo torcedor desbragado; a camaradagem com Garrincha, que agradecia: “Seu João deixa a gente jogar o que sabe”; com Didi, que o amigo escalou como colunista de um jornal do Partido Comunista; o “Topo!” com que aceitou em 1969 o convite para comandar a seleção; os bastidores das Eliminatórias com as “feras do Saldanha”, como a nação aclamava os craques que conquistariam o Tri; a demissão controversa semanas antes da Copa do México; e o esforço derradeiro para cobrir o Mundial da Itália, de onde só retornou morto.
Saldanha não foi exclusivamente um homem do esporte, ambiente cujos holofotes lhe renderam fama e prestígio. Longe das luzes, foi um militante comunista de dedicação monástica. Nasceu em 1917, ano da revolução dos bolcheviques na Rússia, e morreu em 1990, meses após assistir pela TV ao Muro de Berlim em ruínas. A pesquisa exaustiva de André Iki Siqueira desencobre o homem inteiro, o iluminado e o das sombras.
E não esconde, já que por sorte carece de vocação para hagiografia, passagens que não enobrecem biografia alguma. O revolucionário da política, criatura do seu tempo, proclamou: “Mulher minha não trabalha fora!”. Quando a companheira, bolsa d’água estourada, só pensava em rumar para a maternidade, o marido exigiu que antes ela lhe esquentasse o pão. O democrata que combateu a ditadura militar no Brasil não se furtou a aplaudir a ocupação brutal da Tchecoeslováquia pelas tropas da União Soviética. E fraseou: “Aquilo é a zona do agrião dos soviéticos; a bola dividiu ali, eles entram de sola”.
Foi essa verve, quando a serviço das nobres causas do futebol, que me encantou na infância. No Maracanã, radinho no ouvido, eu matutava: “Por que os técnicos não ouvem no intervalo o que o João Saldanha ensina? Se fizerem o que ele diz, o jogo está no papo”.
Eu não tinha ideia da sua envergadura na história do futebol brasileiro. Nem que era, a rigor, um personagem da história do Brasil. Com suor de repórter obstinado e alma de escritor sensível, André Iki Siqueira buscou na grande história de João Saldanha um pedaço da história perdida do país.
Saldanha pontuava seus artigos com o bordão “Vida que segue”. Pois sua vida comovente segue e pulsa nas próximas páginas, como se ele ainda estivesse ao nosso lado, a puxar dos pulmões castigados a saudação de abertura dos seus comentários: “Meus amigos…”.
(O blog está no Facebook e no Twitter )

POR SAKAMOTO >>>>

Salsicha da Reforma Trabalhista: Se soubessem como foi feita, ninguém comia

Leonardo Sakamoto

Há algumas situações que, apesar de contarem com uma explicação científica, sociológica ou psicológica razoável, tenho dificuldade de assimilar.
Uma delas é quando um trabalhador ou trabalhadora – que sofre por conta de patrões exploradores, chefes violentos, políticos sacanas e por um sistema financeiro que arranca-lhe o couro – ataca violentamente toda e qualquer tentativa de outras pessoas lutarem contra a exploração.
Compreendo perfeitamente quando patrões e alguns de seus representantes na política e na economia, defendem abertamente que a Greve Geral do dia 28 de abril foi um fiasco. Eles sabem que o país não aguenta um baque econômico daquela proporção toda a semana, mas precisam relativizar o tamanho da mobilização a fim de evitar que a pauta cresça em importância junto à sociedade e, portanto, alcance seus objetivos. Neste caso específico, evitar que as Reformas Trabalhista e, principalmente, a da Previdência sejam aprovadas a toque de caixa e sem o devido debate com a sociedade.
É, portanto, uma questão de defesa da narrativa usada por esses grupos e de sua própria sobrevivência.
Mas o que dizer dos trabalhadores que, apesar de estarem na mesma condição que os demais, atuam como cães de guarda do capital alheio, tentando convencer outras pessoas que a Greve Geral foi um fracasso e que todas as manifestações e paralisações, como aquelas agendadas para esta sexta (30), são inúteis?
O que leva um trabalhador a lutar para que as pessoas achem que as imagens, publicadas pela imprensa, mostrando ruas de comércio totalmente fechadas e passeatas reunindo dezenas de milhares em várias cidades do país, são falsas? O que, além do desconhecimento histórico, faz com que pessoas chamem outras que resolveram cruzar os braços em busca de uma vida melhor de ''vagabundas''?
Muitos pensam que ''se me estrepei a vida inteira, todo mundo tem que se estrepar também''. Isso representa o melhor da filosofia ''Para o Buraco, Eu Não Vou Sozinho'' (muito conhecida desde que o segundo hominídeo tentou derrubar o primeiro hominídeo após este ter se erguido e andado com duas penas), mas que vem se aprofundando em sociedade individualistas.
E, é claro, temos variações: ''Se tive que trabalhar desde cedo e, hoje, sou uma pessoa com bom caráter, também acho que criança deveria trabalhar para não cair na vagabundagem'' ou ''Trabalhei a vida inteira e nunca tive uma casa própria. Agora, vem um bando de desocupado e invade um terreno para chamar de seu? A polícia tem que descer o cacete nesse povo para aprender que patrimônio só surge do suor e do trabalho''.
Nada como uma sociedade doutrinada para servir de cão de guarda.
Prefiro este formato: ''Se não tenho coragem de lutar pelo que acredito ser uma vida digna, preferindo reclamar silenciosamente sobre a minha infelicidade, quero que o mundo faça o mesmo''. Quem pensa assim, não entende que moradia, alimentação, educação, saúde são direitos fundamentais. E, nessa hora, brada: ''e esses vagabundos pagam os impostos para poder ter direitos fundamentais?''
Esses mesmos repetem bobagens como ''a pessoa é pobre porque não estudou ou trabalhou''. Pois acham que basta trabalhar e estudar para ter uma boa vida e que um emprego decente e uma educação de qualidade é alcançável a todos e todas desde o berço. E que todas as pessoas ricas e de posses conquistaram o que têm de forma honesta. Acham que todas as leis foram criadas para garantir Justiça e que só temos um problema de aplicação.
Boa parte das pessoas não se pergunta quem fez as leis, o porquê de terem sido feitas e quais os interesses por trás delas. A verdade é que se as pessoas soubessem como certas regras e normas que seguem no cotidiano foram produzidas, haveria um motim. Aquela velha história da salsicha. Sendo que a produção de salsicha é muito melhor e mais saudável do que de certas leis.
Um senador da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, que pediu para não ser identificado, comentou com este blog que uma boa parte de seus colegas, incluindo base aliada e oposição, não fazem ideia do que está no texto da Reforma Trabalhista – aprovada na comissão nesta quarta (28).
Muitos repetem de forma superficial o que leem, veem e escutam na imprensa ou através de representantes de associações empresariais, empresas, sindicatos ou movimentos. Não sabem dizer se o projeto traz salvaguardar eficientes para evitar o desrespeito aos direitos de trabalhadores terceirizados, nem se há ou não elementos para evitar a ''pejotização''. Ou mesmo quais são as vantagens e desvantagens de flexibilizar a jornada e os períodos de alimentação e descanso. Não duvido que há quem considere que o termo ''pagamento de horas in itinere'' é um xingamento.
O problema é que essas 81 pessoas votarão a Reforma Trabalhista no plenário na semana que vem e decidirão sobre a vida de todos nós pelos próximos anos.
A partir de meia dúzia de propostas encaminhadas pelo Palácio do Planalto, a Reforma Trabalhista ganhou corpo na Câmara dos Deputados pelas mãos do relator Rogério Marinho (PSDB-RN). Grosso modo, o texto final foi inspirado por demandas apresentadas por confederações empresariais e por posições derrotadas em julgamentos no Tribunal Superior do Trabalho, posições que significaram perdas a empresários e ganhos a trabalhadores.
A Câmara e o Senado não foram palco de um necessário debate sobre as dezenas de propostas de alteração na legislação que regulamenta o mercado de trabalho. O que está em jogo para o governo Temer e a cúpula de sua base aliada no Congresso não é a qualidade de vida dos trabalhadores, mas a continuidade do apoio do poder econômico ao governo – e, portanto, a perspectiva de continuarem no poder e não serem pegos pela Lava Jato.
A maioria dos cães de guarda do capital alheio, contudo, acha que a Reforma Trabalhista (desbalanceada a favor dos grandes empresários) se resume à retirada da contribuição sindical obrigatória. E, cegados pela raiva contra os sindicatos, ignoram as dezenas de outras mudanças.
Particularmente, sou a favor do fim da obrigatoriedade de que trabalhadores paguem um dia de trabalho ao ano para o sindicato que os representam. E vou além: também sou a favor do fim da unicidade sindical, evitando que apenas um sindicato represente uma categoria por região. Afinal, o trabalhador tem o direito de escolher quem o represente. Chega de apoiar sindicatos de fachada montados para que alguns ganhem dinheiro e patrões se divirtam. Que se fortaleçam os sindicatos de verdade. Isso, contudo, é um grande temor de parte do empresariado que quer sindicalistas no cabresto.
Quando vejo milhares de pessoas ocuparem um terreno ocioso, não consigo deixar de ficar feliz porque aquela terra, finalmente, poderá ter uma função social. Com exceção do dono do terreno, de outros donos de terrenos ociosos e de seus representantes políticos, legais e econômicos, ou das pessoas que pertençam às mesmas classes sociais desse pessoal já citado ou é por eles pagos para defender seus interesses, é difícil entender a razão de ter gente que sai atacando uma ocupação de sem-teto como essa, fazendo o papel de soldado não-remunerado.
Valores ensinados cuidadosamente e ao longo do tempo vão colando em nossos ossos e nos transformando em guerreiros da causa alheia. Não ganhamos nada com isso, pelo contrário, perdemos. Como cidadãos, como seres humanos. Mas preferimos defender o não-uso bizarro de uma propriedade privada do que a dignidade do ser humano. Bem como preferimos ridicularizar quem cruza os braços em nome da melhoria de sua qualidade de vida, mesmo que sejamos nós também beneficiados por esse ato.
Direitos que nós temos hoje, como aposentadoria, férias, 13o salário, limite de jornada de trabalho, descanso aos finais de semana, piso de remuneração, proibição do trabalho infantil, licença maternidade não foram concessões vindas do céu. Mas custaram o suor e o sangue de muita gente através de diálogos e debates, demandas e reivindicações, paralisações e greves, não só no Brasil, mas em todo o mundo.
É função de empregadores e políticos fazerem parecer que foram eles que, generosamente, ofereceram direitos. E função da História contada pelos vencedores registrar isso como fato inquestionável, retirando do povo, a massa muitas vezes amorfa e sem rosto, o registro dessas vitórias, como já disse aqui.
O povo, devidamente treinado por instituições como escolas, igrejas, trabalho, garante o seu próprio controle e o monitoramento no dia a dia.
Quem sai da linha do que é visto como o padrão e o normal, leva na cabeça.
Quem resolve se insurgir contra injustiças e foge do comportamento aceitável vira um pária.
Sem essa vigilância invisível feita pelos próprios controlados, é impossível um grupo se manter no poder por tanto tempo e de forma aparentemente pacífica como ocorre por aqui.
O melhor gado é aquele que dispensa a cerca.

POR LEANDRO KARNAL >>>>

Drummond escreveu que " toda história é remorso" . A frase é mais poética do que historiográfica. Uma questão : o que significaria para você a história ser Remorso?

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA³:

"Avisa ai que eu to de pé , e quem tem como missão me derrubar, tá falhando bonito.."

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA²:

Se tem uma coisa que eu sou é realista. O que minha boca não diz meus olhos entregam. Simpatia forçada nunca foi meu forte, se eu gosto da pessoa fica na cara, se eu não gosto fica mais ainda. Quando vejo pessoas lidando na maior falsidade com outras na cara de pau, eu dou graças a Deus pela minha personalidade e por não precisar fingir ser algo que não sou pra agradar os outros. Passar bem, ou não. Porque eu não sou obrigada!

EXTRAIDO DO FACE - IMPULSIVA:

"Valoriza quem tá do seu lado, quem fecha com você independente da sua situação, pra quem se preocupa se você tá bem, se você está feliz, porque homem pra bagunçar e cair fora o mundo tá cheio, mas homem pra ter caráter e assumir vida de casal não tá fácil não."

AGENDE-SE:


CARRETA:


UM AMOR DE FILHA....


ERROR:


OBJETIVIDADE EM NIVEL MASTER >>>>


E NÃO EXISTE PRECONCEITO....


BELA IMAGEM!!!!!


PREFERÊNCIAS...


BONS TEMPOS...


AGENDE-SE:


AOS FÃS e OUVINTES DO BALADA BLACK:

BALADA BLACK - SOB MEDIDA PRA VOCÊ DANÇAR - Volume 48 - MÊS DOS NAMORADOS - DOWNLOAD NO BLOG - >>> waguinhobsl.blogspot.com

BOA PERGUNTA:

NINGUÉM VAI PARAR O GILMAR MENDES ????

EM MENTIRAS DESLAVADAS....

ANTES DE VOCÊ, EU NÃO SABIA O QUE ERA AMAR.

NA SÉRIE CONTRADIÇÕES >>>>

1 - AFIRMA QUE A INVEJA NÃO DORME, MAS É A PRIMEIRA QUE A DESPERTA.
2 - FALA QUE PODE CANTAR SAMBA, MAS COM ESSA VOZ DE TAQUARA, NÃO PODE CANTAR É NADA.
3 - DIZ QUE É BOM VIZINHO, MAS COLOCA O LIXO QUE PRODUZ NA LIXEIRA DOS OUTROS.

NA SÉRIE - CONCLUSÕES:

DEUS NÃO TEM NADA A VER COM TEMER

DESCONFIE...

DESCONFIE DO DEUS DE MICHEL TEMER

EU IA....

EU IA GOVERNAR, MAS PREFERI GRAVAR VIDEOS.

FRASE DO DIA:

PRA PODER SEGUIR, NÃO DÁ PRA PAUSAR

AGENDE-SE:


NA SÉRIE CONTRADIÇÕES >>>>


ESCLARECENDO...


TAMBÉM ACHO....


PAPO RETO:


RELEMBRANDO...


E PRO FIM DE SEMANA....


CLÁSSICOS:


BUZÃO: